Capítulo 6 - Soltando as amarras
DISTÚRBIO COMPORTAMENTAL. Falha de caráter. Desvio sexual. Depravação. Falta de Deus.
Depois daquele meu primeiro contato na cama com o meu irmão Mauro, um peso na consciência começou a me tomar e eu passei a procurar na internet a razão para que as pessoas praticassem o incesto. A rede mundial de computadores praticamente engatinhava naquela época — nem existia o Google ainda! —, mas eu achei fóruns falando sobre o assunto, além de relatos de irmãos, primos e até mesmo pais e filhos que se relacionavam em segredo com medo do que a sociedade os iria acusar se descobrisse.
Eu tinha ficado obcecada com a simples ideia de que papai e mamãe acabassem flagrando o que os seus filhos faziam na calada da noite e foi a Elisa quem me acalmou na noite em que descobriu que eu tinha perdido a minha virgindade com nosso irmão.
— Nossa família toda é incestuosa, Carla. A gente descende de uma linhagem de pervertidos incorrigíveis. Está em nosso sangue!
Ela me contou as histórias que nosso pai relatou em sua última visita à casa de praia no litoral e fiquei chocada em saber que em meio às drogas e ao álcool, os Castilho transavam entre si há muitas décadas, muito antes de nós nascermos. Papai sempre fora um tarado e ele havia transado com as próprias irmãs — minhas tias — durante as orgias. E aquilo não se resumia só a nosso progenitor. Todos os demais Castilho também participavam e não havia limites para o que eles podiam fazer entre quatro paredes.
— Se aquela casa de praia pudesse falar, ela nos contaria histórias muito mais chocantes do que imaginamos, mana — me disse a Elisa ao final de nossa conversa —, tire a culpa da sua cabeça. Você não está doente nem nada. O que você e o Mauro fizeram é da nossa natureza.
Uma semana depois do ocorrido e daquela conversa com Elisa, Mauro bateu em minha porta de noite por volta das vinte e três horas e o atendi meio receosa. Ele estava de bermuda e sem camisa exibindo o tórax definido. Me olhou com feição compenetrada e fez o convite:
— Quer fazer algo diferente hoje?
Me lembrei no ato de ele me comendo gostoso da primeira vez e aceitei na hora, parando de me torturar mentalmente. Embora tivesse ficado cheia de neuras depois do ato consumado, não dava para negar — nem a mim mesma — que estava doida para repetir.
Diferente do que imaginei, Mauro me tomou pela mão e me levou até o quarto de Elisa. Quando chegamos, a minha irmã já estava à nossa espera e ela vestia só calcinha e sutiã. O seu corpo era bem mais sinuoso que o meu naquela idade e embora tivesse seios bem pequenos, ela tinha um quadril de dar inveja, bem como uma bunda macia e grande. A calcinha que usava era bem pequena e tinha uma renda na frente e um fio-dental atrás.
— Sempre quis fazer com duas ao mesmo tempo!
Eu me arrepiei inteira quando Mauro disse aquilo e em seguida, ele trancou a porta para que ficássemos mais à vontade. Sabíamos que os nossos pais dormiam cedo e feito pedra no andar de cima, e que àquela hora todos os empregados já tinham se recolhido — pelo menos os que moravam ali —, mas todo cuidado era pouco.
— Deixe a nossa irmãzinha mais à vontade, Mau. Ela ainda acha que o que a gente faz é errado.
Elisa disse aquilo já soltando o fecho do seu sutiã e enquanto seus peitos miúdos pulavam para fora, Mauro veio por trás e me abraçou, começando a beijar o meu pescoço. Senti algo duro roçar em minha bunda e logo percebi que ele já estava tendo uma ereção.
— Com prazer!
Suas mãos suspenderam o baby-doll que eu vestia e os seus dedos firmes já passearam em minha vagina por cima da calcinha. Me arrepiei toda.
— Olha como ela fica toda cheia de tesão! — Elogiou ele, no que subiu suas mãos para agarrar os meus seios. Gemi.
Quando cheguei na cama, Mauro já tinha me deixado seminua e o meu baby-doll estava no chão. Ele me acariciou inteira sabendo bem onde tinha que pegar para me acender o fogo e assim que chegou ao colchão, foi Elisa quem o recebeu.
— Vem cá. Deixa um pouco pra mim também.
Ela enfiou a mão dentro do seu calção e puxou o seu pau para fora começando a masturbá-lo. Logo depois, ele ficou em pé na cama e ela terminou de despi-lo, enfiando a cabeça avermelhada inteira na boca.
— Isso, Lisa. Mama gostoso. Isso — pediu ele, excitado.
A minha irmã ficou de quatro na cama e não parou de chupar o Mauro que fazia movimentos de vai e vem na boca dela. Seu pau era mesmo imenso e não cabia todo lá dentro, a fazendo salivar muito. Ele segurava os cabelos dela incentivando a mamada, Elisa só o obedecia, o olhando sedenta. Aquilo estava muito excitante.
Fui convidada a participar no instante seguinte. Elisa me puxou para perto deles e pediu que eu ficasse de quatro na cama como ela e o dividisse.
— Vem, maninha. Chupa um pouco também. Já deixei babadinho pra você!
Olhei para Mauro lá de baixo como que pedindo autorização e ele já segurou os meus cabelos para me conduzir. Coloquei a cabecinha na boca e dei uma chupada após uma lambida. Ele empurrou a minha nuca contra o seu corpo e então, engoli mais. Senti a cabeça em minha garganta. Engasguei. Segurei para que eu controlasse a profundidade e fiquei masturbando enquanto chupava. Ele elogiou:
— Assim, Carlinha. Humm! Tá muito bom!
Elisa quis se juntar a mim e senti a sua língua roçar na minha. Foi uma sensação estranha, mas prazerosa. Ela segurou firme a tora grossa e a dividiu comigo. Passei a língua no corpo entre o tronco e o saco. Ela ficou com a cabeça.
— As duas ao mesmo tempo! Isso! Que demais!
Elisa se abaixou um pouco mais e engoliu uma de suas bolas. Eu a imitei. Era prazeroso. Mauro gemeu.
— Nossa! Minhas irmãs são muito safadinhas! Humm!
Depois do sexo oral, eu estava com o meu corpo em chamas e quase gozei só de Mauro puxar a minha calcinha. Estava tão excitada, que segurei o seu pau e o alisei como que indicando que queria ser comida logo. Ele jogou a minha calcinha de lado, mas me deixou na vontade, se dirigindo primeiro à Elisa que já estava pelada.
Eu vi Mauro se deitar sobre Elisa e deslizar a cabeça do pau entre os pelos castanhos de nossa irmã. Aquela era uma época em que pelos vastos eram comuns na vulva das mulheres e ela os tinha bem grandes. Os meus eram naturalmente ralos e mais claros. Formavam apenas um “bigodinho” em cima da xoxota e eles estavam “suados” naquele momento.
Era a primeira vez que eu via meus irmãos fodendo daquela maneira tão de perto e eu estava incrivelmente excitada com os urros e gemidos que os dois emitiam um para o outro durante o acasalamento. Não havia qualquer barreira ou proteção entre eles. Ambos estavam totalmente libertos de qualquer pudor, transando como dois amantes sobre a cama e se refestelando com aquilo.
Os sussurros de Elisa embaixo de Mauro me arrepiavam inteira e quando foi a minha vez, eu fiz igual.
Elisa já não era mais virgem há muito tempo, logo, ela tinha mais experiência que eu. Mauro ainda não podia me foder da mesma maneira que fazia com a minha irmã e quando ele me botou de pernas abertas, levou em consideração que eu só tinha transado uma vez, enfiando devagar em mim. Senti que ele queria bombar mais forte dentro, mas era obrigado a controlar o seu ímpeto. A minha xota ainda doía se fizesse com muita força, mas daquela vez já estava incrivelmente mais gostoso que da primeira.
— Ah, que apertadinha, Carlinha!
Eu arreganhei mais e o deixei me cobrir. Gozei pela primeira vez na vida.
Logo depois, o Mauro se deitou na cama e deixou que nos sentássemos em revezamento em cima do seu pau duro. Ele sugeriu que ficássemos as duas sentadas e só abríssemos espaço uma para a outra. Elisa estava segurando em meu quadril por trás e estávamos as duas em cima dele, de frente, vendo as expressões em seu rosto. A minha irmã apertava meus seios cheia de tesão na hora do orgasmo, e aquilo me excitava. Quando ela saía de cima, me puxava para trás e me encaixava no pau de Mauro. Sentia o mel de minha irmã em sua superfície e já procurava engolir com a minha xoxota, sentindo aquele mastro me rasgar toda.
Eu só sentia muito prazer. Nunca tinha passado por nada parecido com aquilo e me vi completamente realizada na cama com os meus irmãos. Terminei aquela noite abraçada com Mauro após ele gozar e nós três dormimos juntos sem qualquer medo que fossemos flagrados. A sensação de satisfação era melhor e mais forte que nosso instinto de perigo.
Depois daquilo, eu comecei a querer que Mauro me cobrisse mais vezes e procurei facilitar os nossos encontros. Ficava ansiosa para que chegasse logo a noite, e às vezes, eu mesma o procurava em seu quarto. Vestia roupas curtas e provocativas para atiçá-lo, mas sentia que aquilo não era necessário, já que ele nunca sequer pensava em me negar o que eu queria.
Ele começou a me ensinar novas posições e me mostrou também como gostava que chupassem o seu pau. Tínhamos a noite toda e aquelas eram as melhores lições para se aprender. Comecei a fazer somente do jeito que ele gostava e quase sempre terminava com um “final feliz”.
Ele adorava e ficava com cara de tarado me vendo mamar.
Mauro tinha um tesão louco pelo meu corpo e antes de me foder, adorava ficar um bom tempo me lambendo e me chupando inteira enquanto me elogiava. A cada dia que passava, eu estava mais sinuosa e o meu quadril começava a ganhar proporções de mulher, o que o fazia ficar agarrado a mim beijando a minha bunda.
Eu adorava os seus elogios à minha forma física e me empinava inteira o deixando gastar a sua saliva em meu corpo. Era incrivelmente prazeroso.
Num daqueles dias, eu o senti afoito para provar outro dos meus orifícios e ele ficou um bom tempo me chupando lá atrás e enfiando o dedo para saber se eu o deixava ir além. Eu estava um pouco nervosa, mas decidi que queria experimentar.
— Se doer eu tiro, tá? — Prometeu ele.
Ele pediu que eu me posicionasse de quatro e arrebitasse bastante a bunda, no que após um belo banho de língua e saliva, Mauro enfim enfiou a cabecinha dentro de mim. Era uma sensação esquisita de início, mas que ia ficando bom à medida que intensificava a penetração.
— Que delícia de cuzinho apertado, Carlinha. Nossa! Nem vou aguentar!
Ele gozou em poucos minutos dentro de mim e quando se recuperou, quis tentar de novo.
Eu virei a amante preferida de Mauro e eram raras as noites em que um não visitava o quarto do outro andando pela casa feito dois bandidos suspeitos. Eu estava viciada em sexo e cheguei a querer o meu irmão só para mim, me enchendo de ciúmes quando Elisa também o procurava e eu o tinha que dividir com ela no quarto. Eu tinha me tornado o que a Elisa era com Renato antes do seu casamento com Vânia e tremia só em pensar que o mesmo poderia me acontecer quando ele arranjasse uma mulher e fosse embora de casa.
