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Capítulo 5 - O pós-festa

NAQUELA MESMA NOITE, um pouco mais tarde, ouvi os meus pais chegarem em casa com Elisa e enquanto os velhos iam para o terceiro andar, Elisa passou feito um foguete em nosso corredor, ainda emburrada pelo casamento de Renato.

De alguma forma, na cabeça da minha irmã, a cunhada Vânia — que tinha quase a mesma idade do meu irmão, na casa dos vinte e poucos anos — tinha tirado o Renato dela, e que agora que ele não moraria mais em nossa mansão em Moema conosco, as chances dos dois se relacionarem novamente eram esparsas. A minha irmã ainda podia fazer o mesmo com Mauro, mas a preferência dela pelo mais velho era nítida, o que a deixou de mau humor por um bom tempo ainda após a festa. Deu para ouvir quando ela bateu sua porta e fez estremecer o batente.

Já estava quase amanhecendo quando eu me levantei da minha cama e decidi dar uma olhada em meu irmão na porta ao lado. Por precaução, levei um analgésico e um copo d’água certa de que ele estaria morrendo de dor de cabeça após o porre que tinha tomado na festa.

Entrei de fininho e tentei enxergá-lo dentro do quarto escuro. Acendi um abajur que ficava sobre a escrivaninha e a luz azul iluminou a cama. Naquele momento, senti um espasmo forte e o copo tremeu em minha mão me fazendo derrubar um pouco de água no chão. Mauro estava deitado de costas em sua cama e ele estava completamente nu. O lençol embaixo dele estava revirado e o travesseiro jazia jogado num canto como se ele o tivesse arremessado durante o sono. Os meus olhos fixaram entre as pernas dele e eu fiquei admirando aquele pau completamente duro cheio de veias saltando e com a cabeça descoberta. Eu já tinha lido que alguns homens tinham ereção durante o sono, mas vendo pessoalmente, eu estava bem impressionada. Quase batia na barriga.

— Mau. Acorda.

Tentei acordá-lo delicadamente ao seu lado na cama. Deixei o copo e o remédio sobre o móvel de três gavetas na lateral e toquei o seu ombro uma vez mais.

— Mau. Trouxe um remédio.

Ele nem se mexeu e os meus olhos voltaram lá para baixo.

Meu Deus! Como é grosso!

Mauro enfim despertou na terceira vez que o chamei e ele me viu ao seu lado esquerdo. Cobriu os olhos logo que a luz do abajur incidiu de encontro com a sua retina e se queixou:

— Apaga essa luz!

Me sentei na cama e me virei para apanhar o analgésico.

— Toma. Vai te fazer bem.

Ele jogou o comprimido dentro da boca e pegou o copo de água em minha mão. Bebeu tudo num gole só. Não estava nem um pouco constrangido em estar nu diante de mim.

— Tenta dormir mais um pouco. Quando acordar, vai estar muito melhor.

Eu disse aquilo acariciando os seus cabelos castanhos e já estava me levantando da cama quando ele segurou meu pulso.

— Espera, maninha. Fica mais um pouco.

Eu estremeci com aquele pedido. Meu coração disparou no peito mais uma vez e sem disfarçar, encarei aquele pau duro e grosso novamente.

O que eu estou fazendo? Eu não conseguia conter os meus olhares naquela coisa imensa e deliciosamente ereta.

— Fica aqui comigo. Isso vai fazer eu me sentir melhor.

A sua mão enlaçou a minha cintura antes que eu levantasse. Ele estava me olhando estranho, de um jeito que nunca o tinha visto me olhar. Era como os garotos na escola me secavam me vendo de shortinho nas aulas de Educação Física.

— Você precisa de sono, não de mim, seu tonto!

Ainda tentei me desvencilhar dele, mas Mauro me puxou e eu sentei de novo na cama. Uma das suas mãos subiu em minha coxa e começou a deslizar em minha pele. Eu estava vestindo um short curto do pijama do Piu-Piu que tinha comprado no último verão. Estava sem calcinha por baixo. Me arrepiei inteira.

— Quem disse que não? — Eu o olhei confusa — Quero agradecer pelo jeito carinhoso que cuidou de mim ontem.

— Não foi nada, Mau. Você é o meu irmão.

— Mas eu não quero te agradecer como irmão.

Quando ele disse aquilo, Mauro se mexeu na cama e a mão em minha cintura me puxou mais para o centro do colchão, para mais perto dele. Senti minha coxa roçar em seu corpo e ele estava pegando fogo. Meu irmão deu um beijo de leve em meu braço e logo alcançou um dos meus seios. A regata do pijama era bem fininha e senti os seus lábios tocarem o meu mamilo através do tecido.

— Quero te agradecer de uma outra maneira.

Ele repetiu aquele beijo e eu senti meus bicos intumescerem. Eu não usava sutiã para dormir e ele começou a descer a alça da blusinha, me desnudando.

— Mau… você ainda tá bêbado! Melhor parar.

— Bêbado eu tô, mas é de desejo.

Ele puxou a alça da minha blusa e o meu seio direito pulou em seu rosto. De tudo que ainda estava em desenvolvimento em meu corpo, meus seios eram o que mais chamavam a atenção. Àquela altura, eles já estavam bem grandes e pesados e sentir a língua de Mauro em meu mamilo me fez reagir de maneira instantânea.

— Não faz isso, Mau! Por favor! Assim não aguento!

Meu próximo movimento foi me virar para ele e agarrar seu pau duro entre as pernas. Eu não sabia bem o que fazer com aquele monstro, mas massageei para cima e para baixo como via as atrizes fazendo nos caras em filmes pornôs. Mauro puxou a outra alça da minha blusa e viu meu outro seio surgir. Ele abriu as pernas me deixando masturbá-lo e meteu o rosto entre os meus peitos para chupar ambos.

Eu agarrei os seus testículos também e fiquei apertando. Era totalmente inexperiente e esperei ele tomar a iniciativa. Meu irmão me segurou pela cintura em seguida e me deitou na cama. Segurou os meus braços contra o colchão e voltou a chupar meus peitos. Ele lambia os bicos e sugava com a boca me deixando inteira arrepiada.

— Isso é muito bom! Humm!

Foi então que ele foi descendo a boca e parou em minha barriga. Senti uma pressão entre as pernas enquanto ele me lambia já descendo até a minha vagina. Sentia como se tivesse feito xixi na calça e espasmei sobre a cama quando a língua de Mauro percorreu meu sexo por cima do short do pijama.

— Não faz assim, Mau! Não faz!

Eu estava me contorcendo e ele ainda nem tinha me despido. Os seus dedos tocaram o elástico da minha roupa e Mauro começou a me deixar pelada devagar. Deixou o short na altura dos joelhos e ficou admirando a minha vagina.

— Olha essa maravilha! Olha esses pelinhos!

Mauro expos bem a língua, e em seguida, engoliu a minha xoxota começando a me chupar. Ele fez com que eu afastasse bem as pernas para ele e enfiou o seu rosto bem no meio, mexendo a língua de maneira frenética dentro de mim. Nada que eu já havia sentido na vida se equiparava àquela sensação. Era como subir ao céu e descer de tão gostoso. Era como andar na Montanha-Russa e na curva mais acentuada passar direto, sentindo o vento te arrastar para o infinito.

O meu irmão me chupou até eu não aguentar mais de tanto tesão e foi aí que eu pedi com toda a coragem que havia me surgido no momento em que ele tinha tocado em mim a primeira vez:

— Enfia o seu pau em mim, Mau! Enfia, por favor!

Mauro sabia que eu nunca tinha feito aquilo na vida e me tratou com muito carinho. Ele me deitou bem ao centro da cama e colocou o seu travesseiro abaixo do meu cóccix para que ficasse mais ou menos na altura que ele queria. O seu pau estava bem duro e eu já via a cabecinha molhada quando ele começou a esfregar em mim. Deu uma estocada de leve para eu sentir a grossura e ficou massageando o meu clitóris com o polegar. Eu estava desesperada.

— Pode meter, Mau. Eu aguento!

Ele estava me olhando com uma cara de tarado, então, segurou o seu pau e deu uma forçada. Vi estrelas.

— Ahh, como é grosso!

Tirou. Ele saiu melado de dentro e meteu um pouco mais. Rebolei para aguentar a dor.

— Tá doendo, Mau!

— Vou botar devagarzinho.

Ele ficou metendo e tirando bem devagar, até que eu abri mais as pernas e falei que ele podia meter mais forte. Mauro obedeceu e enfiou até metade. Meu hímen se rompeu naquela estocada e eu senti uma espécie de agulhada na minha área mais íntima. Queria gritar, mas sabia que não podia. Vi aquela tora imensa suja de sangue e pedi que ele continuasse.

— Agora tenta tudo, Mau. Tenta!

Ele retesou os músculos e senti o peso do seu corpo sobre o meu, enfiando mais que a metade de seu cacete duro dentro de mim. Senti uma dor ainda mais forte, mas não queria que ele parasse. Segurei as suas costas e o deixei continuar.

— Vem, Mau! Mete mais. Mete!

Depois de perder a virgindade com ele, eu quis experimentar aquilo que tanto Elisa falava que adorava fazer com Renato e eu me deitei na cama para chupá-lo. Feito uma loba faminta, fiquei mamando naquela coisa deliciosamente grossa e dura, e mesmo sem saber se estava fazendo certo — ou do jeito que ele gostava — eu chupei meu irmão até ele depositar um jato intenso de sêmen em minha boca, o que me fez quase engasgar à princípio. Sorri meio sem graça para ele, mas retomei o movimento e o deixei gozar o restante. Tinha ficado maravilhada de o quanto aquilo era bom e entendi na mesma hora porque Elisa gostava tanto de praticar com o Renato.

Eu tinha encontrado o caminho para a felicidade e não ia mais querer voltar dele.

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