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Capítulo 5 - Tomados pelo desejo

O GANGBANG NA CASA DO VOVÔ Jaime tinha me feito perder boa parte do respeito que sentia por minha mãe em nosso convívio diário e embora quisesse deixar claro a ela que eu a culpava totalmente pela forma nada ortodoxa com que havia perdido a minha virgindade naquele fatídico dia — e que, também por isso, eu tomaria Roque dela — meu pai não quis permitir de início que as nossas relações fossem de conhecimento de Carla.

— A mamãe não vai ficar muito feliz com isso, meu amor. Precisamos ser cuidadosos.

Disse ele, após um de nossos passeios de fim de semana no shopping.

— Por que, papai? — Eu estava séria, quase transbordando toda a minha insatisfação — Ela não parecia preocupada quando me viu ser usada como uma boneca por todos os homens da família na casa do vovô!

Com toda a sua paciência, papai segurou uma das minhas mãos e me explicou de maneira que eu entendesse:

— Você não deve culpar a sua mãe pelo que aconteceu, Mica. Eu e ela permitimos juntos que você fosse iniciada no ritual dos Castilho e quando viu a sua reação na hora, sua mãe quase desistiu…

Eu estava emburrada, mas continuei ouvindo.

— Ela já me disse que não pretende deixar você participar ano que vem novamente, a menos que você queira…

Estar com meu pai era maravilhoso e mesmo naquela casa de veraneio, entre todos os demais pervertidos da família outra vez, eu sentia que seria bom de qualquer forma.

— Eu quero sim, papai — confessei —, tudo para ficar com você de novo!

Eu o abracei aquela tarde dentro do carro e pouco depois, nós voltamos juntos para casa, comigo um pouco menos chateada com minha mãe. Se ela não tivesse permitido que eu fosse à tal reunião, talvez jamais tivesse sentido meu pai entre as minhas pernas pela primeira vez, jamais teria experimentado aquela sensação maravilhosa. Voltei para casa pensativa e ansiosa.

Após aquele dia dentro do meu quarto — quando meu pai gozou em minha bunda —, nós tínhamos combinado de só voltar a fazer qualquer coisa daquele gênero durante a reunião anual na casa dos Castilho, mas estava cada dia mais difícil controlar os meus desejos enquanto esperava pela data.

O tal encontro de família acontecia no mês de agosto e eu teria que esperar mais de seis meses até que meu pai me tocasse novamente, o que me obrigou a tomar medidas drásticas naquele meio tempo.

Num certo dia, ouvi minha mãe combinar ao telefone um passeio com a tia Elisa e vi naquela saída de casa a chance que eu tanto queria. Meu pai estava de férias da Suares & Castilho e entre aulas de tênis, treinos diários na academia e corridas pelo bairro, ele estava passando um período maior dentro de casa. Era um sábado e foi só Carla sair de carro para encontrar a minha tia que eu o visitei em seu quarto.

Roque estava cada dia mais gostoso agora que malhava com regularidade. Os ombros largos, os bíceps torneados, o abdômen riscado… Estava cada vez mais parecido com as estátuas dos deuses gregos que a gente via nos livros de História. Oh, meu Agamemnon, eu sou a sua filha Electra! Eu nem sabia o que aquilo significava, mas estava com muito tesão nele.

— Oi, papai!

Ele estava sentado na poltrona do canto do quarto tomando um uísque enquanto tocava um Rock N’ Roll em seu aparelho de som. Sem camisa, estava com o olhar fixo em nossa piscina, do outro lado da janela, e nem me ouviu chegar. Se voltou para a porta quando eu o chamei.

— Oi, Mica. Está tudo bem, filha?

Rolava no som uma das românticas da banda Kiss que ele tanto adorava. Vez ou outra, seus lábios se mexiam recitando alguns versos da música “Nothing Can Keep Me From You”. Caminhei descalça até ele e fiquei a menos de um metro de distância, o deixando ver a minha silhueta iluminada pela luz que entrava através do vidro.

— A mamãe foi visitar a tia Elisa. Estamos só nos dois e a Lourdes em casa.

Lourdes era a empregada e cozinheira que trabalhava com a gente há alguns anos.

— Sua mãe não deve demorar na rua…

Eu senti que havia certa apreensão em sua voz. Ele continuava com medo que nosso caso fosse descoberto por mamãe, por isso, não conseguia relaxar totalmente e aceitar que estávamos ficando ligados um ao outro. O desejando cada minuto mais, no entanto, decidi deixar de cerimônias e me sentei com ele na poltrona, bem espremida, não permitindo existir muito espaço entre os nossos corpos.

— Está ouvindo Kiss? Ah, eu adoro essa música!

Atrevida, enquanto roçava uma das bandas da bunda em sua perna, eu tomei seu copo e dei um gole em sua bebida.

— Ei, Mica! Você não pode beber álcool ainda.

Como que o desafiando, eu o encarei por um segundo mantendo o copo longe de seu alcance, com o braço esticado. Franzi minha testa e então precipitei o recipiente de volta aos lábios, tomando tudo o que restava do uísque de uma vez só.

— Mica!

A bebida desceu rasgando minha garganta e então, eu tossi em reação àquilo. Era a primeira vez que eu experimentava uma bebida alcoólica. Ele segurou minha cintura com uma mão e depois começou a massagear minhas costas, achando que eu estava engasgando. Gargalhei com o rosto enrubescido.

— Sua maluca!

Saracoteei o suficiente na poltrona até parar no colo de papai e ainda rindo, com o gosto ruim do uísque na língua, enlacei os braços em torno de seu pescoço.

— É horrível, papai!

— O seu paladar ainda não está pronto para apreciar um bom Macallan, meu amor!

E desta vez ele riu comigo. Eu já estava acomodada em suas coxas. Começava a sentir algo ficar rijo embaixo de mim.

— Quando é a reunião dos Castilho, papai?

Eu sabia muito bem a data e marcava no calendário cada dia, contando quase as horas para que aquela reunião voltasse a acontecer. Só queria entrar no assunto.

— Em agosto, meu anjo.

Ele tomou-me o copo vazio da mão e o pousou sobre um móvel à nossa esquerda. Do lado de fora, fazia um sol muito agradável. Era outono.

— Tem certeza que a gente precisa esperar até agosto para ficar junto de novo?

Eu era só uma adolescente tonta, mas tinha descoberto rápido as manhas que precisava fazer para deixar meu pai excitado. Comecei aproximando mais meu tronco do dele, depois lhe dei um beijo de leve no pescoço. Roque tinha um cheiro muito bom e não era de nenhum perfume. A própria pele dele recendia aquele aroma de homem. Fiquei sentindo de perto enquanto seu corpo se mexia embaixo do meu.

— Foi o que combinamos, meu amor.

Eu estava vestida com uma regata bem leve e já tinha me acostumado a não usar sutiã. Meus peitos tinham crescido um pouco mais desde a última vez e eu adorava a sensação dos bicos roçando no tecido. Aproveitei para esfregar os dois de leve em meu pai. Ele se excitou.

— Mas quem vai saber se a gente fugir um pouquinho do combinado?

Após dizer aquilo, eu encarei os olhos verdes do meu pai e sua mão deu uma vacilada em minha coxa esquerda. Minhas pernas estavam totalmente expostas no short pequeno que vestia e aquele toque me arrepiou inteira.

— Nós dois vamos saber, Mica. E a sua mãe…

Eu não o deixei continuar e dei-lhe um selinho nos lábios. O Kiss entoava os versos “No mountain could ever stand between us. No ocean could ever be that wide” e era exatamente daquele jeito que eu me sentia com relação a Roque. “Nenhuma montanha poderia estar entre nós. Nenhum oceano poderia ser tão largo” para nos afastar.

— Ninguém vai saber, papai. É nosso segredinho.

Depois de dizer aquilo, eu simplesmente abri minhas pernas em cima dele e comecei a esfregar minha bunda em seu pau. Como era de costume, aquele mastro imenso ficou totalmente rígido em pouco tempo dentro do calção, e embora ainda quisesse resistir, Roque deslizou sua mão grande pela minha coxa e encaixou os dedos em meu bumbum, dando uma apertada caprichada. Estava doido de tesão. Dei um gritinho.

— Ai, papai!

Senti que ele ainda queria argumentar para que parássemos antes que o desejo tomasse nossos corpos totalmente, mas novamente não permiti. Me agarrei a ele e percorri a distância de seu pescoço até a sua boca com beijos molhados.

— Mica, você sabe que não é certo…

Mirei bem dentro de seus olhos e me afastei um pouco. Alcancei o cós de seu calção de esporte e o puxei com força. Deu para ver a cabeça rosada me dando um oi lá embaixo.

— A porta, Mica… A Lourdes…

Antes que ele pudesse pensar mais, fiz um carinho na glande com meu polegar e dei um risinho. Eu ficava extremamente nervosa e afoita cada vez que via aquele pênis e fiquei trêmula quando desci um pouco mais o short e o vi até a metade.

Ai, que delícia! Já sinto a minha xota umedecer, pensei enquanto olhava obcecada aquele pinto duro.

— Mica, espera um pouquinho… A porta…

Eu estava fora de mim e confesso que não estava ligando muito se nossa empregada podia nos flagrar ali em pleno ato incestuoso. Tudo o que eu queria era sentir o meu pai mais intimamente. Comecei a masturbá-lo como o safado tinha me ensinado direitinho.

— Oh, esses dedinhos… Uau!

Roque reclinou a cabeça no encosto da poltrona e por um momento, enquanto eu o massageava, ele também esqueceu do perigo que corríamos. Tratei de aproveitar. Abaixei o calção até suas coxas e continuei batendo uma punheta. Minha mão era pequena e quase não conseguia segurar aquele tronco imenso. Conforme eu subia e descia o prepúcio, sentindo aquele pinto pulsar em meus dedos, eu lambia os lábios ressecados de nervoso. A sensação de fazer aquela coisa com meu próprio pai era indescritível.

— Tá gostoso, papai?

Ele se virou para mim com cara de pervertido e levou sua mão ao meu rosto. Massageou minha maçã esquerda com seu polegar e depois disse, com tom rouco:

— Fecha a porta, meu neném. Quero te ensinar mais umas coisas que o papai gosta.

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