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Capítulo 4 - O amor de Electra

QUANDO PENSO HOJE em dia com uma clareza maior de julgamento e um pouco mais afastada emocionalmente, eu consigo me lembrar o ponto exato onde as carícias manuais que trocava com papai quase que diariamente passaram a se tornar mais explícitas. Eu era tão grudada a ele há tanto tempo que os carinhos paternais acabaram se confundindo em minha mente com algo mais, o que não nublou minhas lembranças sobre a minha primeira noite de amor pra valer com o seu Roque.

Mamãe tinha ido visitar a tia Elisa em sua casa em Moema e papai tinha acabado de chegar da Suares & Castilho. Como sempre, ele tinha me trazido um mimo da rua e fez questão de me entregar pessoalmente em meu quarto, enquanto eu ouvia música.

— Acho que vai ficar lindo em você, Mica. Assim que der, você experimenta.

Era um conjunto de blusa e saia de uma loja de grife. Diferente da maioria dos pais homens das minhas colegas de colégio, ele sempre acertava no tamanho e no modelo das roupas que comprava. Era quase como se conhecesse o meu corpo como a palma da própria mão. O que de certa forma, não era mentira!

— Vou experimentar agora, papai!

Inconscientemente, eu provavelmente devia estar querendo me mostrar para ele, porque me lembro de ter passado a camiseta que usava por sobre os ombros na mesma hora, ficando com os peitos nus em sua frente. Me lembro que ele ficou hipnotizado olhando para mim enquanto eu vestia a blusa nova. Fiz a mesma coisa com o short e ele me deu uma secada entre as pernas pouco após me ver em pé sobre a cama, de calcinha.

— Nossa, papai! Ficou um arraso!

Eu pulei da cama e fiquei me exibindo diante do espelho, dando voltas para conferir melhor o caimento da saia e da blusa. Não dava para negar que tinha ficado realmente satisfeita com o presente, mas mais satisfeita ainda em vê-lo com aquela cara de safado olhando eu me vestir. Sabia que não podia perder a oportunidade e pulei em seu pescoço logo em seguida, o enchendo de beijos molhados.

— Você é o melhor pai do mundo! Te amo, te amo, te amo!

Foi meio que involuntário, mas as suas mãos seguraram minhas costas para me sustentar enquanto eu saltitava pendurada nele. Seus dedos suspenderam de leve minha roupa e senti seu toque quente.

Caralho! Como aquelas mãos firmes me deixavam mole!

— Também te amo, filha. Merece o que há de melhor!

Em meu ímpeto de felicidade, continuei pulando em sua frente e então, num último impulso, encolhi as pernas e o deixei sustentar todo meu peso, colando meus lábios nos dele. Nós trocamos um selinho mais demorado, logo depois, nós nos encaramos meio sem saber o que dizer e as mãos dele foram descendo um pouco mais em minhas costas. Foi uma questão de tempo até que ele estivesse me segurando pelo bumbum e aquilo acendeu meu fogo. Eu desci de seu colo e rocei meu corpo no dele. Ele estava rijo feito pedra lá embaixo.

— Uau, papai! Tá… duro!

Ele me deu uma risada cafajeste, mas depois disfarçou, achando que eu não ia continuar no assunto. Se virou para apanhar a sacola do presente jogada no chão e quando voltou sua atenção para mim, sem nenhum pudor, eu disse:

— Sabia que eu não consigo esquecer aquele dia no sofá?

A risadinha sacana se desfez e ele ficou me olhando sem dizer nada. Jogou a sacola sobre a minha penteadeira e me esperou continuar.

— Eu gosto quando você fica duro assim. Eu fico quente.

Tínhamos bastante intimidade. Provavelmente bem mais do que qualquer outra dupla de pai e filha que eu conhecia. Não havia aquele lance de timidez ou insegurança entre a gente. Estávamos acostumados a falar de quase tudo desde que eu era bem pequenininha, tínhamos certa liberdade. Foi por isso que no momento seguinte, eu avancei minha mão abaixo da linha da sua cintura e agarrei o volume dentro da calça jeans.

— Aquele dia eu fiquei bem quente, papai. Pegando fogo!

Não falamos muita coisa depois e quando percebi, meu pai estava abrindo o cinto, o zíper e abaixando as calças até as coxas. Aquela foi a primeira vez que pude apreciar o seu pênis mais de perto, com mais atenção, e era algo maravilhoso. Roque gostava de estar sempre depilado e com a luz do meu quarto dava para ver cada detalhe daquela coisa enorme à minha frente. Seus dedos seguraram uma das minhas mãos e a levou para seus testículos, me ensinando a acariciá-los. Eram macios e eu os apalpei um pouco antes de segurar com firmeza o tronco do pênis. Os meus dedos eram tão finos que eu quase não conseguia apertá-lo todo.

— Era isso que queria fazer, filhinha?

Eu estava bestificada e só consegui acenar que sim, agora empunhando melhor aquele pau e massageando para cima e para baixo. Depois de segurar bastante e fazer carinho, o sentindo cada vez mais inchado e cheio de veias, papai me ensinou a masturbá-lo e nos sentamos na cama para isso. Suas calças caíram até seus tornozelos e ele afastou melhor suas pernas para me deixar mais à vontade. Tudo nele era extremamente excitante. As coxas lisas, os músculos, a cabecinha rosada, as bolas macias… aquela sensação de molhado dentro da calcinha voltou logo em seguida.

— Estou fazendo direitinho, papai?

Ele respondeu fazendo um carinho em meu rosto, enquanto eu lhe batia uma punheta. Estávamos sentados perto um do outro e em pouco tempo, uma de suas mãos estava alisando a minha coxa. Eu ainda estava com a saia nova e o deixei suspender como ele queria. Já dava para ver a minha calcinha e os olhos dele fixaram entre as minhas pernas. Com habilidade, papai fez eu parar um pouco a masturbação e me botou em pé em sua frente. Ouvi o zíper da saia descer e em seguida, estava de lingerie em sua frente. Ainda de costas para ele, o senti alisar o meu bumbum de leve e então, ele me puxou para trás, me fazendo sentar em seu colo. Senti aquela rola grossa passar bem no meio da minha bunda.

— Deixa o papai esfregar um pouco em você, Mica. Vem cá, vem!

Eu tinha sido comida sem dó em uma transa pública há algum tempo. Deixar meu pai esfregar o pau em minha bunda nem chegava a ser algo que eu considerava pervertido àquela altura.

Atrás de mim, ele apertou os meus peitos por sobre a blusa e o ouvi gemer enquanto me fazia rebolar em seu colo. Sentia que o xixi já estava encharcando a minha calcinha lá embaixo e quando ele puxou a minha roupa para baixo e eu olhei para a minha própria vagina, vi algo viscoso escorrer dela, o que me fez entender que aquilo não era urina. Papai deu duas esfregadas bem no meio da minha bunda, me causando um arrepio impressionante. Circundou minha cintura e levou a mão à minha vagina. Senti seus lábios se colarem em meu ombro pouco antes dele sussurrar atrás de mim:

— O papai vai brincar um pouco na sua bucetinha.

Estava um pouco tensa, mas claro que eu deixei. Abri as pernas e ele ficou passando a ponta do dedo médio entre os meus pelos. Sua outra mão ganhou espaço por baixo da minha blusa e ele apertou meu mamilo. Àquela altura, eu estava completamente arrepiada e cada vez mais excitada.

— Isso é… muito gostoso, papai!

A ponta daquele dedo entrou um pouco mais e enquanto ele me penetrava, seu indicador brincava em meu sininho. Estava prestes a sentir meu primeiro gozo chegando. Papai me fez rebolar em seu colo e enquanto eu sentia aquele monstro roliço pressionando meu bumbum por baixo, ele já tinha metido mais da metade de seu dedo dentro de mim.

— Que delícia de bucetinha, Mica. Bem quentinha… molhadinha!

Ele começou a me elogiar e a cada nova frase daquelas, eu me arreganhava ainda mais. Pouco depois, senti minha blusa ser suspensa e mesmo ainda às minhas costas, comigo sentada em seu colo, papai deu um jeito de botar um de meus peitos na boca e começou a chupar. Me lembro cada uma das sensações daquele momento erótico. Os lábios acariciando minha pele, a língua passeando no mamilo, a saliva molhando a minha aréola rosada… poucas coisas tinham sido mais prazerosas que aquilo na época.

— Uau, papai! Eu estou… eu estou me sentindo tão quente!

Pouco depois de mamar em minha teta, papai tirou a minha calcinha de vez e me botou sentada de bunda empinada em seu colo. No calor do momento, eu tinha certeza que ele ia me foder ali mesmo, em cima da minha cama, dentro do meu quarto, com a porta aberta, mas ele ainda estava se segurando. Feito um tarado, suas mãos seguraram firme minha bunda e papai ficou sarrando a cabeça do pau entre as minhas pernas, vencendo cada uma das minhas defesas, me deixando cada vez mais trêmula de prazer.

Comigo ainda sentada, ele me fazia subir e descer, e a cada vez que meu corpo deslizava em cima daquela rola, mais tesão eu sentia. Por várias vezes senti a cabeça passar bem entre os meus lábios e era certeza que ele estava carregando o melado entre minhas pernas para o meio da minha bunda. Eu só conseguia pensar coisas cada vez mais pervertidas. Quero que ele meta bem dentro da minha xoxota… igual da primeira vez… meta tudo bem dentro de mim…

Ficamos naquela esfregação por bastante tempo até que papai começou a me apertar cada vez mais forte e passou a gemer no processo.

— Ah, filhinha! Que delícia essa bucetinha! Como você é quentinha!

A mim estava igualmente gostoso e eu relaxei completamente em seu colo. Queria muito ser penetrada por meu pai, mas quando achei que ia acontecer, senti algo quente e viscoso sendo esguichado em meu sexo, me melando toda.

Ele… está gozando… ele está gozando em mim! Oh, meu Deus!

Feito um animal feroz, ele me enlaçou o corpo com força e ficou urrando em minhas costas enquanto sua pélvis se movia com cada vez menos velocidade embaixo de mim. Ele tinha ejaculado e como não tinha sido exatamente dentro, me senti um pouco rejeitada. Eu tinha sido induzida a achar que o sexo quanto mais sujo fosse, melhor era para a mulher e não fazia a menor ideia que meu pai gozando fora de mim significava que ele não queria me engravidar. Assim que os esguichos pararam, eu me virei para ele e perguntei se tinha feito algo de errado.

— Você não fez nada de errado, meu amor. Você foi ótima. Fez tudo direitinho.

Olhei para baixo e seu pau começava a perder rigidez. A cabeça estava inteira melada de esperma e eu sentia meus próprios pelos encharcados dele.

— Por que não fez dentro de mim?

Carinhosamente, ele segurou meu rosto e após me dar um selinho salgado de suor, me explicou com paciência:

— Sexo é gostoso, meu amor, mas temos que tomar certos cuidados.

Depois das lições sobre reprodução humana, passamos quase uma hora na banheira juntos e estreitamos ainda mais a nossa relação amorosa. Eu estava agora irremediavelmente apaixonada por meu próprio pai e não queria que nada nos separasse.

Eu te entendo perfeitamente princesa Electra!

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