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Capítulo 6 - Lição de casa

DURANTE O GANGBANG na casa de praia, eu tinha sido penetrada de várias maneiras em muitas posições e embora me lembrasse pouco do ocorrido devido meu bloqueio de segurança, eu tinha certeza que ninguém tinha enfiado um pinto em minha boca. É claro que aquela tinha que ser outra exclusividade de Roque.

Depois do esquenta na poltrona, papai trancou a porta do quarto e me levou até a cama de casal que dividia com Carla. Tirou toda a sua roupa e pediu para que eu me sentasse na beirada do colchão. Aquele pinto estava incrivelmente duro e dava para ver as veias em sua superfície. Eu estava ainda mais nervosa e então, Roque se aproximou.

— Eu sei que você deve ter visto alguém praticar sexo oral na casa do seu avô, querida, e eu quero que você experimente com o papai, tá?

Acenei que sim.

— Eu quero que abra a boquinha e coloque a sua língua um pouco para fora.

Obedeci.

— Isso. Agora se incline um pouquinho…

Me inclinei.

— Assim mesmo, meu amor.

Na sequência, ele deu um passo para frente e aproximou a glande da minha boca, passando suavemente em meus lábios antes de deixá-la tocar minha língua. Sem segurar em seu membro, senti aquela coisa dura bater no céu da minha boca e então veio a instrução:

— Feche a boca levemente e chupe como se fosse um picolé, Mica.

Fechei os olhos e obedeci. Foi a primeira vez que senti seu gosto. Chupei duas vezes e então o encarei, me certificando que estava fazendo direito. Ele segurou meus cabelos com uma das mãos e fez um leve movimento em minha nuca, me impulsionando mais para a frente.

— Assim, meu amor. Continua chupando. Sua boquinha é muito macia.

Ousei segurar com a minha mão direita e continuei fazendo o movimento que ele queria, me guiando pela nuca. Senti que ele gemia todas as vezes que movimentava a língua em torno da glande e então comecei a fazer mais vezes.

— Movimenta os dedinhos para cima e para baixo, amor…

Ele queria que eu o punhetasse enquanto o chupava, então comecei a aprender como ele gostava. Com movimentos circulares da língua em sua glande, chupando com força da metade de seu pau para cima e sem parar de masturbar.

— Oh, Mica! Você é maravilhosa!

Eu dei um sorriso e então continuei fazendo até que ele me pediu:

— Olha nos olhos do papai, olha, meu amor!

Aquela era a última lição. Ele também adorava que eu o encarasse lá de baixo enquanto o chupava bem gostoso. Eu só queria obedecer. Aquele pau era delicioso.

Naquele mesmo dia, depois do meu aprendizado na boa arte do boquete, meu pai se certificou que mamãe ainda demoraria mais um pouco na casa da tia Elisa após ligar para ela como confirmação e aproveitamos sua ausência para praticar mais. Ele me deitou de bruços na cama macia dos dois e tratou de me deixar pelada. Outra vez, criei várias expectativas quanto à penetração — eu estava obcecada por isso e chegava a sonhar que Roque estava me comendo bem forte — e senti cada pelo de meu corpo se arrepiar só em sentir aquela mão pesada acariciando a minha bunda.

— Agora o papai vai retribuir, meu amor.

Ele então me virou de frente e fez eu me deitar mais ao centro do colchão. Logo em seguida, se joelhou na cama com aquele pau ainda duro entre as pernas e suas mãos fizeram eu me abrir um pouco mais para ele.

— Olha essa delícia!

Roque lambeu os próprios lábios enquanto mirava a minha vagina aberta. Com o polegar, ele fez um carinho em meus pelos que, àquela época, já estavam bastante vastos e ruivos em minha virilha, depois o empurrou levemente para baixo, tocando o meu sino.

— Humm, papai! Adoro quando você toca o meu sininho!

Me arreganhei mais para ele e um sorriso pervertido se alargou em seu rosto másculo. Cara! Eu adorava quando ele me olhava com aquele jeito que queria me comer inteira!

Eu já começava a pulsar por baixo só em imaginar que, finalmente, ele me foderia, mas então, Roque se abaixou entre as minhas pernas e enfiou o rosto na minha vagina. Antes de começar a me estimular com sua boca e sua língua, ele sussurrou:

— O papai estava louco para sentir o gosto dessa bucetinha, meu amor!

O polegar ainda estava esfregando de leve o meu clitóris, mas quando ele deu a primeira lambida entre os meus lábios de baixo, foi como se eu tivesse sido atingida por uma onda de prazer que percorreu a região das minhas coxas até o último fio de cabelo em minha cabeça. Eu me joguei para trás e meus dedos agarraram automaticamente o lençol sobre a cama. Eu ainda não tinha o costume de falar palavrões àquela época, mas se falasse, teria soltado um “CARALHO” bem alto.

Roque começou a enfiar sua língua entre as minhas pernas e conforme me lambia, seus lábios sugavam minha xota alternando delicadeza com força, me deixando completamente maluca. Por um tempo, eu perdi a noção de onde eu estava ou o que estava fazendo e só queria que ele continuasse a me chupar.

— Ai, papai! Que gostoso… Oh, papai!

Eu tentava fechar as pernas espasmando sobre a cama e ele as mantinha ainda mais abertas. Enquanto me chupava feito um bicho sedento, seus olhos ficavam cravados nos meus lá de baixo. Enfiava a língua, circundava meu grelo, chupava, lambia e então fazia barulho com a boca.

— Papai… Papai… Eu vou fazer xixi!

Eu gemi tão alto naquele quarto que duvido que a Lourdes não tenha ouvido aquele dia. Puxei o lençol com força e então enfiei a cabeça em um dos travesseiros, sentindo aquela coisa quente e molhada saindo do meio da minha xota. Eu tinha gozado com tanta intensidade — embora não soubesse na época — que eu encharquei a cama de mamãe e Roque ficou lá, só me observando, vendo eu me contorcer toda. Parei um instante ofegante e quando o olhei, ele estava dando beijos em minha buceta, tarado.

— Nossa, papai! Isso… Isso foi incrível. Quero de novo!

Vocês se lembram que meu pai fazia tudo que eu queria desde a minha infância? Nem preciso dizer que ficamos mais de uma hora dentro daquele quarto com ele me chupando e foi maravilhoso. Quando mamãe chegou da rua, eu estava feliz da vida em meu quarto e com o corpo inteiro mole. Mal conseguia esperar para a próxima vez em que estaria com meu pai.

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