3 O início de tudo
Era mais um dia de trabalho normal na vida de Ariadne Llosa, a bela que tinha todos os homens aos seus pés. Ela passeava pelas ruas de Nova York sentindo o cheiro do luxo misturado à decadência que perdurava àquele lugar caótico. Depois de sair de uma luxuosa loja de artigos eróticos no centro de Manhattan, Ariadne seguiu para seu apartamento que ficava no centro da cidade, coisa muito cara, mas com o que ganhava por cada trabalho realizado, ela podia morar até mesmo em um palácio se quisesse.
— Bom dia, senhor Burns! — gritou para o senhor que vendia cachorro quente do outro lado da rua, era inverno e estava muito frio.
Ariadne era conhecida pelo bairro, mas havia algo sobre sua vida que ninguém ali conhecia. Para seus vizinhos ela era herdeira de uma família muito rica da Escócia e por isso vivia ali, mas na verdade, Ariadne era o que se podia chamar de “PROSTITUTA DE LUXO”. Ela adorava fazer sexo com os homens, pois gostava do dinheiro e também do prazer que s mesmos a proporcionava. Mas as vezes, alguns pagavam rios de dinheiro por um prazer mais acentuado, eles pediam para serem dominados por ela. Muitas das vezes Ariadne era paga apenas para dominar, fazer dos homens seus escravos sexuais e isso a deixava fascinada. Mas antes de chegar onde chegou, essa imponente mulher teve de enfrentar grandes desafios e um deles foi sair de seu país de origem e se aventurar na mais perigosas das travessias, a fronteira dos Estados Unidos com o México
***
Filha de mãe solteira e pai desconhecido, essa jovem peruana se mudou para os Estados Unidos na esperança de obter uma vida melhor, mas ao chegar ali, a vida lhe deu seu primeiro golpe. Como tantos outros que arriscam a vida em busca do sonho americano, ela conseguiu, teve sorte ao conseguir fazer a que todos conhecem como a travessia mais perigosa do continente. Só que depois de pensar estar segura em solo americano, Ariadne foi covardemente estuprada por três rapazes que se disseram seus amigos, os mesmo que arranjaram para ela vir morar na América.
Por vários dias ficou sem chão, com vergonha de falar com sua mãe a respeito do ocorrido, ela decidiu aguentar tudo aquilo sozinha até que que todo o seu dinheiro acabou. Pensou em procurar ajuda na polícia, mas por ser estrangeira ela teve medo de ser pega e deportada, o que para Ariadne foi uma tristeza e para completar sua desgraça, a moça passou a ser ameaçada de despejo do pequeno apartamento em que morava caso não pagasse o aluguel que devia, o que já se somavam seis meses. Desesperada e sem ter para onde ir, a jovem resolveu procurar trabalho, mas sendo estrangeira e sem muito estudo não tinha muito o que fazer, até chegar a uma boate no Bronks. O homem era enorme, cerca de 40 anos, cabelos compridos na altura dos ombros, musculoso e com uma barba acentuada.
—O que você quer, menina? —ele perguntou erguendo-se diante dela. A jovem olhou assustada aquelas tatuagens que cobriam os braços daquele moço.
—Eu só queria saber se vocês não estão precisando de garçonete aqui. —falou desconfiada.
—Olha, precisando até que eu estou. Só não sei se você vai querer atender a minha clientela. —respondeu olhando-a da cabeça aos pés.
—Se sua clientela não quiser me matar, já é um bom começo. —prontamente deu a resposta.
O homem a sua frente suspirou profundamente balançando a cabeça repetidamente para frente e para trás, até que abriu o jogo com Ariadne.
—Escuta aqui, moça, como você já deve saber, esse bairro aqui é barra pesada e tem vezes que os clientes procuram por serviços mais... como eu posso dizer...
—Já sei. Seus clientes procuram por programas, não tem problema pra mim não. Eu já tô ferrada mesmo e... tanto faz. —respondeu de forma firme.
—É estou vendo que você é bem decidida. Pode vir trabalhar aqui então. Você sabe dançar? Pois se souber pode ganhar ainda mais do que fodendo com os caras. —ele comentou com um rindo de forma cínica.
—Eu posso aprender. Sou muito prática para aprender as coisas.
O dono do bar assentiu e se apresentou para Ariadne como sendo, Michael Osmen. Ariadne também se apresentou e M, como preferia ser chamado, sugeriu que ela criasse um nome de guerra para usar durante o trabalho, para não pegar mal na sociedade muito preconceituosa, embora a jovem não se importasse muito, ela acatou. M não parava de tirar os olhos de Ariadne e disse que ela precisaria fazer um teste antes de começar, assim ele mesmo poderia dar um codinome a ela. A moça perguntou que tipo de teste seria, então o homem a conduziu até um cômodo que ficava nos fundos do bar, lugar onde ele costumava guardar o que não era útil naquele instante, assim que entrou a moça sentiu seu coração acelerar, ela já sabia de que tipo de teste M estava se referindo.
—Pode ser aqui. —ele falou levando a mão entre as pernas e apertando o membro. —Quer mesmo trabalhar para mim? —novamente perguntou.
—Já disse que sim. Vamos fazer o teste...
M sorriu e então se aproximou de Ariadne percorrendo os lábios com a língua e num movimento súbito ele a agarrou pela cintura e a beijou com vontade. M colocava a língua preenchendo toda a boca da jovem e ela começou a gostar daquele toque, embora certas coisas a fazia se lembrar dos momentos horríveis que passou nas garras de seus algozes, mas aquele homem ali era diferente e ela poderia ter encontrado a chance de mudar de vida, só não sabia se a mudança seria boa ou ruim.
—Nossa, você parece ser muito gostosa. — o homem falava enquanto começou abria o zíper da calça de Ariadne e depois de fazê-lo, começou a massagear sua intimidade, ela gemeu com as carícias. —Nossa, e é apertadinha, que delícia. Me diga, boneca, você é latina, não é mesmo?
—Si...
—Y donde eres, mi amor? —perguntou falando em espanhol.
—Yo soy de Peru. —respondeu ela gemendo e percorrendo a língua com os lábios.
—Pois eu vou comer você bem gostoso agora. Senta aqui, boneca, senta que o papai aqui vai se deliciar com essa latina gostosa. Vou te chupar até você gritar...
Ariadne lembrou que não foi bem aquele desfecho que ela pensou em ter ao chegar nos Estados Unidos, mas como já não podia mais voltar para casa, ela decidiu viver aquele momento, pelo menos prazer poderia ter com aquele homem desconhecido que a via apenas como um suculento pedaço de carne pronto para ser devorado.
M sentou Ariadne sobre uma mesa de madeira e abriu suas pernas, tudo isso enquanto ele fazia gestos obscenos com a boca, em seguida depositou o rosto no meio das pernas da garota e começou a estimular sua intimidade com a língua. Ariadne sentia suas pernas tremerem, ela nunca havia feito daquele jeito, aliás, nenhum homem jamais a havia tratado daquela forma. As poucas vezes que teve sexo foram todas de forma tosca, com os homens apenas penetrando-a feito cachorros no cio, mas M, M estava lhe proporcionando um prazer sem igual, ele a segurava pelas nádegas enquanto a estimulava cada vez mais intensamente, as pernas dela começaram a tremer involuntariamente pelos constantes orgasmos que sentia, até que chegou ao primeiro clímax que a levou a loucura como nunca antes.
—Uau, que delícia. Nunca tinha chupado uma xana tão gostosa em toda minha vida e olha que já chupei muitas. —falou enquanto enfiava o dedo na intimidade da jovem.
Com as pernas ainda bambas, Ariadne perguntou se não poderia aparecer alguém por ali naquela hora, M disse para ela ficar despreocupada, pois só abriria o bar no dia seguinte, então, completamente exposta da cintura para baixo, ela abriu o zíper da calça do homem à sua frente e retirou seu membro rígido, ficou de joelhos diante dele e enquanto o olhava, ela o pôs na boca e começou a fazer sucção.
—Uuuu, que delícia boneca. Isso, chupa gostoso até me fazer gozar, vai fofura!
Ariadne massageava e sugava ao mesmo tempo, enquanto M alisava seus cabelos, ele também fazia movimentos para frente e para trás na boca dela e aquilo elevava a libido dos dois ao extremo. Até que ele pediu que ela parasse.
—Por que? Não estava gostando?
—Pelo contrário, eu estava adorando, mas agora quero ver como você é por dentro, por que eu estou louco pra te comer bem gostoso. Vira de costas, vai.
Ariadne ficou de costas para M e abriu as pernas empinando a bunda para trás. M deu um tapinha e disse que ela tinha uma bundinha deliciosa. Logo ele retirou uma camisinha do bolso, colocou e se encaixou por entre as pernas de Ariadne penetrando-a. Ela soltou um gemido ao sentir o enorme membro do homem entrando dentro dela, jamais havia ficado com um homem que tivesse um membro tão grande e grosso, mas quando M começou a fazer os movimentos para frente e para trás, aquilo causou uma estase na mulher e ela começou a rebolar para ele.
—Isso, bonequinha, rebola no meu pau, vai, rebola gostoso que é assim que eu gosto!
De igual modo, Ariadne também começou a dizer palavras picantes.
—E como não rebolar num pau gostoso desses? Eu nunca tive um pau desse tamanho, é uma delícia. Vai, mete mais forte, vai! —ela pediu e M atendeu seu pedido, ele a penetrava de modo a fazer seu membro deslizar dentro da jovem, fazendo-a urrar de tesão, deixando-a completamente molhada e ela queria que aquele momento não acabasse e durante o ato teve um pensamento que assim que terminasse com M, ela iria lhe fazer a proposta.
—Tá gostoso, tá, minha boneca? —perguntou respirando de forma ofegante na nunca de Ariadne. —Toma vai, toma meu pau delicioso entrando e saindo de dentro de você. Chega está escorrendo de tanto tesão, gostosa, então toma, grita no meu pau, safada!
Os movimentos de M deixaram Ariadne com as pernas trêmulas, ela gemia enquanto aquele homem que ela mal conhecia fungava em seu ouvido e empurrava o membro rígido e enorme por suas entranhas, até que não aguentando mais, ela sentiu como se fosse explodir pelo orgasmo intenso que sentiu. M também não segurou mais e gemeu feito um urso selvagem enquanto o líquido quente enchia o preservativo, em seguida ele retirou seu membro de dentro da garota, devagar e deu um longo suspiro de satisfação.
—Garota, não é por nada não, mas você é uma das mais gostosas que já tive em toda a minha vida. Que buceta deliciosa. —ele falou ficando de joelhos e lambendo as partes de Ariadne. A garota sorriu, mas também ergueu a cabeça e mordeu os lábios de leve. —Você vai fazer muito sucesso por aqui, pois vão querer pagar caro pra foder você. —concluiu levantando.
A jovem pegou o lenço de papel oferecido a ela por M para que se limpasse, em seguida ela vestiu a calcinha e depois a calça jeans. O homem mais uma vez suspirou e com o ar de preocupado, atentou-se para algo que não prestou muita atenção antes.
—Ariadne, eu me empolguei com você e tudo mais, mas...
—Mas, o que? Você me fode de graça e depois vem me dizer que eu não sirvo para o serviço, é isso? Seu cafajeste? —ela berrou.
—Não! —ele exclamou. —Claro que eu adorei você. É que... você não é menor de idade, é? Eu não quero confusão pro meu lado!
— Não, eu tenho 23 e posso provar, minha documentação está aqui na bolsa e...
—Não, não precisa, mas é bom estar com eles quando começar a trabalhar, pois você tem a maior cara de menininha e isso poderá ser um problema caso os tiras vierem aqui.
—Está bem —ela concordou. —Mas tem uma coisa que eu gostaria que você fizesse por mim.
—Até mil coisas, gostosa. Fala o que você quer? E olha, mesmo você servindo os caras, eu também vou querer essa sua bundinha de vez em quando. —comentou mais uma vez passando a mão no bumbum de moça.
—Vai poder ter ela sempre que quiser, do mesmo modo eu não vou querer ficar muito tempo longe desse pau, eu quero sempre essa delícia dentro de mim. Mas o que eu tenho a dizer é que você não me ponha pra transar com homens muito feios e velhos, por favor.
Novamente M suspirou profundamente. Depois voltou-se novamente para a garota dos olhos verdes.
—Está bem, eu faço isso. E também não ia mesmo deixar que esses velhos nojentos metessem em você, eles não merecem. Você só vai ficar com os mais... “boa pinta” e comigo. Agora vamos, pois eu tenho outros assuntos para resolver. —falou ajeitando o membro ainda duro, na calça.
—Está bem. E quando eu começo?
—Pode começar na sexta-feira, a casa vai estar lotada e não se preocupe com o que vestir, aqui temos o uniforme, tem um que vai te servir direitinho.
Ariadne saiu daquele bar sem saber mesmo quem ela era de verdade. Sua vida iria tomar um rumo completamente diferente do que ela havia sonhado, mas, ela tinha esperanças de um dia alcançar tudo o que sempre sonhou, mas por hora ela iria focar no novo trabalho, pelo menos prazer e um pouco de dinheiro ela tinha certeza de que conseguiria. Ademais, precisava mandar dinheiro para a sua mãe doente.
