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4 Descobrindo o meu corpo

O dia de começar no trabalho finalmente chegou e Ariadne estava um tanto nervosa, talvez M iria aliviar sua barra e ela não precisaria transar com ninguém em sua estreia, ou, ele faria como nas histórias em que os donos de prostíbulos costumavam leiloar as recém chegadas. Tudo poderia acontecer, mas ela não se importava. Conversou com o senhorio e disse que logo pagaria os alugueis atrasados. O homem aceitou e decidiu esperar. Chegando no bar, todos a olharam, aqueles cabelos ondulados na altura da cintura, bumbum empinado e seios fartos era tudo do que muitos ali precisavam. Além do mais, Ariadne tinha um par de olhos verdes que encantava a todos que os via, além de lábios carnudos e apetitosos.

—Olha só, hoje eu vou me esbaldar. —disse um velho barrigudo sentado à uma mesa próxima do palco.

—Nada disso —M falou depositando uma das mãos no ombro esquerdo do idoso. —Ela é estreia e hoje só vai servir e dançar. Se quiser tê-la vai ter que desembolsar 10 mil dólares. Você não tem esse dinheiro, tem, Frank?

Ariadne sorriu, M sorriu de volta. Ele estava muito bonito, vestido em um terno azul marinho feito de cetim laminado, usava um sapato de pele de cobra e várias joias como anéis e pulseiras, todas em ouro e prata. M não era um qualquer, disso Ariadne tinha certeza. “Esse homem pode ser exatamente do que eu preciso para deixar essa vida de miséria”. Pensou e sorriu para o novo patrão.

M a levou até o camarim onde as meninas trocavam de roupa, as demais olharam para ela como se estivessem com nojo, mas na verdade, sempre que chegava uma garota nova elas se sentiam ameaçadas e não era para menos, Ariadne era muito linda e havia passado pela prova do patrão.

—Meninas, só um omento. Essa é Dayse, ela vai trabalhar aqui conosco e eu quero que vocês a tratem muito bem. —de forma seca ele comunicou. — Pode ir se arrumar.

Uma das meninas que era conhecida por, Nora, veio até Ariadne, que passaria a se chamar Dayse, tomou-a pela mão e a levou para se trocar.

—Eu sou Nora e não liga para a forma com que as outras te olham não, elas são invejosas assim mesmo. — gentilmente a mulher falou.

—Sou Ari... Dayse. Fico grata por me ajudar. Qual roupa eu devo vestir? — perguntou timidamente.

—Vista isso. Via te deixar parecendo uma bonequinha.

Era um vestido muito curto e azul escuro, tinha um decote que ia do pescoço até chegar ao umbigo e alguns detalhes em dourado, nada muito chamativo, porém bastante sensual. Dayse foi para o salão servir e diretamente sentia homens passar a mão em sua bunda, aquilo a incomodava, mas sabia que deveria prosseguir. Ela cumpriu seu primeiro dia de trabalho e M não deixou que ela se deitasse com nenhum deles, porém, um empresário que costumava frequentar o local, viu Dayse e se interessou por ela, foi até M e perguntou quanto teria de pagar para transar com a garota nova.

—E você não errou em escolher, ela é maravilhosa, só que foi o primeiro dia dela aqui e...

—Eu pago o quanto você pedir. —o homem mais baixo propôs.

— Preciso ver se ela está disposta, pois trabalhou a noite inteira e depois você pode reclamar que ela não o satisfez. Não quer deixara para hoje à noite? —sugeriu o dono do bar.

—Diga a ela que eu pago mil dólares pra ela e mais mil pra você. Eu só quero meter mesmo, cara. Fala com ela...

M foi até o camarim e Ariadne já havia mudado de roupa, o dia estava quase amanhecendo e ela estava exausta de tanto caminhar de um lado para outro, servindo mesas. Ele comentou da proposta do empresário e mencionou a quantia oferecida por ele.

— Pensa bem, dos mil que ele me pagar eu tenho que te dar 30 por cento e mais os mil de gorjeta, você vai ganhar mil e trezentos dólares num dia só pra foder com um cara por alguns minutos. Se bem que eu tô até com inveja dele. —M falou mordendo os lábios.

Ariadne viu que aquele dinheiro era mais do que ela precisava para pagar seu aluguel e ainda comprar umas coisas das quais necessitava, além de poder sobrar algo para a sua mãe.

—Está bem, diga a ele que eu vou.

—É assim que se fala, garota. E olha, ele não é tão feio assim, até que dá pro gasto. Vou mandar preparar o quarto pra vocês!

A garota dos olhos verdes correu e foi logo tomar um banho, Nora percebendo tudo, foi ajudá-la, ela ainda não tinha ido embora, o que foi bom, pois nunca ninguém havia oferecido uma quantia tão grande por uma garota.

—Algo me diz que você ainda vai longe, menina. —comentou sorrindo, a mulher mais velha.

***

Depois de preparada devidamente, Dayse entrou no quarto todo ornamentado para esperar seu primeiro cliente. O local era todo decorado com vasos e flores artificiais, mas que davam um ar de sofisticação ao ambiente, as cortinas nos tons de vermelho escuro e marrom deixavam o lugar anda mais misterioso e a cama muito larga era coberta por uma colcha vermelha em veludo e travesseiros no tom de cinza. Dayse sentou-se sobra a cama, ela nunca havia estado numa daquelas, pelo menos não tão luxuosa. No teto havia um lustre com várias lâmpadas, mas as luzes não eram tão brilhantes, tudo para que o sexo ocorresse da melhor forma possível. A jovem sempre imaginou que os quartos no estabelecimento onde trabalhava fossem como os quartos de motéis, com camas redondas e tudo mais, mas ali era diferente, era como se fosse um quarto comum, talvez fosse assim para não levantar suspeitas de que ali rolava prostituição.

Finalmente o cliente chegou. M estava certo, ele era um homem bem bonito. Vestia uma camisa marrom de mangas compridas e uma calça social preta, os sapatos também eram elegantes e pareciam terem custado muito caro. Ele estava usando óculos escuros, mas quando entrou no quarto os tirou revelando os olhos cor de âmbar. Era alto, cerca de um metro e oitenta com um físico de dar água na boca. “Divirta-se, Ariadne”. Ela novamente pensou e sorriu para o homem, mordendo os lábios e suspirando profundamente.

—De perto é ainda mais linda. —ele a elogiou olhando para ela dos pés à cabeça. Dayse apenas deu uma erguida na cabeça como quem soubesse que era. —Eu tenho uma fantasia.

—É só dizer que eu realizo. —respondeu na ponta da língua.

—Oh, que delícia. É coisa simples, mas eu adoro fazer...

—E o que é? Envolve algo peculiar? —perguntou com uma voz provocante.

—Não! Consiste apenas em estar do jeito em que você está, toda arrumada, mas sem calcinha para eu poder meter em você por trás.

—Só isso? —ela sorriu. —Eu adoro fazer assim também, se é que você me entende. Mas pode começar quando quiser, realize seus desejos mais íntimos em mim. Não vai querer uma bebida antes?

—Já passei a noite inteira bebendo, eu quero mesmo é me embriagar dentro de você.

—Tudo bem. — disse ela. — Pra que ficar enrolando? Vamos ao que interessa!

O homem não perdeu tempo e agarrou Dayse pela cintura e a beijou. Ao sentir seus braços ela notou que aquele homem era espetacular e pensou no prazer que sentiria a seguir e na grana gorda que receberia depois. Ele então ergueu o curto vestido retirou a calcinha da mulher, em seguida a penetrou com o dedo médio enquanto seguiu beijando, Dayse fica toda molhada, seu corpo quer muito aquele homem dentro dela.

—M tinha razão, você é mesmo muito gostosa, apertada e quentinha. Vou adorar te foder, gostosa. —ele falava enquanto lambia o pescoço da garota, ao mesmo tempo a estimulava com rapidez em sua intimidade. Então a mulher se esquiva um pouco.

— Tira a camisa e me deixa ver esse corpo maravilhoso, gato. E me fala o seu nome também —ela pediu mordendo os lábios.

—Brandon, me chamo Brandon. E você? M não me disse o seu nome...

—Você pode me chamar de Dayse e eu vou te levar à Lua, Brandon...

Sem mais nada a dizer, Brandon tirou a camisa revelando os músculos de seu tórax, a mulher dos olhos verdes deu um sorriso safado e se colocou de joelhos na frente do homem, em seguida ela abriu suas calças e retirou seu membro rígido e o pôs por completo na boca. Brandon ergueu a cabeça por causa do prazer sentido e pediu a Dayse que chupasse com força, assim ela fez. Despois de alguns minutos ela se levantou, caminhou de forma sensual e se apoiou sobre a mesa que ficava no canto superior do quarto e abriu as pernas empinando a bunda. Para deixa-lo ainda mais maluco de desejo, Dayse começou a rebolar chamado o homem para si.

—Que delícia, gostosa...

Brandon se aproximou de Dayse, se encaixou por entre suas pernas e a penetrou, ele também começou a massagear a intimidade enquanto penetrava.

—Ai, que apertado, parece que meu pau está sendo massageado de uma extremidade à outra, que delícia! —dizia Brandon em meio a gemidos e sussurros. Dayse também gemia por sentir o membro de Brandon dentro dela, não era como o de M, mas era igualmente prazeroso.

Enquanto era penetrada, Dayse pensava no que poderia conseguir dali para frente, fama, reconhecimento e talvez, riqueza e tudo à custa do prazer que passaria a sentir a cada cliente atendido, então ela ergueu uma das pernas e apoiou sobre a mesa, deixando a penetração ainda mais prazerosa, foi assim que ela sentiu ainda mais tesão.

—Que delícia, que pau gostoso eu quero mais, mais. Não para gostoso, me come com força, vai, come essa bucetinha linda que só quer esse seu pau deslizando dentro dela vai, safado.

Essas palavras deixavam Brandon com ainda mais tesão, então ele a afastou um pouco da mesa, mas sem sair de dentro de Dayse, começou a caminhar e enquanto os dois se moviam colados um no outro, Brandon seguia fazendo movimentos para frente e para trás, a garota ria de tão divertido e prazeroso que aquilo era. Caminhar enquanto um homem penetra sua intimidade, experiência que Dayse jamais pensou em viver. Assim que chegaram na cama, ela ficou de quatro e ele seguiu penetrando, parando apenas para que os dois retirassem o restante de suas roupas.

—Agora eu te quero pelada. —ele falou, Dayse ficou encantada com a beleza daquele homem e desejou que todos os seus clientes fossem como Brandon e como M. Ela empinou ainda mais a bunda e empresário dava tapas de leve enquanto seguia falando coisas picantes. —Ai, meu pau, que delícia. Nunca comi uma buceta como a sua, eu vou te querer mais vezes, Aahhh, eu não quero mais sair daqui...

Dayse abriu ainda mais as pernas deixando o ato ainda mais prazeroso, tanto para ela, quanto para o homem com quem estava. Mas algo peculiar acontecia que Dayse ainda não sabia. Os quartos usados para os programas eram todos monitorados por câmeras escondidas nos ângulos mais importantes do quarto e tudo era assistido em tempo real por M. Com Dayse não foi diferente, ele fazia isso para analisar o desempenho das garotas com os clientes, mas com Ariadne, sua libido foi às alturas e enquanto assistia, M se masturbava forte vendo Brandon a penetrar por trás com tanto tesão. “Preciso ter você de novo, Dayse”. Pensava ele enquanto se tocava. “Dessa vez é a sua bunda que eu quero”.

Enquanto isso, no quarto, os dois seguiam com um sexo selvagem e envolvente, Brandon acelerou os momentos como se fosse a última vez que ia fazer sexo com alguém, enquanto Dayse sentia como se sua intimidade fosse explodir de tesão, novamente o muco lhe escorria por entre as pernas, cada vez que olhava para baixo podia ver os movimentos rápidos do homem com quem transava. O barulho das genitálias unidas proporcionava ainda mais libido, foi então que Dayse novamente sentiu um orgasmo intenso, a hora mais gostosa para ela, o momento de seu clímax e gritou para Brandon não para e sim ir mais rápido. Ele atendeu e diante do orgasmo dela, o homem também encheu a camisinha que usava com seu sêmen quente e espesso.

—Que delícia. —disse ela se jogando sobre a cama.

—É vai valer cada centavo e eu ainda vou querer mais vezes. —exausto, ele comentou.

—Com esse pau e uma boa grana, pode vir quando quiser, minha buceta é toda sua...

***

Depois de se vestir, Brandon pediu um beijo de brinde e Dayse concedeu, em seguida ele deixou dois cheques no valor de Mil dólares cada um e saiu pela porta. Ainda nua, Dayse pegou os dois cheques e novamente se jogou sobre a cama dando gargalhadas, ela nunca havia ganho tanto dinheiro em toda a sua vida e pensava que aquele seria só o começo. Ela estava concentrada que nem viu M entrar no quarto.

—Que susto, é você. — ela comentou e continuou deitada de buço sobre a cama, mas quando menos esperava, M montou em cima dela e a penetrou sem nem ao menos avisar.

— O que está fazendo, M? —perguntou entre gemidos.

—Eu não resisti vendo você com aquele cara, eu tinha que te comer senão ficaria louco. Aahh, delícia.

Dayse ficou pasma com a atitude de M, ela não esperava que ele fosse chegar nela do jeito que chegou, porém não resistiu, se entregou a mais aquele momento de prazer carnal. O homem a seguiu penetrando e gemendo, Dayse não estava acostumada a ter vários homens no mesmo dia, a não ser quando aqueles que se diziam seus amigos, a violentaram, mas pensou também que aquele foi o tipo de vida escolhido por ela, M era o seu dono e o único que não precisava pagar ou pedir. O dono do bar se satisfez o quanto quis em Ariadne até que chegou ao seu clímax, ele retirou o membro, pois estava sem preservativo e terminou sobre a bunda da latina, soltando um gemido abafado. Dayse também gozou, mas não tão intensamente como da primeira vez, estava cansada e com sono.

— Eu entendo por que você está tão quietinha, está cansada. Se quiser pode dormir por aqui mesmo e depois tirar o resto do dia de folga. — ele sugeriu.

—Sério? — a mulher perguntou com um sorriso.

— Sim, você já ganhou o dia hoje. Pode descansar e tirar o dia para resolver as suas coisas.

Ariadne abraçou M e o beijou nos lábios. Ela disse também que para ele, nunca estaria cansada. O homem abriu um sorriso e depois de se recompor, saiu do quarto para que sua joia mais valiosa descansasse.

***

O tempo foi passando e Ariadne ficava cada vez mais famosa, mais e mais homens estavam dispostos a pagarem o preço que fosse por apenas uma noite com ela. A garota conseguiu arranjar um local para morar, que ficava mais perto do trabalho, também começou a enviar dinheiro para sua família no Peru, ela dizia que estava trabalhando em um escritório, por isso ganhava tão bem. O estabelecimento de M seguia cada vez mais frequentado e os principais clientes eram os empresários de Nova York, mas não os mais ricos, mesmo assim, os dois ganhavam muito dinheiro juntos até que um dia...

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