Capitulo 4: Conflitos internos
Sorri, gravando bens os seus intenso olhos verdes ma memoria quando a porta se fechou em meu rosto.
Ela não transou com o imbecil e por um motivo bem desconhecido, aquilo me fez sentir algumas coisa estranhas e que eu não sinto normalmente.
Que merda eu estou fazendo?
É a única pergunta que eu me fiz, não conseguia entender a décima metade do que eu estava fazendo, nada faz sentido. Nada, absolutamente nada.
Eu estava agindo com um impulso constantemente, fazendo coisas sem sentido nenhum.
Balancei a cabeça e peguei minha calça nas mão e me inclinei para colocá-la.
-Que pouca vergonha!!!- ouvi um voz trêmula e baixa atrás de mim. Parei meu trabalho e me virei. Dei de cara um um senhora que olhava para mim com a cara de condenação.
-Bom dia. - acenei com a cabeça e terminei puxando a calça para cima.
-Preciso avisar o síndico sobre essas baixarias, onde já se viu... - ela continuou seu imenso exemplar de insultos enquanto caminhava para o elevador.
-Senhora!!!- ela me encara com os olhos bem abertos. - Acho que uma longa noite de sexo, pode resolver os seus problemas. - Falei assim que as portas do elevador se abriu. Dei uma piscada para ela, que fez um sina da cruz e entrei, a ponto de ouvir:
-O mundo está perdido!!! - Concordo com a senhorinha sem sexo, o mundo realmente estava perdido, essa era a única explicação para tudo. Sexo resolvi muitos problemas, mas com a ruivinha eu tenho certeza que o início de muitos do meus.
O problema é que não consigo parar, não gosto da ideia de não ter mais aquele corpo. O sexo é de longe o melhor, mas me preocupava. Sei que ela é uma mulher independente, e vive uma vida livre, mas e se ela se apaixonar? se começasse a sentir coisas que não eram correspondidas? por que minha liberdade não está em discussão, com certeza não está.
Eu gosto de ficar com a mulher que eu quiser, sair para onde eu quero e fazer o que quero sem ter que dar satisfação do que faço. O gosto da liberdade é bom demais para me amarrar.
A questão é que eu não sei o que está acontecendo, estou o tempo todo sem controle das minhas ações, fui contra a todos os os meus princípios. Eu não vou atrás das mulheres, elas vem até a mim, e com a Ruby não poderia ser diferente, mas o negócio é que isso está acontecendo.
Me encarei no espelho do elevador.
-O que você está fazendo, cara? - dei dois tapinhas na testa e respirei fundo.
Olhei o relógio que marca sete e vinte e corro para minha casa, tudo que eu quero é deitar e tentar esquecer as loucuras que ando fazendo.
-Acorda!!!! - A voz de Cecilia soou bem alto no meu ouvido - Já passou da hora do almoço
-Acorda!!!! - A voz de Cecilia soou bem alto no meu ouvido - Já passou da hora do almoço.
Resmunguei, e cobri minha cabeça quando a claridade alcançou meu rosto. Odeio ser acordado, e Cecilia é mestre nisso. Ela é uma senhora bem simpática, na menor parte do tempo, na maioria, ela está sempre no nosso pé.
-Markito, levanta logo!!! - ela puxou minha coberta eu eu me encolhi resmungando - Sua mãe tem razão, se vocês tomassem jeito e arrumassem um esposa, com certeza você não estaria até tarde dormindo depois de uma noitada. Tenho certeza que isso...
-Ok, já acordei. - me levanto rápido e me sento na cama. - Por que tudo sempre volta a esse assunto?
Eu estava longe dessa realidade, ou melhor eu nem mesmo pensava nisso. Me amarrar a uma mulher, quando posso ter toda, chega ser egoismo da minha parte. Não poderia simplesmente negar aos desejos da mulheres alheias, não sou tão mau a esse extremo. Se bem que tem a Ruby, mas ela sabe o que temos. Não sou exclusividade dela, assim como ela não é minha. Todos tem seus casos.
Casos? Por que estou falando como um homem comprometido? Não sou nenhum canalha em prometer falsas verdades, sobre fidelidade, exclusividade a ninguém. Sou verdadeiro e deixo claro o que quero, mas Ruby... ah Ruivinha, ela com com certeza é minha exceção. Embora não tenho nenhum objetivo de me prender a cenoura raivosa, eu ainda sim não posso negar o puta tesão que tenho nela. Seria burrice demais, deixar que ela escapasse sem que dessemos continuidade, é uma afronta ao mundo não darmos continuidade, o sexo é o melhor, tenho consciência disso, mas sei que no primeiro momento que as coisas saírem dos limites, eu daria um fim. Meu pau não vai ficar aprisionado de maneira alguma.
-Para vê se vocês deviam colocar a cabeça de cima para funcionar.
Penso demais com a cabeça de baixo quando estou ao seu lado, mas pretendo me esforçar e colocar a de cima para funcionar. Por que tenho certeza que algumas coisas estavam extremamente errado
Por que tanto instinto de proteção?
Por que esse constante insegurança?
Por que me tornei tão impulsivo?
Perguntas sem respostas, com certeza
-É exatamente isso, Cecilia. Pensar com a de cima. - Nunca vi tantos sentido nas palavras de duas boas velinhas.
Eu concordava plenamente, preciso pensar com a de cima e me concentrar em usar a debaixo somente com mulheres que nunca mais verei na minha vida.
-Você tem vinte minutos. Sua mãe está la em baixo esperando você. - Mais um encontro com a família.
Minha mãe estava fazendo isso constantemente e ninguém era louco de despertar a fúria da dona Vivian, então tudo que fazemos é obedecer.
Me jogo na cama de novo, olho a hora que já passa das quatro, a ruiva realmente me deu uma canseira. Meu corpo ta cansado e minha mente também, ela fode com minha cabeça.
Depois da nossas pequena reunião familiar, me levarei para tomar um banho e já sabia o que faria, iria para boate e voltaria a ser o que sou
Depois da nossas pequena reunião familiar, me levarei para tomar um banho e já sabia o que faria, iria para boate e voltaria a ser o que sou.
-Se formos agora ainda da tempo de descobrir os nomes das garotas antes do sexo. -Digo entrando no carro.
-Preciso mesmo saber os nome? - Ryan é de longe o mais canalha, eu tenho um a regra, mesmo que não tenha pretensão de lembrar o nome da garota na noite seguinte, não faria a menina se sentir um lixo por isso.
-As pessoas costumam dizer que ajuda um pouco. - Falo ligando o carro.
-Só se for para você, meu irmão.- Ignorei sua conversar egocêntrica e me concentrei em acelerar o carro o mais rápido possível para a boate.
Chego no meu lugar, meu lugar de diversão. O lugar que exerço o que eu gosto de ser, o lugar onde a minha liberdade não está aprova.
Percorro meus olhos pelo lugar tão bem conhecido e me olhos caem a uma mulher sentada no bar bebendo um martíni.
-Se divirta, já encontrei a minha. - Dei dois tapinhas no peito do Ryan e caminhei até a mulher sentada.
- Posso te pagar a próxima? - Falei encarando a mulher nos olhos. Antes da Ruby, tudo que conseguia vê em uma mulher era o tamanho dos seus seios, mas agora eu procuro os olhos. Procuro os olhos por que sei que ali se encontra a maior parte da beleza de uma mulher.
Ela sorriu e com certeza não era como o dela. E mesmo que o motivo para que eu esteja sentado aqui seja por causa dos seus fios avermelhados, ela não tem nada da cenoura. Seus olhos não me provocam da mesma forma, não tem a mesma luz, o mesmo brilho, sua boca não é tão convidativa, nada, além de seu cabelo se parece com a Ruby.
Droga!!! isso de novo. Eu não sei o que fazer, essas coisas acontecem constantemente, e o pior é não ter controle, não consigo controlar meus pensamentos que vão para ela em instantes, não consigo, simplesmente não consigo.
E mesmo que não saiba exatamente o que fazer, eu precisava reagir. E a mulher a minha frente seria meu ponto chave.
-Claro. Me chamo Lívia. - ela estende a mão e eu faço o mesmo.
-Marcus. - Chamo o garçom e peço mais uma dose da sua bebida e um Whisky para mim.
Embalamos em um conversa de duplos sentidos, e trocávamos risadas constantemente. Ela é engraçada, mas não tanto como ela. Sua voz chega ser enjoada e fina de mais comparado a docura e suavidade da voz da ruiva.
Por que ela virou o ponto de referencia?
Caralho! Sai da minha cabeça!!
-Que ir para um outro lugar? - Pergunto quando sei que a conversa flui bem para esse ponto.
Eu conheço as mulheres, sei quando estão afim de ir além, ou só quando querem uma conversa jogada fora, e essa a minha frente com certeza deseja ir bem mais fundo. Sei pelo gestos do seu corpo, ela umedece constantemente os lábios, cruza e descruza as pernas de mais. Deveria ter me especializado em algum tipo de especialista em linguagem corporal, por que sou bom, é exatamente isso que odeio nela, ou que me atrai. Eu não consigo ler ela, não consigo pensar qual é seu próximo movimento, suas ideias, eu não consigo. Eu gosto de está no controle, mas ela me tira totalmente dele.
-Acho uma ótima ideia. - Bingo.
Levanto deixando uma nota no balcão e sigo com a mulher até o meu carro.
Eu não gostava de dizer que tinha um apartamento exatamente para essas ocasiões, mas essa é a unica finalidade daquele lugar, levar mulheres que nunca levaria a casa dos meus pais, ou a minha casa.
Acelero e sinto as mão da mulher alisar minha perna, sorrio com seu toque que confesso ser exitante.
Chego no prédio, dou um sorriso para o porteiro que já me conhece de longas datas e ando apressado com a mulher para o meu andar.
Assim que abro a mulher me agarra me prendendo a parede tentando alcançar minha boca.
-Aqui não, gatinha. - paro antes que seus lábios encoste nos meus. - Essa área é restrita. - ela me encarou confusa, mas ignorei apertando a sua bunda e a levando para cama. Eu não beijava as mulheres que eu dormia, e mais uma vez a Ruby era uma exceção. Como não me render aqueles lábios contativos? Nem um padre, mais religioso que fosse não conseguiria se controlar diante deles, tenho certeza que não fariam isso, e que Deus me perdoe se for algum pecado pensar assim, mas era a mais pecadora verdade.
Me levanto retirando a camisinha e começo a vestir a cueca
Me levanto retirando a camisinha e começo a vestir a cueca.
Nunca transei com pensamentos em outro lugar, meu objetivo sempre foi dar prazer ao máximo e me satisfazer, por isso concentrava minha mente totalmente nisso, mas agora por um inferno, a mulher que estava na minha cama não era meu objetivo, satisfaze-la não era meu alvo, meu pensamento esta fodidamente na cenoura, e eu não gosto nada disso.
-Mas já? - ela me olhava com provocação, em outras situações eu já estaria apto para segunda rodada, mas tudo que eu queria era me livrar dela e ir para minha casa.
-Eu gostaria muito de continuar, porém. - coloco minha calça - Tenho um probleminha para resolver.
Minto. Como eu iria resolver isso?
Ela concordou e sem mais conversas ela se vestiu apresadamente.
Entramos no meu carro e segui até a casa da mulher ruiva.
-Posso te passar meu numero... - Dei uma fraca risada e encarei a mulher.
-Não a necessidades. Sabemos com isso funciona. - ela pareceu chateada. - Não se chateie, eu estou sendo sincero, qual é a chance disso dar certo?
Ele saiu do carro batendo a porta e olhei a mulher entrar em sua casa a passos fortes.
-Boa noite!!! - gritei mesmo sabendo que não ouviria apenas para ser simpático.
Respirei fundo e cocei os olhos e me fez a pergunta que ando fazendo a mim mesmo constantemente.
-Que merda você está fazendo?
