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Capítulo 2 - A família Castilho

ALGUM TEMPO DEPOIS da bronca de mamãe, toda a família Castilho resolveu se reunir na casa de praia do meu falecido avô Jaime que ficava no litoral Norte de São Paulo, e à princípio, eu fiquei muito feliz em rever os primos que eu não via há bastante tempo.

Além da tia Elisa, minha mãe tinha dois irmãos mais velhos, filhos do primeiro casamento de vovô, que agora gerenciavam a Suares & Castilho, e eram os seus filhos que eu estava ansiosa para encontrar quando mamãe me falou sobre a tal reunião na praia.

Renato, o primogênito, era casado com a tia Vânia, e juntos os dois tinham três filhos, o Jonathan, a Janete e a Jéssica, que era dois anos mais velha que eu. Tinha também o tio Mauro, que era marido da tia Solange, e ele era o pai da minha prima Priscila e do meu primo Pedro, que desses todos, era o que eu mais tinha contato. Eu e as meninas costumávamos nos estranhar um pouco devido a diferença de idade, por isso, o Pedrinho era o que eu mais gostava, embora ele também fosse mais velho que eu.

Aquele parecia só mais um final de semana em família como tantos outros, mas não demorou muito para eu perceber que as coisas estavam um pouco fora de controle. Algumas horas depois de piscina nadando com Cleide, Cleber e Pedro, nós entramos de volta na casa que tinha dois andares e inúmeras acomodações vagas. A tia Elisa tinha nos chamado para algo que ela chamou estranhamente de “ritual de início” e quando eu cheguei à sala, estava todo mundo sem roupa, com os homens da família assustadoramente excitados.

Eu não tinha qualquer maturidade para entender o que tudo aquilo significava, mas antes que eu sequer tivesse noção do que estava acontecendo naquele lugar, me vi sendo levada até o centro da sala por meu pai, que falou baixinho em meu ouvido para que eu confiasse nele.

— O que está acontecendo, papai?

Eu estava ficando assustada. Não tinha como negar que aquela visão era impactante. Àquela altura da vida, o único homem que eu havia visto nu em minha frente, dentro da banheira de casa, era o meu próprio pai, mas para onde eu olhava agora via um pênis duro e apontado para cima. Meus tios Renato e Mauro, o tio Peterson, o Jonathan, o Pedro… estavam todos me olhando estranho e me assistindo ser direcionada a uma cama de casal que tinha sido levada para o meio da sala, enquanto as mulheres da família — todas igualmente peladas — formavam uma espécie de círculo a nosso redor. Senti meu pai afoito querendo que eu tirasse logo a roupa.

— Confia no papai, Mica. Está tudo bem.

Eu ainda lancei um último olhar carente em direção à minha mãe, que estava nua ao lado da irmã Elisa, mas vi que nem mesmo ela poderia me salvar. Milhões de coisas se passavam em minha cabeça naquela hora e eu só comecei a ter uma ideia do que viria em seguida, quando meu pai tirou o meu biquíni e eu me vi completamente nua na frente de todo mundo. Naquele momento, vi os homens começarem a tocar seus próprios membros, como em expectativa para o que iria acontecer e as mãos firmes de meu pai me fizeram deitar de frente na cama e afastar as pernas.

— Procura ficar calminha, filha. Está tudo bem.

Assim que disse aquilo em sussurro, ele fez meu corpo deslizar até a beirada da cama sobre o lençol branco e foi a primeira vez que prestei a atenção. Papai estava tendo uma ereção completa e eu lembro de ter olhado assustada para aquele membro enorme entre as suas pernas, rígido e batendo na barriga.

Com o polegar da mão direita, Roque fez uma espécie de massagem entre os lábios da minha vagina e senti um arrepio com aquilo. Meu coração estava disparado dentro do peito. Eu não conseguia mais olhar para as pessoas ao nosso redor, tinha medo de ver o que estavam fazendo juntas e então procurei a segurança de meu pai. Ele continuou fazendo uma espécie de carinho em minha pepeca e assim que senti como se estivesse com vontade de fazer xixi, o vi se aproximar de mim, direcionando aquela coisa gigante para o meio das minhas pernas. Em reprodução humana, no colégio, a gente aprendia que era daquele jeito que se faziam os bebês e enquanto meu pai começava a enfiar aquilo em mim, meu único pensamento era que íamos fazer um bebê juntos.

É difícil explicar o que uma mulher sente ao ser desvirginada, mas deve ser algo parecido a levar uma picada de agulha bem no meio da xoxota. Começa com uma pincelada firme, depois vira uma apunhalada e termina com a sensação de que algo está se partindo seriamente lá dentro. Eu não tinha sido preparada para aquilo. Nunca ninguém tinha me falado como aquela coisa funcionava ou o que eu devia esperar da minha primeira vez. Somava-se isso ao fato de que eu estava sendo possuída pelo meu próprio pai bem à vista da família quase inteira, você deve ter uma ideia de como eu fiquei confusa.

— Tá doendo, papai!

Quando vi que quase não estava mais aguentando, eu resolvi choramingar para a pessoa em quem mais eu confiava no mundo e tudo que ele fez foi me olhar com ar complacente e massagear novamente o meu sininho com o polegar. Apesar de gostoso, aquele movimento não me fez esquecer completamente a dor e eu ainda tive que aguentar firmemente um pouco mais enquanto puxava o lençol sob mim com força, evitando gritar.

Embora estivesse desconfortável, eu resolvi assistir à penetração e cheguei a ficar apavorada ao ver aquele negócio grosso saindo sujo de sangue de dentro de mim. Quando papai enfim tirou de dentro uma última vez, achei que finalmente aquele ritual maluco tinha acabado e que ele me tiraria dali em seus braços ou que fosse me fazer carinho o resto da tarde. Deve acontecer com toda menina. Todas elas devem perder sua virgindade com seus pais… não deve ser nada demais, pensei, inocente.

— Está feito!

A voz grossa de meu tio Renato soou aos meus ouvidos e eu já estava tentando me sentar de volta na cama quando vi papai se afastar e abrir espaço para ele, que sorria com uma tremenda cara de pervertido a segurar o próprio pênis. Achei que o homem robusto de cabelos castanhos fosse só me falar algo como uma felicitação pela minha defloração ou algo do tipo — eu juro que não estava raciocinando direito naquela hora! —, mas quando ele me puxou na cama e começou a levar o seu próprio pênis em direção ao meio das minhas pernas, eu confesso que desliguei meu cérebro e passei a agir numa espécie de piloto-automático.

Depois daquilo, eu tenho alguns flashes de memória e não me lembro direito como aconteceu. Eu tinha acabado de perder o meu selo em público e então passei a sentir um vai e vem em meu interior que eu não sabia mais distinguir. Em negação, achando que meus pais não deixariam que sua filha passasse por uma coisa daquelas bem diante de seus olhos, com o seu consentimento, eu meio que fechei meus olhos e esperei o pesadelo acabar. Eu só queria que aquele sonho horrível acabasse logo, mas ele demorou um bom tempo.

Dizem que em situações traumáticas o nosso cérebro dispõe de um mecanismo de autopreservação que nos faz esquecer de todo o estresse vivido e foi nisso que eu passei a acreditar a partir daquele fim de semana.

Depois do ritual maluco na sala, me lembro de ter acordado em um dos muitos quartos da mansão já de banho tomado e com a minha mãe sentada ao meu lado. Não fazia ideia como havia chegado ali, mas sentia meu corpo arder em febre, além de um desconforto muito grande entre as pernas. Eu demorei a entender como ela havia deixado que tivessem feito tudo aquilo com a sua própria filha e acho que depois daquele dia, eu deixei aflorar um lado meu que me fazia odiar minha mãe e que fez com que eu me aproximasse ainda mais de meu pai, embora ele tivesse sido o precursor da orgia onde tinham me servido como prato principal.

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