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Capítulo 3. Ross e Gabi unidas

Marcelo observava a conversa entre Ross e Giancarlo. Ele precisava de garantir que este não tivesse oportunidade de se envolver com nenhuma das raparigas do bar. De repente, vê Ross a recolher os copos vazios e a preparar-se para deixar a mesa daquele homem.

Quando a morena se aproxima do balcão onde Marcelo está, ela sorri de lado, mas ele lança-lhe um olhar severo que a paralisa.

— Que acordo fez com o Giancarlo? A jovem pisca os olhos várias vezes e depois nega rapidamente.

— Nenhum, ele não quis os meus serviços.

— Esta noite, o senhor Giancarlo não terá os serviços de nenhuma das raparigas da casa de prazer.

Ao ouvir esta informação, a jovem fica tensa, engole em seco e nega imediatamente, avançando em seguida em direção ao balcão.

Giancarlo estava entusiasmado com a oportunidade de ouro que se apresentava naquele bar; não era comum encontrar uma rapariga virgem e era muito raro uma mulher virgem chegar ao bar de Sonny Martonne.

No entanto, não pretendia desperdiçar esta oportunidade. Procurou Ross com o olhar; só precisava de esperar pelo sinal dele para poder fazer o que quisesse com aquela garota inocente que estava algures no bar.

[...]

Gabi sorri abertamente para o seu cliente enquanto ele desliza a mão pelo meio das suas coxas até tocar no tecido das suas cuecas.

O homem esfrega um pouco a vagina dela, fazendo com que a jovem sorria um pouco mais.

No entanto, enquanto seduzia o cliente, o que era o seu maldito trabalho, os seus olhos estavam fixos na sua amiga Ross, que conversava secretamente com Giancarlo. Até conseguiu ver que aquele homem lhe deu uma quantia em dinheiro, que ela colocou nos seios.

A jovem não parava de acariciar o seu cliente, que tinha o rosto enterrado no seu pescoço, e conseguia sentir a língua dele a percorrer a sua pele, fazendo com que os pelos do seu corpo se arrepiassem. Ela fechou os olhos por um momento e, depois disso, sentiu os lábios do homem contra os dela, o que foi como selar o acordo.

— Quero enfiar o meu pénis no teu cu, Gabi — o homem ofegou as palavras contra a boca dela, introduzindo a língua até ao fundo da garganta.

— Oh, querido! Esperei a noite toda para que me pedisses isso.

Os dois levantam-se e, com passos apressados e brincalhões, dirigem-se ao quarto de Gabi, sob o olhar atento de Marcelo, que acena quando o cliente lhe faz um sinal de compra.

A jovem loira leva o cliente apressadamente pelo corredor dos quartos até entrarem no quarto dela.

Gabi vira-se para beijar o cliente e tentar prolongar o momento do sexo, já que isso lhe renderia mais dinheiro.

— Não vim aqui para ser carinhoso contigo — diz ele, segurando-a pelos pulsos e afastando-a um pouco, até a empurrar para a cama. — Vim aqui para foder contigo como a puta que és. Se eu quisesse amor, pediria à minha mulher.

Ele começa a desabotoar as calças sem tirar os olhos de Gabi. A jovem sorri, sem grande vontade, e insulta-se mentalmente, pois detestava aquele tipo de cliente pedante e maldito.

— Vamos, gata, abre essa boca — o cliente tirou as calças e, em seguida, segurou o pénis pela base e começou a massageá-lo.

— Claro, querido.

O cliente segura-a pelo pescoço e, de forma brusca, aproxima-a do seu pénis até aos lábios abertos de Gabi. Enfia-lhe o pénis dentro do corpo até sentir a cabeça do pénis na garganta da loira.

Ela fecha os olhos quando ele começa a empurrá-lo até ao fundo, fazendo com que ela solte algumas lágrimas.

— Oh, sim! Que delícia! És uma das prostitutas deste lugar de quem mais gosto de me chuparem o pénis.

O cliente desliza uma das mãos para o seio de Gabi, baixa bruscamente o vestido de lantejoulas que ela usava naquela noite e começa a esfregar o mamilo da loira sem delicadeza.

Ele aperta o seio dela enquanto lhe enfia o pénis na boca. O cliente inclina a cabeça para trás enquanto desfruta do prazer que a loira lhe proporciona ao chupar o seu pénis.

— Oh, sim! Que boquete gostoso você está a me dar! — ele ofega assim que sente a sensação de ejacular. — Você vai fazer-me gozar rápido, é muito boa!

O som excitante causado pela fricção dos lábios de Gabi e do pénis do cliente, que chegava à garganta desta, fazia com que o homem ficasse muito mais excitado.

Gabi saboreava o pénis do cliente, que estava quase a atingir a sua garganta. A jovem abre os olhos ao sentir a pressão da mão do homem na sua nuca, que a aproximava cada vez mais.

Nesse momento, ela vê como ele baixa o olhar, morde os lábios de forma pervertida e abre a boca, franzindo a testa, o que lhe indica que está prestes a ejacular. Segundos depois, ele retirou o pénis da garganta de Gabi para espalhar o sémen pelo seu rosto, caindo a maior parte na sua língua.

— Isso foi muito bom, Gabi. Nunca me decepcionas — disse ele, acariciando-lhe o queixo enquanto sorria e terminava de esvaziar o esperma na sua boca.

Depois de espremer tudo o que pôde, obrigou Gabi a virar-se e deitar-se de bruços na cama, levantou a saia curta do vestido e afastou a roupa interior, massageou o pénis com os fluidos do sémen e o direcionou para o ânus dela.

— Espere, sabe que isso implica que me deixe uma gorjeta.

— Eu pago uma fortuna para te foder, gata, isso não é suficiente para ti? — diz ele, quando a cabeça do seu pénis estava a entrar no ânus dela.

—Sabes as condições que impomos quando... Ah! — mas ela não consegue terminar a frase quando sente a pressão no cu.

— Cala a boca! És só uma puta que tem de fazer o que o cliente manda.

Gabi agarra-se ao lençol da cama enquanto o seu cliente a fode sem piedade pelo cu, tirando e enfiando o pénis repetidamente como se a estivesse a foder pela vagina. A jovem afunda o rosto no colchão e o cliente obriga-a a levantar mais o cu.

— Vamos, levanta mais esse cu para mim. Sei que gostas que te foda pelo ânus. Porque é que estás tão exigente?

O cliente olha para baixo para ver aquele pequeno orifício escurecido a expandir-se quando ele retira o pénis e a contrair quando ele o volta a enfiar, cospe um pouco de saliva nele e o pénis entra com um pouco mais de facilidade.

— Caramba, como é apertado quando te penetro pelo cu! Vale cada cêntimo que pago por ti, Gabi.

— Ah! — geme a loira, mesmo sem concordar em ser fodida pelo cu. Muitos davam boas gorjetas, mas outros eram mesquinhos como aquele homem.

No entanto, ele estava a dar-lhe prazer, e ela própria levantou um pouco mais o traseiro e começou a balançar os quadris contra o pénis do cliente, fazendo com que ele a segurasse com força pela cintura e empurrasse a pélvis contra o traseiro dela.

— Vamos, gata, mexe esse traseiro para mim — rosna ele com uma voz rouca e sensual.

"Ah! Sim, sim, sim, mais forte, querido, mais forte."

— Sim, querida, mexe esse traseiro como eu gosto.

O cliente bate numa das nádegas de Gabi, deixando os dedos marcados na sua pele. Bate repetidamente no seu corpo até ela gemer e ofegar de prazer.

A excitação estava presente nas penetrações que o cliente lhe dava, pois provocavam um som que aquecia o sangue dos dois.

— Oh, sim! Vou encher-te com o meu esperma — ofegou, ao mesmo tempo que baixou a cabeça. Foi aí que gozei no traseiro de Gabi. No entanto, continuei a penetrá-la até me satisfazer.

— Sim, dá-me mais, querido, quero que me dês mais forte.

Gabi mordia o lençol enquanto o seu cliente a penetrava analmente. Ela fechou os olhos e acabou por gozar, soltando o ar contido. De repente, deixou cair o quadril contra o colchão e foi então que o cliente tirou o pénis.

— Caramba, transar contigo é sempre um prazer.

— É por isso que tens de ser bom comigo, querido — diz ela, virando-se para arrumar a roupa interior e colocá-la no sítio. Vê como o cliente pega num dos cigarros e o acende.

— Não te vou dar nada. Quando saíres daqui, vou pagar uma fortuna por teres transado comigo.

Ela apaga o sorriso, apesar de ter gostado da relação sexual, o seu cliente era um idiota que estava a fumar os seus cigarros.

— Até mais, gata — disse ele, depois de vestir as calças.

— Tchau, querido. Manda um olá à tua mulher — ela deita-se na cama para olhar para o teto do quarto. A vida que levava era uma merda, mas pelo menos tinha um teto seguro. — Ross, pergunto-me o que aquela vadia está a tramar.

Lembrando-se do que tinha visto minutos antes, decidiu levantar-se e ir atrás dela, ainda tinha tempo livre.

[...]

Naquela noite, Ross ficou alerta para que Marcelo não a apanhasse a fazer as suas travessuras. Passar por Giancarlo no corredor não era uma tarefa fácil, mas pelo dinheiro que ele lhe proporcionava, não podia deixar de o ver com aquela nova idiota.

Enquanto fumava o seu cigarro, ele olhou para Giancarlo, que não tirava os olhos dele. Depois, olhou para Marcelo, que conversava com a idiota da Dori. Aqueles dois estavam a tramar algo.

— O que estás a fazer aqui? — A jovem morena dá um pulo ao ouvir a voz de Gabi atrás dela, olha por cima do ombro e vê Marcelo.

— Porque estás a espionar-me? O que estás a tramar?

— Nada que te interesse — responde ela, dando outra tragada no cigarro. Vê que é a sua oportunidade quando Dori começa a flertar com aquele idiota.

— Que tipo de acordo fez com o Giancarlo? — Ross arregala os olhos. Gabi era muito astuta e fofoqueira, nada lhe escapava. Na verdade, podia metê-la em sérios sarilhos, era uma cobra.

— Do que estás a falar?

— Não me tomes por idiota, Ross.

A jovem loira sussurra-lhe as palavras ao ouvido enquanto percebe que ela não tira os olhos de Marcelo.

— Fizeste um acordo com o Giancarlo. Vi que ele te deu uma quantia importante de dinheiro — diz ele, enquanto desliza a mão pelo lado do seio dela. No entanto, Ross coloca a mão sobre a dela e impede-a de avançar.

— Não se meta, Gabi! Isso não tem nada a ver consigo.

—Quero participar, quero parte do dinheiro que te deram.

— E se eu não quiser?

— murmura a morena, virando o rosto de lado. As duas olham-se nos olhos enquanto permanecem muito próximas.

— O Marcelo vai ficar muito interessado em saber o que eu vi, ou melhor ainda, o Sonny.

— Maldita vadia.

— Somos todas vadias, querida.

—Tens de fazer a tua parte, intrometida idiota, e depois estarás envolvida.

Gabi franze a testa, pois não compreende em que é que Ross se meteu, mas por aquela quantia de dinheiro que viu Giancarlo dar-lhe, ele seria capaz de matar qualquer um.

— E o que é que eu devo fazer?

— Levar o Giancarlo para o corredor, mas o Marcelo não pode vê-lo. Parece que ele está proibido de transar com uma de nós.

— Isso é muito difícil.

— O Marcelo está entretido com a Dori. Eu vou entretê-los mais um pouco e, entretanto, você fará a sua parte. Entendeu?
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