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2 Você me Enoja

Os lábios de Mirela tremiam enquanto ouvia os relatos de Wander, além de Suyane, seu marido a traiu com dezenas de outras mulheres e que ainda poderia estar seguindo com essa prática. Van der Mier pegou uma maleta e dela retirou alguns papéis, eram depoimentos de algumas mulheres que decidiram falar apenas por vingança. Elas se apaixonaram por Connor, mas vendo que este não iria se separar por causa delas, ficaram magoadas e contaram tudo o que viveram ao lado do senhor Smith.

— Já chega! — exclamou Mirela. — Eu já ouvi o suficiente e não precisa dizer mais nada, senhor Van der Mier. Eu irei lhe pagar pelos seus serviços e não o procurarei mais.

— Eu fiz o que a senhora me pediu e eu sinto muito pelos resultados. — disse o rapaz levantando-se.

Mirela pegou um embrulho contendo certa quantidade de dinheiro e o entregou ao investigador. Ele recebeu, mas ficou de coração partido ao olhar nos olhos da loira e ver que os mesmos estavam banhados em lágrimas. Ele balançou a cabeça e piscou os olhos em forma de agradecimento, virou as costas e caminhou em direção à porta. Só que antes de sair, o jovem se virou para a Mirela e suas palavras a surpreende:

— Com todo o respeito, mas o seu marido deve ter algum problema. Eu jamais trairia uma mulher como a senhora. — e colocou de volta o chapéu na cabeça, saindo para fora.

Já prestes a subir para o quarto e chorar tudo o que podia, Mirela respirou fundo diante das declarações daquele belo homem, ela era linda e outros homens a desejava, pelo menos foi isso que Andries deu a entender.

— Eu não vou mais chorar por você, Connor, não mais. — falou consigo mesma enquanto observava o rapaz desaparecer entre as árvores que faziam parte do imenso jardim.

♥♥♥

Enquanto Mirela seguia em casa pensando em qual decisão tomar, uma vez que já havia cogitado se separar de Connor, essa possibilidade já não era mais remota. Ela também pensava nos filhos. Como seriam suas vidas sabendo que seus pais eram separados? Será que eles dariam razão a ela por ter se separado do pai apenas por causa das traições? Eram muitas perguntas a se passarem em sua mente, então a jovem senhora não conseguiu se segurar e chorou com abraçada ao travesseiro.

***

Enquanto isso no escritório de Connor, no Porto de Dublin, ele seguia se entregando ao prazer absoluto nos braços de Sheila. O loiro abriu os botões da blusa da morena, colocando para fora os seios fartos. Connor, embriagado pelo desejo, sugava cada um com tesão aflorado, enquanto ela alisava seus cabelos e gemendo por conta das carícias recebidas. Logo depois ele a deitou sobre a mesa e retirou suas calças, abrindo a sua.

— Não quero mais perder tempo.

Os beijos quentes do loiro deixavam Sheila cada vez mais confusa. Ao mesmo tempo que tinha medo, ela não queria que aquilo terminasse, queria que continuasse. Isso por que a morena tinha medo de acabar se apaixonando por Connor. O homem seguia acariciando Sheila, chupando seus seios, ele os apalpava e chupava ao mesmo tempo, era delicioso para ela. Connor então começa a acariciar entre suas pernas, massageando suas partes íntimas, Amélia geme, ele intensifica os movimentos com seus dedos que faz a mulher morena gozar!

— Quer que eu pare agora? — perguntou Connor em tom de provocação.

— Não! Quero que o senhor fique assim! — ela respondeu quase que implorando por suas carícias.

Connor pediu que Sheila ficasse de pé e de costas para ele, de modo que suas pernas ficassem cruzadas. Ela então fez como o senhor Smith havia pedido. Connor, já muito excitado, põe sua intimidade um pouco abaixo das nádegas de Sheila. Ele começa a se movimentar para frente e para trás, gemendo de prazer e falando palavras picantes.

— Que delícia, como é bom ter nascido homem. Mantenha as pernas assim, eu adoro, vou foder você até ficar exausto. — Ouvindo essas palavras, Sheila sabia que Connor não era um homem como os demais. Ele era vigoroso e sabia como agradar uma mulher.

Connor seguia provocando a morena ao ver que estava completamente à mercê de seu jogo sedutor. Ele adorava ver aquela mulher forte e imponente ali, completamente indefesa e pronta para ser tomada por ele.

— Quer que eu me vista agora? Se quiser, eu me visto e vou embora. — novamente ele a provocou.

— – Não! Quero ficar aqui com o senhor! — respondeu com suspiros longos. — Pode me tomar o quanto quiser!

Ao ouvir estas palavras, Connor ficou com ainda mais tesão e deitou novamente Sheila já sem roupas sobre a mesa e a penetrou com fortes estocadas. A morena estava tão excitada que um muco escorria por entre suas pernas e Connor adorava o barulho que fazia. O homem muito vigoroso e faminto de sexo, gemia e sorria ao mesmo tempo. Ele era um homem que não gostava de sentir dor, mas amava sentir prazer e o procurava constantemente. Os dois ficaram ali por algum temo, transavam muito e gemia demasiado. Connor fazia questão de adentar o mais profundo que podia em Sheila, esta gemia e gritava de tesão nos braços do homem mais alto, sentindo-o deslizando dentro de si. Até que por fim ele anunciou que estava por chegar ao clímax.

— Vou gozar agora. — e por precaução, ejaculou fora da mulher que permaneceu deitada e completamente sem forças sobre a mesa. — Isso foi muito bom. — falou ele em meio a suspiros.

♥♥♥

Já passavam das sete da noite e Connor ainda não havia chegado. No fundo Mirela já sabia qual era o motivo de sua demora, ele certamente estava com outra e ela não estava errada. Ela olhava da sacada para ver se o via, mesmo o odiando, ela o amava. Como sair daquela situação?

***

Depois de se recomporem, Connor e Sheila já estavam vestidos. Já era tarde e ele deveria retornar para não dar motivos que levassem sua esposa e seus pais desconfiarem dele. Tinha uma reputação a zelar e por mais que fosse um homem, ele deveria dar exemplo.

— Preciso voltar depressa para casa. Cabei perdendo a noção do tempo. — comentou calçando as botas.

— Eu também. Aliás, hoje pela manhã presenciei uma situação incomum. — falou recordando-se de algo.

— E o que foi? — curioso o jovem senhor perguntou.

— Quando ia atravessar a rua, vi uma mulher muito bonita em uma carruagem. Só que ela estava com o rosto para fora da janela. Não fosse eu ter tocado em rosto, ela teria batido com a cabeça no poste da luminária e poderia até ter morrido, já que a carruagem estava muito rápida. — comentou pegando seu chicote eu estava pendurado na parede.

— Deve ser algumas dessas dondocas sem noção que só dependem dos maridos e andam com a cabeça na Lua. — respondeu cm deboche. Sheila não gostou muito, apenas riu timidamente. — A propósito. Quer que eu a leve em casa?

— Não precisa. Tenho um cavalo aqui perto. Pode voltar para a sua esposa dondoca. Até amanhã!

Sheila saiu do pequeno escritório de Connor, deixando o homem sem entender. Pouco tempo depois ele também trancou a porta pelo lado de fora e viu que já era noite.

— Devo me apressar.

***

No momento em que Mirela ia retornar para o interior da casa, ela enxerga seu marido se aproximando, montado em um cavalo. A loira sente um frio na barriga, tinha medo de perguntar ao marido onde ele estava e saber que o mesmo responderia com uma mentira. Mesmo assim ela saiu do quarto, desceu a escadas e o encontrou na sala. Lana e Kael estavam ali e observaram o sacal se encarar por alguns segundos, mas Connor desviou o olhar e caminhou normalmente até o lugar onde colocava seu chapéu, em seguida ele foi em direção à esposa.

— Me desculpe pela demora. — falou dando um beijo em seu rosto. — Fiquei no escritório depois que todos saíram, fiquei examinando alguns papéis e quando me dei conta, o tempo já havia passado. Me desculpe!

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