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Capítulo.05

Wesley Makaroto

Que mulher bandida, desse jeito ela vai acabar me enlouquecendo de várias formas diferentes. Eu não pretendia, foder a melhor amiga, da minha melhor amiga, não ainda, e muito mesmo no carro. Essa garota me tira do sério em vários sentidos, mas agora que sei meu poder sobre ela, prometo com todas as minhas forças fazê-la implorar para ser minha. Chegamos na porta de casa, e eu esperei ela descer, apenas para ir atrás e dar uma olhada em sua bunda, mas ela não se mexeu.

— Oque foi Maria Elisa? Não consegue mexer as pernas? — Minha voz continha sarcasmo, a olhei e ela me olhou de volta revirando aqueles belos olhos. — Você já viu oque acontece quando revira os olhos para mim. — Falei em sinal de alerta.

— Não vi muita coisa.  — Sua voz continha desdém, mas ao mesmo tempo luxúria. Ela desceu do carro em seguida, andando rápido até a porta.

Ah Mali você esta brincando com fogo, e eu sinto muito, mas você vai se queimar, e vamos incendiar juntos. Segui a mesma para que não fechasse a porta na minha cara,  assim que entrei me virei para fechar a porta. Péssima ideia devo ressaltar. Ao virar novamente,  Elisa estava com a bunda completamente empinada em minha direção enquanto retirava os saltos. Me aproximei, e dei-lhe um tapa forte no lado direito, a puxando em meu encontro em seguida. Ela gemeu baixinho quando minha mão se pôs em seu pescoço e a outra ainda estava em seu baixo ventre.

— Você não pode me provocar desse jeito, você está brincando com fogo, e eu não tenho certeza se você saberia lidar com a queimadura. — Ela não se mexeu em meus braços, virei-a de frente para mim, esperando ver em seu olhar alguma faísca de medo, ou desistência. Não encontrei, apenas desejo, sua íris dilatadas entregava o quão molhada estava entre as pernas.

— Não me cause queimaduras em locais que não queira. Não garanto que saiba lidar com o furacão que eu sou. Você é o de menos, e não vi grande coisa até agora. — Puxei-a em minha direção com raiva, sempre detestei que duvidassem das minhas habilidades.

— Eu vou te mostrar o quanto suas palavras estão equivocadas. — Agarrei sua bunda com as duas mãos a levantando e andando com ela até a cozinha.

— Você fala de mais e faz de menos. — Sua voz era um sussurro, enquanto seus braços rodeavam meu pescoço. Apertei-lhe a bunda com força, o que a fez gemer baixinho. Cheguei a cozinha e fechei a porta que separava a mesma da sala de estar. Coloquei Eliza sentada no balcão e fiquei entre suas pernas, retirei a flor de cristais que estava em seu cabelo, apenas para que ele caísse completamente em seus ombros, já que bagunçado já estava. Pus as mãos em seus peitos e a fiz deitar no mármore enquanto massageava os mesmos. Sorri, ao vê-la fechar os olhos com a carícia.

— Me pede para te comer. — Falei já perdendo a porra do meu controle. Ela não falou nada. Eu sorri, puxei a saia do seu vestido para cima e a deixei em sua cintura, demonstrando sua calcinha minúscula, preta e de renda. Passei a língua pelos lábios e a olhei, puxei uma banqueta do balcão e sentei-me a sua frente.

— O que você esta fazendo? — Elisa se apoiou nos cotovelos para me olhar.

— Minha mãe sempre disse que é errado comer em pé. — Dei um meio sorriso e baixei a cabeça até o meio de suas pernas, sentindo seu odor doce.

— Mas... — Sua voz se perdeu quando enfiei um dedo em sua intimidade ao mesmo tempo passei a língua com força, um gemido deu lugar a sua futura reclamação.

Puxei sua calcinha para o lado com a mão livre e foquei ali, naquele pedacinho de paraíso. Lambi com maestria, enquanto suas mãos castigavam meus cabelos, sorri, sabendo que estava atrasando seu orgasmo o máximo que conseguia. Meu pau latejava na prisão que a cueca se tornou, a partir do momento que vi Elisa praticamente de quatro para mim na sala.

— Wesley... — A escutei gemer meu nome sussurrando coisas desconexas. Sabia que estava próxima ao clímax.

Passei a mão por sua coxa e melei todo meu dedo indicador com sua lubrificação colocando em sua boca para que ela sentisse o seu próprio gosto e ao mesmo tempo um dedo de minha outra mão estava cuidando em fazê-la se sentir satisfeita de várias formas. Senti ela estremecer quando comecei a estocar devagar o dedo em sua boceta.

— Weslleyyy. — Elisa gritou puxando meus cabelos com força, senti seu orgasmo em minha boca, e lambi até sua última gota.

Tirei minhas mãos dela e a puxei pelos braços.

— Eu quero que você diga. Eu quero te comer Eliza, mas você vai ter que pedir. — Falei puxando seu cabelo e deixando uma mordida com força em seu pescoço. Em seguida deixei-a na cozinha e segui para meu quarto, hoje a noite seria longa.

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Maria Elisa Parker

Por que diabos aquele gostoso de uma figa não me comeu gostoso em cima desse balcão? Em uma noite só ele me faz gozar duas vezes, e eu tenho que pedir para ele me foder?

Ah! Me poupe!

Sub: Parece que a mocinha ficou frustrada. O que custa subir as escadas, bater na porta dele e pedir que ele te coma de todas as formas possíveis e as impossíveis também?

Custa muito!

Não vou implorar para que ele me foda, e também não vou deixar mais que ele me proporcione orgasmos maravilhosos, e depois me deixe perplexa querendo sentir aquele pau em minha boceta.

Ajeitei meu vestido e peguei o resto de calcinha que sobrou e fui na direção da escada, ainda com as pernas bambas. Com muito custo consegui subir as escadas e entrar no quarto, fui direto para o banho, precisava relaxar na banheira.

Esse ogro gostoso metido a besta vai ser minha perdição, como ele teve o alto controle de não me foder? Eu vi o quanto ele queria, ele estava duro por mim, ele queria tanto quanto eu, eu sei que sim. MALDITO!

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Liara Martins

Quando Denise me chamou para irmos em outra festa, para poder da uma chance de Elisa e Wesley se entender, eu super concordei, afinal eles estavam se tratando como cão e gato e eu sabia que iria rolar alguma coisa mais cedo ou mais tarde.

Mas eu não vim aqui no México para juntar os dois, se isso acontecer, será um bônus, claro que será algo muito bom, meus melhores amigos juntos, como um casal, seria incrível. Mas, o real motivo de estarmos aqui, é a inscrição do concurso no qual convenci Elisa a se inscrever, e a editora que está organizando nada mais é que a Editora que Wesley é o dono. Eu precisava de alguma forma apresentar os livros de Elisa para ele, sem que ela soubesse que fui eu, ela nunca gostou de ser privilegiada por amigos que conhecem pessoas influentes, ela sempre quis vencer na vida por seus próprios métodos, e isso iria acontecer em breve, certo que eu dei um empurrãozinho, mas não deixaria ela saber que fui eu, afinal ela nunca me perdoaria.

Elisa é uma Escritora tão promissora, mas nenhuma editora renomada quis dar uma chance pra uma Escritora amadora, como eles mesmo disseram, e isso me partia o coração, toda vez que o sonho da minha amiga era esmagado, e o pior, na frente dela.

E como as férias dela encaixou perfeitamente nas minhas, nada mais justo que irmos ao México juntas, para que ela pudesse finalmente brilhar pelas lindas histórias que ela escreve, e nada mais justo que meu grande amigo Wesley, um cara apaixonado pela escrita, fosse o intermediário para que o sonho de minha amiga se realiza-se,  sei que quando ele ler o roteiro de Elisa vai se apaixonar.

— Em que você tanto pensa?

— No motivo que eu vim aqui para o México.

— E qual seria esse?

— Fazer com que Elisa se inscrever-se no concurso da editora.

— Elisa escreve?

— Sim, ela escreve histórias magnificas, mas nunca teve uma oportunidade.

— Eu entendo, a maioria das editoras não assinam contrato com escritores novos no ramo.

— Mas eu garanto para você, Denise. Elisa é uma ótima Escritora.

— Como está o nome dela?

— M.E Parker.

— Amanhã mesmo irei mandar o roteiro dela no e-mail do Wesley, irei dizer quanto o roteiro dela é incrível.

— Sério?

— Sim! Eu super fui com a cara dela, ela parece ser uma pessoa incrível, e acredito ainda mais na minha hipótese por ela ser sua amiga, e por você falar tão bem dela. Fora que ela e Wesley formam um casal tão lindo.

— Isso eu tenho que concordar.

— Temos que juntar os dois.

— Não, não podemos. Isso deixamos por conta do universo, eles mesmo tem que se juntar, não podemos colocar lenha na fogueira, apenas dar apoio. Já vai ter pessoas demais que vai rejeitar essa ideia, Victória é a primeira, depois aquele tio idiota do Wesley e por último a top model, Ashley, a queridinha da Victória.

— O trio de dragões que eu odeio desde sempre. — Denise diz e caímos na risada. Realmente esse trio é a visão do inferno.

{...}

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