Capítulo.04
Maria Elisa Parker
Entramos naquela boate e depois de uma eternidade tentando passar em meio à corpos suados, conseguimos chegar a parte privativa da boate onde a amiga deles estava nos esperando.
- Então você é a famosa, Elisa. - Denise diz vindo me abraçar. - Prazer, Denise.
- Igualmente. - Digo.
- Você disse que ela era linda, Wesley. - Ela diz olhando para o amigo. - Mas ela pessoalmente é deslumbrante.
Depois dessa, minhas bochechas estavam vermelhas de vergonha, primeiro que Wesley falou que eu sou bonita para ela, e agora que ela me acha deslumbrante, deu para perceber que ela está dando em cima de mim, não tenho certeza que ela seja lésbica, mas quando chegar em casa pergunto para Liara.
-Amiga, Elisa não curte mulheres. - Liara diz. Agora eu tenho certeza e não preciso mais perguntar nada.
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Wesley Makaroto
Estava adorando ver Denise dar em cima de Elisa, e adorando ainda mais ver ela vermelha de vergonha. E com isso minha cabeça já imaginou loucuras, como ela vermelha, mas das palmadas que iria dar em sua bunda.
Liara levantou puxando Elisa para dançar, e as duas começaram a dançar na batida da música, e Elisa tem o molejo de uma verdadeira mexicana, fiquei hipnotizado. Tive que me ajeitar e esconder o meu membro que já estava duro feito pedra.
- Fecha a boca pra não entrar mosquito, se quiser eu trago um pano para enxugar a baba.
- Hum?? O que?
- O que, digo eu Wesley, você tá caidinho por ela. - Denise diz rindo.
- Tá tão na cara assim?
- Lógico!
- Oh merda!
- Eu vou dar um jeito. - Ela diz saindo de perto de mim.
- Denise, o que caralho você vai fazer?
Observei ela indo até as meninas, ela puxou Liara para um canto e Elisa seguiu em minha direção, sentando na cadeira ao lado.
- O que houve? - Pergunto.
- Denise pediu a ajuda de Liara, e como eu já estava com as pernas doendo, vim sentar um pouco.
- Entendi.
Depois desse breve diálogo, não trocamos mais nenhuma palavra, só escutando as músicas que tocavam, eu contei seis músicas até que Elisa abriu a boca novamente.
- Eu quero ir embora, a onde está Liara?
- Não faço a mínima ideia.
- Eu vou matar ela.
- Vamos, eu te levo.
- Não, vou esperar ela aparecer. Só mais um pouco.
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Maria Elisa Parker
Estava esperando aquela maluca aparecer a mais de duas horas e nada dela, e eu juro que quando eu a encontrar eu vou arrebentar ela na porrada. Peguei o celular pronta para ligar, mandar um áudio, sei lá o que mais, xingando ela de tudo que a de nome nesse mundo.
Olhei para a tela do celular e não acreditei na mensagem que estava lendo, aquela vagabunda teve a capacidade de ir para outra festa e me deixar sozinha com esse ogro, e não teve a decência de me avisar antes. Por isso que eu iria pertubá-la, passei a ligar pra ela, várias e várias vezes, maldita!
- Não acredito que Liara me deixou sozinha, com você. - Especulei puta da vida, com o celular na mão depois de ligar seis vezes para minha melhor amiga.
O rosto bonito de Wesley me encarava com tédio o que me deixava ainda mais brava.
- Larga de drama Maria Elisa, não é como se fosse o fim do mundo eu te levar para casa, afinal, vamos para o mesmo lugar. - Seus belos olhos reviraram fazendo-me contrair as pernas. Comecei a andar batendo o pé e ele veio logo atrás. - Mimada! - Sussurrou alto o suficiente para que eu escutasse.
- Se eu sou mimada você é um escroto. - Falei parando drasticamente, fazendo-o parar em um solavanco e ficar a centímetros de mim.
- Pelo menos um escroto gostoso. - Cruzou os braços usando minha fala contra mim. A mesma que tinha falado para Liara quando falava de Wesley, revirei os olhos e cruzei os braços também.
- Nunca disse que não era. - Falei o olhando em forma de desafio. Nosso olhar ficou intenso, suas íris ficaram pretas, seus olhos desceram para meu decote, em seguida para minha barriga e pernas, para em seguida subir novamente para meu rosto.
- E você também não é nada mal, mas ainda sim uma mimada. - Wesley descrusou os braços e entrou no carro, revirei os olhos e entrei também. - Não precisa ficar nervosa por estar comigo, eu não vou te morder, à não ser que você peça. - O carro já estava em movimento a alguns minutos, não percebi, mas estava batendo a perna incessantemente, revirei novamente os olhos. - Não revire esses olhos novamente, ou não me responsabilizo pelos meus atos. - Olhei em seus olhos e revirei os olhos. O carro parou, rápido demais os vidros fumês subiram, Wesley tirou seu cinto e sua mão ágil logo retirou o meu também e se dirigiu para minha cintura e a apertou puxando-me de encontro a seu rosto.
- Wesley tá maluco? - Falei dando tapas em seu peito. Uma de suas mãos segurou a minha atrás das costas, a outra pegou meu rosto e eu mordi os lábios.
- Vou te ensinar a ser mais obediente Mali. - Sua boca avançou na minha e iniciou um beijo rápido e bruto, cedi ao beijo como se eu pudesse ter alguma chance de negar, não que eu quisesse. Sua mão pousou em meu pescoço e sua boca afastou-se da minha.
- Você não tem esse direito. - Falei baixinho e sem nenhuma certeza das minhas palavras.
- Eu vou te fazer gozar tão forte que você vai pedir mais e mais. - Sua mão fez uma pequena pressão em meu pescoço e eu soltei um meio sorriso.
- Tenho minhas dúvidas. - Falei em desafio e sua boca avançou novamente na minha. Tirou a mão que estava em meu pescoço e desceu apertando meu seio sensível com força, suspirei profundamente. Sua mão desceu novamente e foi para a fenda do meu vestido subindo com cuidado, como se tivesse medo de rasgar.
Subiu novamente a mão e afastou a boca da minha, apenas o suficiente para chupar dois de seus dedos, suspirei novamente com a cena simples mas que ele fez parecer erótica. Quando pousou em minha calcinha, afastou para o lado e toda delicadeza foi pelo ralo, quando dois de seus dedos grossos entraram em mim, com força, joguei a cabeça para trás e gemi.
- Olhe para mim, Mali, quero ver seus olhos quando te fizer gozar gostoso e com força nos meus dedos. - Sua mão que estava agarrada em minhas mãos soltaram devagar, como se tivesse com medo que eu fugisse. E logo agarrou meus cabelos me fazendo olhar em seus olhos, seus dedos ágeis bombavam em mim, com a força certa, ao mesmo tempo que seu polegar e o indicador brincavam com meu ponto G, um leve beliscão me fez arquear as costas e empurrar mais ainda minha boceta em seus dedos. Minha mão foi para seu cabelo e a outra desceu diretamente para seu membro o apertando. Vi Wesley suspirar, e gostei do poder que tinha sobre ele. Desabotoei suas calças com as mãos tremendo um pouco.
- Está nervosa querida? - Revirei os olhos e senti um terceiro dedo ser acrescentado em mim. - Já disse para não revirar os olhos para mim. - Ele fala entre dentes.
- Não, você disse que não se responsabiliza se eu revira-se os olhos. - Falei tirando finalmente seu pau de dentro da calça, libertando-o, que pulou, duro e grande para fora, como se estivesse ansiando para isso. Gemi mais alto quando seus dedos começaram a me manipular como queria. Comecei com uma carícia em seu pau e em seguida comecei com movimentos de vai e vem rápidos.
- Elisa. - Sua voz rouca me olhando nos olhos me fez gemer e morder os lábios com força. Acelerei os movimentos da mão e sua mão "desocupada" foi diretamente para meu pescoço ao mesmo tempo que sua boca atacava a minha. Nossos gemidos se intercalaram, éramos uma confusão de suor, gemidos e mãos. Acelerei os movimentos quando percebi que estava perto do ápice. Seus dedos começaram a brincar com meu ponto G e formar um gancho dentro de mim.
- Wesley... - Gemi mordendo seu lábio. - Eu vou... - suspirei quando novamente três dedos foram inseridos em mim, sem calma.
- Você vai... - Sua voz rouca, me fez estremecer e gemer mais uma vez com nossos lábios colados. - E vai comigo. - Me beijou novamente e eu acelerei os movimentos da mão fazendo-o apertar meu pescoço e acelerar os movimentos também. Era como uma competição onde o prêmio maior era o prazer de ambos.
- Wesley... - Gemi num sussurro, agarrando em seus cabelos enquanto minha outra mão fez uma pressão delicada em sua glande.
- Goza, agora Mali. - Sua voz grossa reverberou em meu ser e levou ondas drásticas exatamente onde eu queria. Meu orgasmo veio com uma força sobrenatural. Gemi alto, olhando- o nós olhos, quase sem conseguir mantê-los abertos. Minhas pernas tremeram, vi suas pupilas dilatarem, um gemido gutural escapar de sua garganta e meu nome ser pronunciado, logo um líquido escorre pela minha mão. Eu não senti minhas pernas seus dedos tinham saído de dentro de mim, e estavam fazendo uma carícia preguiçosa em meu clitóris apenas para prolongar meu prazer. Minha mão soltou seu pau, e sua mão saiu do meio das minhas pernas.
- Eu disse que faria. - Deixou um selinho bruto em meus lábios arrumou a calça e voltou novamente a frente da direção. Coloquei o cinto e tentei controlar a respiração.
Puta que pariu o que acabou de acontecer?
Sub: Ele te fez gozar gostoso, te fez querer mais e mais. É querida, Wesley gostosão te deixou de pernas bambas sem te foder.
{...}
