Capítulo 5: Chapeuzinho Vermelho/final.
O sol naquela tarde estava quente, a pequena raposinha se encontrava naquela mesma parte da floresta, exatamente onde viu o alfa pela primeira vez. Seu corpo pedia por um descanso em uma sombra qualquer, além de uma boa quantidade de água. Alice se sentou embaixo de uma árvore e pegou sua garrafa de água, tomando quase tudo de uma vez. O sol estava castigando nesse dia, estava perto do lago e pensando "Porquê não se refrescar, não é mesmo?"
Ela foi até o lago, deixou suas coisas em um tronco de árvore que tinha ali e tirou suas roupas, pouco se importando se alguém a veria nua. Quando entrou na água, gemeu satisfeita, mergulhou e quando voltou para a superfície escutou uma voz rouca.
ㅡ Eu deveria te devorar agora mesmo, por se atrever a entrar no meu lago. ㅡ Disse Henrique, parado na beirada do lago com os braços cruzados.
ㅡ Não sabia que esse lago te pertence, não vi seu nome em lugar nenhum dizendo que você é dono dele, sabe.
Henrique travou o maxilar com raiva, como aquela ômega ousava falar consigo assim? Mas então o cheiro de chocolate entrou por seu nariz o deixando louco. Seu pau ficou duro apenas em sentir aquele cheiro maravilhoso, sua vontade nesse momento era de entrar naquele lago e comer aquela raposinha com força, esticar o cuzinho que jurava ser apertadinho e muito gostoso, e depois foder a bucetinha molhada, a calça que vestia já estava apertada e marcando o pau duro. Alice sentiu sua vagina expelir sua lubrificação e piscar de desejo pelo alfa a sua frente. Escutou um rosnado alto e seu corpo todo se arrepiou, queria tanto aquele alfa a fodendo forte, com força, que custaria sustentar suas perninhas depois. Quando pensou que o alfa fosse realizar seus desejos mais safados, viu ele começando a sair dali.
Alice não queria que ele fosse embora, então nadou uma parte do lago onde a até água batia em sua cintura e gritou pelo alfa, fazendo Henrique parar no lugar e lutar entre ir embora ou voltar até a raposinha e devorar seu corpo.
ㅡ Não vá embora alfa, volte e entre aqui comigo. Sabe, você pode me devorar se quiser, de uma forma mais gostosa... Eu sei que você me viu aqui outro dia, te olhando enquanto você se tocava. Desde aquele dia eu venho pensando em como seu pau deve ficar ainda mais gostoso dentro da minha boca, e no meu cuzinho que está implorando por seu pau.
Henrique rosnou necessitado, ainda mais pelas palavras tão sem vergonha daquela raposinha, voltou até o lago, sorrindo ladino para Alice que estava ansiosa em finalmente foder com alguém.
ㅡ E você gostou de mim ver aquele jeito, uh? Não seja uma cadela apressada, meu bem. Vejo nessa sua cara de vadia o quanto está louco para mamar meu caralho, ou sentir ele indo fundo nesse teu rabo de puta. Será que sabe mamar um pau, raposinha?
ㅡ Te garanto que posso te fazer gozar em dois minutos apenas te chupando, alfa. Vamos fazer assim, seu eu fizer você gozar em dois minutos, você faz o que eu quiser. Se você não gozar eu faço o que você quiser, o que acha? ㅡ Alice disse, sabia que iria ganhar.
Henrique ficou pensativo, era uma boa oportunidade de ter uma boa foda, uma boa foda com aquela raposinha gostosa.
O alfa sorriu ladino, começando a tirar sua calça e cueca em resposta. Quando o alfa ficou totalmente pelado, e o cacete teso bateu em seu umbigo, Alice gemeu apenas com isso. Finalmente iria matar o desejo de ter aquele pau em sua boca e em seu interior, Henrique entrou no lago e ficou com a água até metade de suas coxas. Levou uma mão até o caralho começando a se masturbar, gemendo rouco. Alice veio até si já com a boca salivando, sem cerimônia colocou as bolas cheias de porra do alfa na boca, chupando cada uma com vontade, seu cuzinho piscou ainda mais quando o gemido rouco de Henrique escapou de sua boca. Logo trocou a mão do alfa pela sua, punhetando lentamente o caralho que chegava a pulsar em sua mãozinha. Colocou sua língua para fora e lambeu da base até a cabeça gorda, gemendo quando sentiu o gosto do alfa em sua língua.
ㅡ Ah, porra! Que boquinha gostosa, meu bem. ㅡ ele gemeu rouco, jogando sua cabeça para trás. Não queria admitir que apenas com isso já sentia vontade de encher aquela boquinha macia com sua porra.
Alice colocava mais daquele cacete em sua boquinha, enquanto olhava nos olhos do alfa que estava mais escuro e se mesclando com um tom escuro de vermelho. Henrique gemeu alto, rouco, surpreso, quando Alice relaxou a garganta e engoliu todo, até o talo, sentindo a ponta do nariz da garota tocar sua pelve.
Alice ficou satisfeita com os gemidos do alfa, a mão grande estava em seu cabelo o puxando a cada vez que o engolia por inteiro. Sempre gostou de sexo oral, mas mamar o caralho desse alfa se tornou sua coisa preferida, poderia ficar ali por horas que não se cansaria.
ㅡ Essa sua boquinha de puta me mama tão bem, caralho!
Henrique gemeu mais alto e gozou, forrando a garganta da raposinha com sua porra quente, enquanto forçava a cabeça de Alice contra seu caralho. Aquela garota realmente sabia chupar um pau, ela engoliu tudo sem reclamar, sentindo sua boca dolorida pelo esforço de mamar aquela rola grossa e grande, mas ainda sim muito deliciosa. Se levantou e o puxou para um beijo sedento, bruto, com mordidas que fez as pernas de Alice ficarem bambas. As línguas se chocavam dentro e fora das bocas, fazendo com que estes molhados fossem ouvidos. Os cheiros dos dois se misturando e deixando tudo mais intenso. Henrique tem o cheiro de menta, que deixa a garota cada vez mais embriagada.
O alfa pegou o corpo menor que o seu em seu colo, fazendo Alice enrolar as pernas em sua cintura enquanto abraçava seu pescoço com os braços, ainda estavam se beijando com fervor. Henrique já sentia seu cacete duro de novo, enquanto Alice queria gozar. As mãos grandes do alfa passaram por todo seu corpo, que foi prensado em um tronco de uma árvore qualquer.
ㅡ Porra meu bem, você é tão gostosa e eu ainda nem entrei dentro de você.
ㅡ Não precisa me preparar alfa, só me fode logo! Eu preciso muito sentir seu pau me comendo forte, me deixando toda assada de tanto dar meu cuzinho para você...
Henrique tomou a boca da menor com ainda mais fúria, enquanto estava guiando seu caralho para dentro daquele lugarzinho quente. Não teve pena quando se enfiou com tudo, ouvindo o grito alto que Alice deu. As estocadas eram brutas, sem piedade nenhuma, e a garota amava sentir aquela dor junto com o prazer de enfim estar sendo comida como deveria. Aquele caralho estava fazendo um estrago em seu cuzinho, o alargando, seus gemidos eram altos, pouco se importando se alguém pudesse ouvir. Só queria ficar assada e dolorida no outro dia de tanto dar para seu alfa.
ㅡ Era isso que queria sua cadela, estava doida para me dar esse cuzinho de vadia não estava? Sente como ele engole todo meu pau, amor? Sente como ele estava faminto para ser devorado pelo meu caralho. Porra, que cuzinho gostoso, amor. ㅡ Henrique gemeu rouco, estocando tão forte que se não estivesse segurando o corpinho de Alice, ela já teria caído. ㅡ Meu nome é Henrique, geme ele pra mim, vadia.
ㅡ HENRIQUE! Porra você me come tão bem alfa, isso!
Os corpos já estavam suados, mas estavam longe de parar. Henrique deitou o corpinho da ômega na grama e segurou por debaixo dos joelhos de Alice, a deixando mais exposta e passando a meter com toda sua força, Alice não demorou a gozar, gritando e ficando sensível. Apertou o caralho dentro do seu cuzinho que agora estava judiado e vermelho, isso fez Henrique gemer ainda mais rouco e alto, jorrando sua porra dentro da garota. O nó se formou e Alice gemeu pelo desconforto, o alfa se abaixou com cuidado e beijou a boca inchadinha com calma, enquanto acariciava o rosto vermelhinho.
Era loucura como estava se sentindo completo, naquele momento a ligação acabou de ser feita e eles aprenderam que eram um do outro.
