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Capítulo 6: Viagem

Quando chegamos ao hotel, nossos corpos pediam por um banho e descanso, já que a viagem foi longa. Fomos cada um para seu quarto, mesmo eu querendo que Camila ficasse no mesmo que o meu. Hoje não teríamos nada para fazer, então depois de descansar, a levaria para jantar e, depois, ficarmos um tempinho juntos.

[...]

Quando a noite chegou, resolvemos ir até uma espécie de pub, conversar um pouco e nos conhecermos mais. Eu não quis beber e Camila também não, a conversa entre a gente fluía muito bem e eu sorria bobo a cada vez que ela sorria. Minha garota quis dançar, e foi aí que começou a provocação. A música era lenta, com uma pegada sexy, nossos corpos estavam colados e então ela começou a esfregar aquela bunda que me deixa doido em meu membro, que despertava aos poucos. Segurei firme em sua cintura e gemi rouco em seu ouvido, mordendo o lóbulo logo em seguida. Nossos corpos já estavam quentes e, com isso, decidimos ir para o hotel. Quando chegamos lá, começamos a nos beijar feito loucos. É incrível como nossos corpos respondem um ao outro, fomos para o meu quarto e mal esperamos entrar para tirar nossas roupas.

Somente com nossas peças íntimas, deitamos na cama. Camila me afeta por inteiro, mexe comigo de uma forma surreal. Enquanto eu olho em seu rosto, eu não digo nada. Reparo em seus fios loiros, que estão pouco bagunçados, seus olhos felinos e intensos ao ponto de não precisar de mais nada para desregular tudo em meu interior. Reparo no nariz de botão, as bochechas gordas, mas que me faz perder o foco quando sua boca inchada e vermelhinha tem a minha atenção. Acredito que não sou capaz de formar uma frase coerente agora, e não contenho o impulso de voltar a beijar a boca que tanto me tira o juízo. Minha mão alcança seu rosto e então deslizo meus dedos por seu queixo, a puxando para um beijo agressivo, mas que também transmite carinho, desejo, luxúria.

Ela não exita e nem resiste ao corresponder da mesma forma, sua mão sobe em direção a minha nuca, puxando os fios de cabelo existentes ali enquanto a outra aperta os músculos do meu braço. O beijo é molhado, cheio de estalos quando nossas línguas se encontram fora de nossas bocas, levo minha mão até sua coxa, que pressiona a carne sem nenhum pano atrapalhando o contato de nossas peles. Seus lábios, então, se prendem ao meu, fazendo uma sucção lenta e provocativa, demorada, e logo após, morde minha boca enquanto deixa um gemido escapar quando pressiono ainda mais nossas intimidades. Quando o ar faz falta, separamos nosso beijo, mas fazendo com que eu avance em sua direção novamente com ainda mais fome.

E eu poderia fazer isso por horas e horas.

Tomado pelo desejo, levo minha mão destra até seu cabelo o puxando fazendo com que sua cabeça se incline para trás, deixando seu pescoço exposto para que seja marcado por mim. Meus lábios descem para seu queixo onde deixo uma leve mordida, seguindo até seu pescoço, onde deixei um chupão. Minha boca vai marcando cada pedaço de pele exposta, chegando em seu seios fartos, onde comecei a estimular um de seus mamilos, ouvindo seu gemido manhoso e necessitado.

ㅡ Caleb, céus!

Quando mordo o biquinho já endurecido, Camila puxa meus cabelos com ainda mais força, fazendo meu corpo queimar ainda mais de tesão. Depois de estimular o outro mamilo, vou seguindo com a minha boca por todo seu tronco exposto, o deixando ainda mais vulnerável quando meu músculo esponjoso faz uma pressão em seu umbigo, a deixando surpresa pela sensação boa. Chegando em seu baixo ventre, deslizei a língua demoradamente sobre a tez tão receptiva, logo sugando a região que deixei úmida com a minha saliva, deixando também uma mordida moderada ali. Quando tirei a única peça de roupa em seu corpo, e ele sentiu minha respiração perto de sua buceta, seu toque em meus cabelos ganhou mais força e intensidade. Meus lábios vão de encontro com sua virilha onde deixo mais uma marca feita, Camila não deixa seus gemidos escondidos e fica sensível cada vez mais.

ㅡ Amor, por favor... ㅡ ela geme ao que minha mão abre seus grandes lábios, e deixo uma lambida em sua vagina deliciosamente molhada.

ㅡ O que você quer, anjo? Diga para o seu homem, amor.

É até pecado a chamar de anjo nesse momento, quando seu corpo se contorce pelo prazer recebido.

ㅡ Ahn!

Eu queria provocar a minha garota, mas também queria a enlouquecer de tanto prazer. Camila estava entregue, meus beijos molhados e demorados em sua pele a deixavam ainda mais ansiosa. Quando ela pediu ainda mais necessitada e manhosa, lambi sua buceta molhada de pré gozo, ouvindo seus gemidos se tornarem mais altos. Sentir o seu gosto em minha boca é delicioso, tão gostoso que me fez fechar os olhos sem querer. Suas mãos apertando meu cabelo ou suas unhas arranhando meus braços, são um mix de sensações que jamais senti com alguém.

Eu apertei sua coxa ao mesmo tempo que chupo apenas seu clitóris, Camila suspira e remexe o quadril contra a minha boca, fazendo com que meu queixo fique molhado. Minha ereção doía, pedindo por algum alívio ou estímulo, mas primeiro o prazer da minha garota. É um caminho sem volta quando nossos olhos se conectam, refletindo o que estamos sentindo um pelo outro. Então lambo sua buceta mais uma vez, suas pupilas estão dilatadas e sua boca aberta, deixando escorrer um fio de saliva, ao que enfio minha língua em sua abertura, subindo, passando a língua por toda sua extensão. Sua respiração fica ainda mais acelerada quando a chupo com ainda mais vontade, apertando um de seus seios com minha mão.

ㅡ Me, me deixa te chupar. Por favor, me deixe sentir seu gosto em minha língua ㅡ Camila me pediu ofegante, e eu não sou capaz de recusar tal proposta.

Me deito na cama, mas, antes, a puxo para um beijo sedento, molhado e cheio de mordidas. Camila então vai fazendo uma trilha de beijos por todo o meu abdômen, fazendo várias marcas. Seus olhos voltam a se conectar com os meus, ela tira minha boxer e deixa alguns beijos por minhas coxas, sempre me olhando nos olhos. Minha garota segura meu cacete pela base e deixa um beijo casto e molhado sobre a glande, me fazendo gemer rouco. Ela coloca sua língua para fora e me lambe todo, deixando meu cacete lubrificado com sua saliva, com seu olhar banhado de luxúria, ela me coloca na boca, chupando aquela parte sensível. Meus olhos não focam em outra coisa a não ser os seus, deixando uma última lambida, ela começa a me chupar, me levando ao delírio com sua boquinha gostosa.

ㅡ Sua boquinha é tão gostosa, anjo...

Ela parece gostar do elogio, já que começa um vai e vem mais rápido, sempre focando na glande. Eu me entrego a cada sensação que Camila me proporciona, minha mão vai até os seus cabelos e a forço a me engolir por inteiro, sentindo sua respiração bater em minha pélvis.

ㅡ Oh, caralho, babe!

Meu gemido é alto, rouco e arrastado. Deixo minha cabeça cair para trás, e passo a foder sua boca. Os barulhos molhados que ecoam pelo quarto deixa tudo ainda mais gostoso. Camila tem os cabelos grudados na testa pelo suor, as bochechas salpicadas de vermelho e seus olhos molhados pelas lágrimas ao me sentir ir fundo em sua garganta.

ㅡ Você gosta, anjo? Gosta de ter o meu caralho na sua boquinha, te fodendo bem fundo ou bem devagar para que você me sinta por inteiro? ㅡ eu disse seguido de um arfar alto, Camila respondeu com um gemido que vibrou por todo meu pau enquanto o tinha atolado em sua garganta.

ㅡ Amor, eu quero te sentir dentro de mim, me comendo forte. Quero sentar em você, quero ficar de quatro pra você, quero sentir você indo bem fundo em mim. Você pode fazer isso? ㅡ ela perguntou e deu uma lambida em minha glande.

Provocadorazinha de merda!

Em um movimento rápido, a coloquei de quatro para mim, ficando vidrado em sua buceta e em seu cuzinho que piscava, doido para ser preenchido por minha porra. Camila deixou apenas sua bunda empinada, e eu logo cai de boca naquele lugar que chamava por mim, lambendo e beijando como se fosse sua boca, a penetrando com minha língua. Sua mão veio para o meu cabelo e ela me puxava cada vez mais em sua direção quando minha língua girava em seu interior, com um suspiro ainda mais manhoso, Camila pareceu estar em seu limite. Então eu dou uma última lambida em sua buceta e me levanto, indo atrás do lubrificante e do preservativo. Quando retorno para a cama, nossas bocas voltam a se procurar em um beijo bruto, molhado, lascivo. Com Camila de costas para o colchão, me apoio nos joelhos entre suas pernas e coloco o preservativo, despejando, em seguida, uma boa quantidade do líquido transparente em meu cacete, passando um pouco em sua entrada.

Me deitei sobre seu corpo, me apoiando sobre os cotovelos, a fiz abrir mais as pernas e guiei meu pau até sua buceta apertada, começando a enfiar devagar. Eu já a tinha preparado com meus dedos, mas minha garota ainda continua apertada pra caralho.

ㅡ Espera um pouco, por favor, amor... ㅡ ela disse com a voz trêmula e senti a ardência em minhas costas, feita por suas unhas.

ㅡ Relaxa, anjo, não vou te machucar. Porra, buceta gostosa do caralho!

A beijei com carinho e, aos poucos, fui introduzindo o restante de meu membro, foi impossível não gemer com o seu aperto. Esperei até que ela se acostumasse com a invasão e comecei a estocar lento, olhando em seus olhos lacrimejados. Gememos juntos quando aumentei a velocidade, e passo a beijar o seu pescoço e chupar seus peitos, investindo cada vez mais forte, fazendo a cabeceira da cama bater contra a parede, mas tudo está tão gostoso para ligarmos para isso. É gostoso sentir o seu aperto em torno do meu pau, me esmagando de forma deliciosa. Camila passa a rebolar na mesma intensidade em que estoco em seu interior quente, apertado, molhado e acolhedor. Uma de minhas mãos vai para a sua bunda, apertando a carne farta com força o suficiente para que fique a marca de meus dedos.

Em resposta, Camila gemeu alto e mordeu meu pescoço quando acertei seu ponto G. Minhas mãos agora seguravam sua cintura com força, enquanto passo a meter com mais brutalidade, arrancando gemidos que são músicas para os meus ouvidos.

Agora, me sento na cama e a trago para o meu colo, enquanto nos beijamos.

ㅡ Vai, senta.

E ela faz isso, engolindo todo o meu caralho de uma vez com o sua buceta apertada. Camila se apoia em meus ombros e começa a sentar de forma rápida, com pressão.

ㅡ Amor, oh céus! Você é.... tão grande, amor, vai tão fundo…

Gemi rouco e acertei um tapa estalado em sua bunda, separando as bandas para a sensação ser ainda melhor.

ㅡ Você gosta, anjo? Gosta quando meu caralho vai fundo nesse teu rabo apertado? Sua buceta é uma vadia gulosa pelo meu pau, caralho!

Notei que Camila estava cansado dessa posição, já que ficamos um tempo nela, a tirei de cima de mim e a coloquei de quatro, a penetrando com força, o que fez seu corpo dar um solavanco para frente. E eu adorei essa visão, de como seu corpo se molda em minhas mãos, a forma como minha garota se entrega cada vez mais. De como ela engole meu pau tão bem. Então, diminuo a velocidade e estoco com força, fazendo Camila gemer alto e pedir por mais.

ㅡ Fode assim, amor… fode minha buceta, isso!

Empurro meu quadril mais uma vez, metendo com força em seu interior, batendo em sua bunda e coxas. Camila me deixa louco. Sua vagina estrangula meu cacete, me enlouquecendo pela sensação. Cada estocada bruta, nos derramamos em gemidos satisfeitos. Ela rebola contra meu pau e se contrai, me fazendo entrar em estado de torpor, levo minha mão até seus cabelos, enquanto o puxo com força e minha outra mão estimula seu clitóris na velocidade das estocadas. Ela geme manhosa, eu rouco. Ela pede mais e eu dou sem exitar.

ㅡ Oh, babe, fuck!

Com um último gemido alto, chegamos ao ápice juntos, com as respirações pesadas, corpos suados e cansados. Mas totalmente satisfeitos.

Depois, a peguei em meus braços e o levei até o banheiro para nos limparmos. Camila estava sonolenta, eu a enchia de carinho e palavras fofas, e muitos beijinhos também. Na hora de dormir, já com lençóis limpos, deitamos abraçados e minha garota se aconchegou em meu corpo, me apertando como se eu fosse um urso. Deixei um beijo calmo em seus lábios e um selar em sua testa, pegamos no sono logo em seguida.

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