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Capítulo 4: Chapeuzinho Vermelho parte 1

Esse capítulo é Omegaverse, alfa e ômega.

O dia estava fresco, havia chovido pela noite. O relógio marcava sete e vinte da manhã, e o cheiro gostoso de café pairava pela casa pequena, mas aconchegante. Alice preparou seu café da manhã para logo depois ir colher as verduras e frutas em sua horta, e ir até a floresta buscar por ervas medicinais. Sua mãe sempre lhe aconselhava a tomar cuidado com uma certa parte da floresta, pois ela dizia que um lobo muito mal vivia por ali, e devorava quem chegasse perto de sua casa.

Alice sentiu que aquilo era uma história para boi dormir , e sempre foi curiosa para saber como era esse lobo mau. Nessa manhã, ela se sentiu agitada como se algo fosse acontecer, estava estranha. Estava terminando o café quando escutou alguém bater em sua porta, era Bia, sua melhor amiga. Uma híbrida de gatinho muito fofa, apesar de bastante arisca.

— Bom dia, Alice, como passou a noite?

— Bom dia, Bia! Passei bem e você? — Perguntou carinhosa, mas logo um sorriso ladino tomou conta dos lábios cheinhos ao ver uma marca roxa no pescoço da amiga. — Vejo que passou muito bem, uh? Com que fodeu dessa vez? Alex ou Peter?

Bia a olhou indignada, aquela raposinha era uma safada!

— Ei! Não transei com ninguém! Pare de me olhar assim! — Bia estava com vergonha e Alice adorava deixar a gatinha irritada.

— Sei, essas marcas dizem o contrário. Mas eu queria muito ter sido fodida essa noite, com esse friozinho. Ando tão carente, mas ninguém da vila me atrai.

Bobo era quem pensava que a híbrida de raposa era inocente, atrás daquele sorriso fofo existe um ser provido de promiscuidade, que durante as noites enfiava os dedinhos gordos e curtos em sua entradinha apertada, ou em sua buceta deliciosa, enquanto gemia frustrada por querer algo grande e grosso arrombando seu cuzinho de vadia. Fazia alguns meses que ela não transava com ninguém, nenhum outro híbrido a despertava desejo e isso deixava a pequena raposa irritada, porra só queria ser bem comida!

Depois de tomar café com sua amiga e terem ido colher as verduras, Bia foi trabalhar e Alice guardou tudo o que havia colhido. Mas algo estava estranho, sentia sua lubrificação escorrer e estava ficando excitada, nunca tinha sentido isso antes. Tomou um banho para se refrescar, vestiu uma calcinha de renda vermelha e uma saia, amava usar elas.

Colocou uma blusinha qualquer e sua tão amada capa vermelha, última coisa que sua mãe havia feito para si antes de morrer. Sentia falta dela.

Alice caminhava pela floresta cantando uma música qualquer, enquanto pegava algumas ervas que encontrava pelo caminho. Estava distraída quando foi um pouco mais além do que costumava, ficou curiosa quando perto de um lago que havia ali, escutou um rosnado que fez seus pêlos se arrepiarem, e sua buceta piscar. Foi com cuidado até perto de um arbusto, onde viu um corpo forte e musculoso dentro do lago. Soube que era um alfa pelo cheiro, ele parecia frustrado e irritado com alguma coisa. Alice sentiu a boca salivar com o corpo nu do alfa, a pele bronzeada, os músculos fortes, o cheiro delicioso, e quando o alfa virou de frente para si quase caiu sentada.

O abdômen definido com oito gominhos, a V line marcada e os poucos pelos que iam até o pau majestoso, grande, grosso, com veias saltadas, curvado levemente para a direita. Aquele alfa estava excitado, Alice gemeu baixinho quando a mão grande do alfa foi até seu caralho, se masturbando e gemendo rouco. A híbrida de raposa queria ir até lá e engolir aquele pau por inteiro, sentir sua garganta ser fodida enquanto seu cabelo era puxado com força, para depois se colocar de quatro para que seu cuzinho fosse comido com força pelo caralho grande. Estava tão concentrada que acabou se assustando com outro rosnado do alfa, e acabou caindo e fazendo barulho, chamando atenção do híbrido de lobo. Alice se escondeu entre o arbusto e ficou quietinha, temendo que aquele alfa a achasse e lhe fizesse mal.

[...]

Alice chegou em sua casa cansada e já era quase noite, por sorte - ou não - o alfa não a encontrou. Mas aquela cena não saia de sua cabeça, sentia seu corpo quente apenas em lembrar daquele alfa gostoso. Guardou todas as coisas e foi tomar um banho, sua vagina estava molhada e expelida lubrificação aos montes, piscando, ansiando ser preenchida por aquele caralho que parecia ser tão gostoso. Dobrou os joelhos dentro da banheira de modo que pudesse enfiar seus dedos em si, os olhos estavam fechados e em sua mente aquela cena se repetia, estimulava um de seus peitinhos quando enfiou o primeiro dedo. Gemeu pela dor inicialmente, esperando seu tempo, logo adentrou o segundo dedo e alguns minutos depois já fodia sua buceta com rapidez. Gemendo manhosa enquanto imaginava os dedos longos do alfa em seu interior, a mão que estava em seu mamilo desceu até seu clitóris, começando a massagear no mesmo ritmo de seus dedos.

— Isso, assim alfa...

Seu corpo estava queimando de tesão, sentia todos os seus músculos se contrair anunciando seu orgasmo.

Já na floresta, Henrique estava em seu banheiro, com uma mão na parede enquanto tinha a cabeça abaixada e a água caia em suas costas, a outra mão punhetando o cacete teso, gemendo rouco e aquele aroma de chocolate que sentiu mais cedo adentrar seu nariz, era como se ele estiver ali consigo.

— Caralho, isso porra…

A verdade, era que Henrique e Alice estavam se conectando mesmo de longe, já que eram destinados um ao outro.

Depois daquele encontro com o alfa na floresta, Alice passou a ter sonhos com ele durante todas as noites, e com Henrique não era diferente. A cada dia que passava os dois estavam cada vez mais ligados, outros cheiros deixavam Alice enjoada e a presença de outros alfas perto de si a incomodavam. Estava estranhando tudo o que a vinha seguia consigo e ultimamente seu corpo ficava quente com frequência, chamando pelo do alfa e desejando seus toques.

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