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4•. A Despedida!

Minha mãe falou que teria que ir à cidade às pressas, pois precisava resolver um assunto de suma interesse e que era urgente.

Ela foi e não demorou muito; mas com ela veio médico que estava fazendo tratamento de meu pai.

Eles chegaram e subiram para o quarto para conversar com ele.

Demorou alguns minutos minha mãe saiu do quarto e deixou o médico só com o meu pai e a enfermeira.

Veio até mim me comunicando que a gente teria que se mudar para outra cidade, a qual era mais habilitada para o tratamento que meu pai iria passar, pois estava passando por um processo:

De doses, intensiva então precisaria de mais cuidados, claro que aceitei e fiz cara de quem estava tudo bem, mas por um momento pensei que iria ficar distante de Lucas.

Mas logo a minha mente veio e me cobrou é o seu pai por favor;

Mas não parou por aí, minha mãe falou só que você não poderá ficar junto conosco, você será preciso ficar com sua tia em outra cidade em outro estado.

Porque você precisa estudar, terminar os seus estudos para iniciar uma faculdade.

Essa Realmente foi um baque para mim, pois aceitaria ir embora daquele lugar devido ao tratamento que meu pai iria fazer.

Agora ficar longe dele, isso sim ia maltratar bastante de mim;

Então decidi não me encontrar com Lucas, simplesmente ligar para ele e explicar tudo por telefone, fui falando rapidamente sem deixar ele me falar nada.

Pois seria muito difícil ter que escutar tudo o que eu já sabia que ele ia me falar e ainda saber que ia ficar longe de meu pai, passar todo o tratamento dele ausente sem poder estar ali presente para dar força nos dias difíceis da vida dele.

Mas no final da conversa antes de eu desligar o telefone;

 Me calei por alguns segundos, escutei a respiração acelerada de Lucas do outro lado do telefone como se ele estivesse chorando e ele falou uma frase.

Por favor, Gabriele passe o tempo que passar, conheça quantas pessoas for preciso, mas nunca se esqueça de nós de nossa amizade, pois quando voltar estarei aqui te esperando.

Desliguei o telefone;

Subi em meu quarto, meu pai também estava se desmanchando em lágrimas;

Abracei ele e tentei acalmá-lo — pai não vai ser por muito tempo, logo estaremos de volta em nossa casa;

Ele com pessimismo me falou, não sei minha filha se voltarei um dia, talvez eu fique por lá para sempre e não volte nunca mais;

Pois não será somente o tratamento que terei que suportar, mas também a sua ausência:

Relaxa pai os dias e os anos passa rápido logo. Logo o senhor estará bem de saúde e estaremos todos reunidos e claro a sua filha estará linda e formada.

Passei aquela tarde inteira ali consolando ele.

Minha mãe como sempre guerreira cuidou de todos os preparativos para viagem, só o necessário.

Arrumou um casal para ficar cuidando de nossa casa. 

Afinal ia ficar coisas muito valiosas ali.

Um deles era o meu quarto que apreciava bastante, principalmente quando eu estava sentindo algo bastava eu entrar, me deitar na minha cama, colocar a cabeça no travesseiro que era como se fosse um anador.

Lu estava ficando, esse, sim, era de cortar meu coração.

E logo já chegou o dia da gente viajar, pois o médico pediu urgência na transferência dele.

Mas primeiramente minha mãe teria que me levar até a cidade para pegar o ônibus para ir para a capital.

A viagem Foi bastante tranquila, difícil foi aceitar ainda e deixar para trás tudo aquilo que me fazia feliz.

O primeiro ano foi bastante difícil, pois escola diferente, colegas diferentes e matérias, difícil também. 

Pois todos os professores não desclassificando os antigos professores meus, mas os novatos era mais exigente e às vezes falava matérias que eu nunca havia ouvido falar.

Depois que meu pai foi transferido sempre diariamente recebi a notícia e tava correndo corretamente bem graças a Deus ele estava evoluindo bastante, já estava até começando a nascer cabelo novamente.

A minha mãe, chegando lá, conseguiu um serviço de auxiliar na área da enfermagem.

Como sempre foi muito inteligente, ela Claro não deixou passar oportunidade também de estudar.

E foi crescendo dentro dela uma paixão pela medicina.

Que era bonito ouvir ela falar, o meu pai com as melhoras que ele tava tendo também decidiu ser voluntário na área dos pequeninos.

Sempre que ele tava se sentindo bem melhor, ele colocava uma roupa bastante engraçada e ia fazer palhaçada para as crianças que estava em tratamento também de câncer.

E sempre deixava a história dele para os pais para que eles não percassem a fé, não tivesse desânimo sobre a trajetória.

E sempre enfatizava a trajetória é árida, mas a conquista é agradável quando você persevera.

Era muito bonito constatar os meus pais Alegre e saber que eles estavam felizes.

A minha tia também era uma moça, digo. Moça por um modo de falar, mas ela lá tinha seus 40 e tantos anos, já não gostava muito de perguntar.

Mas passando de um ano para frente tudo foi se facilitando porque aí eu já tinha conhecimento com algumas pessoas, já tinha feito as amizades e uma delas especial.

Era Roger; fazemos trabalhos juntos e ele foi me contando mais sobre a vida dele, eu contava sobre o meu passado, também me falava muito sobre Lucas para ele.

Ah, falando nele, perdi todo o contato com ele, não sabia mais nada da vida dele nem se ele ainda moraria no mesmo lugar.

Rogério um garoto muito sofrido, esse era o nome dele, mas gostava muito de diminuir chamando de Roger, era um rapaz que passou por uns problemas enorme na infância foi deixado em uma santa casa, cresceu sem conhecer seus pais foi criado por feiras.

Mas o sorriso dele era de felicidade com tudo isso que ele havia passado, e não importa se a dor que estivesse, ele sempre estava pronto para ajudar aquele que sempre precisava de ajuda, então isso me chamou muito a atenção.

E com o passar do tempo conversei ao pouco só cumprimentar ló;

Então somos realmente amigos, eu não gostava muito das atitudes das meninas, pois das da minha escola elas gostavam muito de ver o estilo das outras e ficar falando e eu não gostava muito disso.

 Assim ele lutava muito porque depois que o orfanato não aceitou mais ele por a idade porque tem uma certa idade para permanecer lá.

Mas as freiras conseguiram um servicinho para ele em um mercadinho.

Ele é organizava as coisas que estava fora do lugar nas prateleiras.

E quando recebi o seu salário no final do mês achava muito interessante as atitudes dele, ele comprava o necessário que ele precisava no seu dia a dia.

Pagava o quartinho onde ele morava e as continhas do dia a dia.

Mas o mais interessante que ele fazia com o restante do dinheiro era admirável.

Ele sempre deixava na continha que ele havia aberto, 50 à 80 todo mês — ele dizia que aquilo ali era a poupança para o futuro dele.

E o restante do dinheiro que sobrava, ele pegava, comprava alimentos, quando dava comprava até cobertores, para aquelas pessoas que morava na rua e principalmente aqueles adolescentes.

Certa vez ele pediu para acompanhá-lo em uma dessas entregas que ele fazia e sempre que ele fazia era durante a noite.

Das 6:00 até às 8:30 da noite.

Cada lugar que ele passava era assustador e a quantidade de criança adolescentes que estavam ali.

É um mundo horrível, doloroso, cruel, para se olhar e não ter como ter compaixão para o próximo.

Mais especial, ele gostava de ajudar uma garotinha.

Ela se chamava, sul iva.

Ele pelejava com ela para levar ela para o orfanato aonde ele cresceu, pois lá existia a parte em que ficavam os meninos homem e também as meninas.

Mas ela era muito resistente, ele já havia pelejando com ela já há meses.

Antes da gente chegar até ela, ele me contou um pouquinho da história dela.

Então eu me propus a conversar com ela. Mas também ele me alertou talvez ela não quererá conversar com você porque ela não é muito de papo. Proponho tentarmos né.

Chegamos lá.

Ela estava sentada no chão com;

 alguma-coisas velhas na mão, os;

cabelo dela batia no meio das costas, tava todo embaraçado.

 Gente, como o rosto daquela menina era perfeito, ela deveria ter aí uns 16 por aí, mas não parecia, pois a situação que ela estava passando não deixava ela mostrar a beleza que se escondia atrás daquela sujeira.

Então me sentei um pouquinho afastada dela, e me identifiquei.

Olá! Sul iva. Eu me chamo Gabriele.

Me apresentei e ela, disfarçando. 

Como se não estava prestando atenção;

 Em tudo o que eu estava falando.

 Contei a história que eu havia passado!

 Com esse meu amigo Lucas, contei o passado do Meu pai: 

E fui contando tudo que havia acontecido ao longo do tempo que tive que mudar.

 Deixei tudo para trás, ela baixou a cabeça.

E ficou ouvindo atentamente, mas também dava para ver Entre, os espaços do cabelo dela que tampava o rosto, lágrimas caindo.

E de repente ela começou a falar baixinho. Que bom!

 Gabriele Você tem uma família e Eu, não tenho… 

Pois meus pais morreram, em um acidente e por ironia do destino, fui parar em um leito de um hospital.

Não sei quantos anos fiquei em coma, mas no dia que recebi alta! 

O médico me perguntou quem iria me pegar, eu falei que os Meus pais, estavam esperando na saída.

Ele falou que ia finalizar, todas as papeladas que precisava ser entregue aos meus pais.

Nesse minuto de distração eu saí pelos corredores até encontrar uma saída.

Os únicos dias que comi, e tomei banho; corretamente.

 Foi quando eu estava lá, pois sempre tinha uma enfermeira que ficava disponível, ali zelando de mim.

De lá para cá não, não soube mais o que quer comer, direito e tomar banho corretamente.

Rogério sempre está por Aqui, sou muito Grata, devo muito a ele: 

    SEMPRE generoso, não esquecer, dos que sãos. 

      Esquecido! Sempre tem esse cuidado de estar deixando comida, e agasalhos, por aqui para todos nós.

Às vezes fico olhando para ele, já me contou a história dele:

 Que ele, também é um órfão!

E me pergunto porque que ele; não buscará para ele.

 E sim fica deixando aqui, perdendo tempo com os sem tetos:

Mas também entendo! Pelo fato de saber que ele também. 

Conhece de perto todo o sofrimento, que passamos aqui na rua.

 Se eu conseguir, arrumar um serviço, um dia, não sei;

 Se chegarei a isso, mas se um dia chegará, dinheiro Nenhum; 

 Pagará o que ele já fez por mim e por aqueles outros ali!

E apontou para um grupinho que estava do outro lado da rua.

E ela se calou, passou a mão no rosto e se levantou, ficou dando um passo em cima da calçada e fora.

Então me levantei com a minha em direção a ela, puxei ela e abracei.

Ela correspondeu ao meu abraço, ela me apertou tanto como se há muito tempo ela esperasse que alguém abraçasse, ela daquela forma.

Juro que naquele momento foi tão satisfatório que o meu coração acelerava, pulava de alegria.

De repente ela lentamente me empurrou para trás e disse, você não tem nojo de mim, eu estou suja f***** não sei que dia tomei o banho.

            Respondi para ela calma sul iva isso não me preocupa;

 porque está suja ou não tomou banho hoje, isso significa que tenho que ter nojo de você jamais;

pois você e eu a única coisa, com diferença somente essa roupa que estou vestida Porque a minha está inteira e a sua está rasgada, esta é a única diferença entre mim e você.

E por isso mesmo pedi ao Roger que fosse eu que viesse conversar com você hoje.

Para te pedir que você aceite o pedido dele de ir para o orfanato não é o melhor lugar do mundo, eu sei, mas vai te proporcionar pelo menos um agasalho, comida no horário certo e cuidados especiais.

E pode ter certeza, se você acreditar, e ter fé você será uma grande empresária um dia.

E coloque dentro de você quando você chegar neste.

 Olhe para trás e vem até aqui ajudar esses outros que ficaram por aqui.

Ela ainda resistiu um pouquinho, mas depois retornei a outras, visita ela e foi indo

Até que Ela, aceitou e ficar no orfanato; conseguimos ela, e mais três daqueles adolescentes que ficavam por ali.

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