3•. Seguindo emfrete
A cartinha ❤️
Querida Gabi, sei que agora que você está passando está sendo muito difícil, não posso imaginar o quão você está passando.
Mas quero te dizer que não esqueci nem sequer um minuto, nem um dia dos nossos momentos juntos.
Espero logo poder estar novamente caminhando. Com você primeiro lugar em que quero ir é aquele a qual o vemos aquele juramento um para o outro, pois aquele dia foi muito importante, espero que com essa situação você não, {não esqueça} o que construímos juntos, que nossa amizade.
Pois nossa amizade neste mundo, creio que não há nenhuma outra igual, oro todos os dias.
Para o papai do céu poder curar o seu pai em breve, você ter ele com saúde e a sua família voltar a ser o que era ou sei até ainda melhor do que era antigamente.
Fiquei sabendo através dos nossos colegas de escola que até as suas aulas foi transferida para sua casa, está estudando em casa não tá indo mais à escola mas também entendo.
Sei que é por motivo de tudo que está acontecendo. Mas espero que você não se esqueça que sempre será; lucas e Gabriela;
Com carinho Lucas.
Quando terminei de ler aquela carta meus olhos estavam chorando e minha mãe pegada no meu ombro, juro que não havia escutado ela falar nada comigo, só senti quando ela puxou e me perguntou se estava acontecendo alguma coisa, limpei as lágrimas e falei para ela nada mãe.
Peguei a bandeja e retornei para o salão para recolher todas as coisas que estava desorganizada.
E fiquei muito pensativo em todas aquelas palavras que havia Lido quando terminamos ali fomos para casa.
A casa na cidade, porque meu pai precisava descansar antes de poder pegar a estrada de volta para a fazenda.
Aquela noite, tudo que estava escrito naquela carta, quando eu dormi, sonhei tudo como se fosse um sonho real. Acordei no outro dia com tanta vontade de poder ligar e marcar para me encontrar com o Lucas, mas decidi que não decidi que os meus pensamentos e minha dedicação fosse somente naquele momento o tratamento de meu pai.
Mas não estava sendo fácil aquela situação, confesso.
Antes minha mãe foi até o mercado, fez algumas compras que estava faltando em nossa casa, fez compras de alguns móveis novo, também falou que ia comprar um novo telefone para mim.
E assim ela fez quando chegou me entregou e insistiu e que eu já pegasse tudo que estava no celular velho e passasse para o novo, eu não quis porque precisava de tempo, pois tinha algumas fotos, algumas lembranças minha e de Lucas que precisava você como cuidado e com paciência para passar para um novo aparelho.
Pegamos a estrada como era de se esperar, a viagem foi meio conturbada, meu pai vomitou a estrada inteira, teve náuseas, mas com auxílio da enfermeira que sempre estava conosco podemos chegar em casa bem.
Chegando em casa veio de encontro nosso cachorrinho luck fiquei olhando para ele e ele látia, eu não entendia muito bem se era um latido ou alguma geométrica, na língua dele em forma de agradecimento por nós estar em casa novamente, mas o que dava para ver é que a solidão não era boa e era o que ele tinha sentido durante aqueles dias que a gente saiu de casa não foi muito foi só dois, mas foi o bastante para ele se sentir sozinho.
Minha mãe saiu para o quintal para conferir as criação e já me gritou. Fui correndo para saber o que havia acontecido, algum gato-do-mato conforme previsto em uma fazenda havia pegado algumas galinhas, algumas delas que mais botava e tiravam pintinhos frequentemente minha mãe ficou meio triste, pois ela não gostava de perder nenhum tipo de criação que havia por ali.
Meu pai veio buscar sobre a janela, consolou ela, não se preocupe meu bem, logo as outras estarão enorme botando e chocando novos pintinhos, igual essas que fora arrancada do quintal faz parte da cadeia alimentar, pois todos os precisos buscar alimento e é a forma que eles acham de se alimentar então não reclame só alimente as outras que estão aí logo estaremos com muitas.
Minha mãe não ligou muito para o meu pai tava falando, pois ela realmente não gostava de perder
Nem um tipo de criação, ela era muito mais muito mesmo' cuidadosa com tudo que tinha.
Mais triste mesmo fiquei quando cheguei ao meu quarto, pois lú que o danadinho havia pegado algumas das lembrancinhas do meu encontro com o Lucas
Algumas flores, alguns raminhos que eu guardava, lógico que tava tudo seco devido ao tempo, mas ele havia pegado e mastigado algumas horas, fiquei enfurecida, quis bateu.
Mas não gosto de agressão; então só gritei com ele que a próxima vez
ia colocar a lu, de castigo parece que ele entendeu, ele correu para a sala e se escondeu debaixo do sofá, umas orelhinhas baixadas, e com os, olhinho triste.
Até fiquei com pena dele.
Aquele dia foi muito puxado, subir, para o meu quarto pensando em tudo
Que lu, que havia feito quando
Puxei a porta para fechar, vi novamente algumas das sandálias mordidas, poxa vida novamente grilei, com tudo aquilo.
Chamei minha mãe!
E mostrei tudo que tinha acontecido no meu quarto;
Era de se esperar, ela calmamente, olhou para mim e falou amanhã quando voltar do trabalho
vou trazer vários mordedores para ele e ele, vai largar todas as suas coisas, não vai morder mais!
Confia em mim.
O que eu poderia falar?para ela Claro que poderia só somente confirmar, não acreditava muito que lu;
que ia deixar minhas coisas em paz, mas.
Me deitei muito cansada a noite foi como um avião
passou depressa logo, cedo eu acordei como de praxe, escovei meus dentes, lavei meu rosto, penteei meu cabelo e desci para tomar café.
E lá estava minha mãe prontíssima, para ir para o trabalho, novamente e novas recomendações
para mim, estar de olho em todas as refeições do meu pai não deixar passar nada além e nem de menos para ele.
Me abraçou, me deu um beijo na testa e falou para mim a gente quer ver o nosso companheiro sadio logo né, ou seja, curado, confirmei com a minha mãe dei um beijo nela, abençoei o dia dela assim como ela sempre fazia comigo também antes de sair.
Aquele dia ia ser muito puxado, mas como eu não podia prever o futuro.
Logo quando a minha mãe saía do quarto ela já deixava tudo organizado, só deixava algumas partes da casa que ficava meio bagunçado, pois look puxava o tapete, tirava no lugar, arrancava algumas coisas do lugar, aí eu tinha que colocar tudo novamente, ele era meio danado, ou seja, danado demais.
Quando desci até a despensa para guardar algumas coisas escutei a enfermeira gritando corri para ver o que era meu pai havia desmaiado corri preocupada chorando já desesperada ela disse acalma é assim mesmo faz parte do processo que ele está passando pegue aquela seringa que está dentro da gaveta e aquele remedinho que tem algumas letras grandes pretas no rótulo o rótulo é amarelo traga aqui para mim com urgência, pois eu não posso largar a cabeça dele, pois ele vai voltar a vomitar e se isso acontecer ele pode se engasgar e vai ser muito frustrante porque só nós duas está em casa. Após a enfermeira fazer todo aquele procedimento meu pai foi voltando lentamente, logo dentro de 15 a 20 minutos ele já estava estabilizado, não quis mais sair de perto dele deixei todas as coisas para auxiliar da casa fazer, pois fiquei muito preocupada, pois ele estava bastante pálido aquele de alimentação dele foi mais regular e mais pouca isso me preocupava bastante porque quanto menos ele comia mais ele se enfraquecia
Mas elas sempre, me acalmava dizendo o que fazia parte do tratamento dele, tinha dia que ele estaria 70% e tinha outros dias que ele ia tá só 30% e realmente estava sendo da forma que ela estava falando.
Logo vi que ela saiu para a varanda das casas com o telefone no ouvido como se tivesse falando com o médico e falando algumas coisas que eu não entendi, o que entendi foi só que ia ter que intensificar a dose que ele estava tomando, ou seja, aumentar para ficar mais forte foi o que pude entender.
