Capítulo 5 - Aquilo que ninguém vê...
HAVIA UMA TV FUNCIONANDO perfeitamente na sala daquela aconchegante casa à beira-mar e paramos eu, Claudia e Rachel para assistir a um filme de comédia que passava num canal à cabo. O sinal de internet na região não era dos melhores e após reclamar que não estava conseguindo acessar seu Instagram para publicar as fotos que havia tirado com o celular na praia, Kelly foi até a beirada da piscina conversar com Micaela.
— Eu amo o Adam Sandler!
Rachel comentou aquilo deitada confortavelmente com a cabeça sobre uma almofada em meu colo. Seus cabelos estavam macios e eu fiquei passando meus dedos entre os fios lisos enquanto assistíamos “Gente Grande”, um de seus filmes de comédia preferidos.
Claudia pousou a cabeça em meu ombro em um determinado momento da exibição e dava para ouvir as suas risadas bem de perto. Ela tinha um riso melodioso que era gostoso de ouvir. Soava como um “Ha ha ha” bem aberto, bem agudo, que terminava sempre com um “he he” mais pausado, perdendo a força. Ela repetiu aquilo várias vezes durante o filme e comecei a prestar a atenção no padrão de seu riso. Eu a encarava de vez em quando admirando a sua beleza, e então, ela me dava um beijo. Rachel reclamou, mimada:
— Ei, tem criança na sala!
— Ah, agora você é criança? — Interroguei — Até ontem, estava reclamando de ser tratada feito neném, agora voltou a ser criança?
— Eu sou um neném. Não discute comigo!
Ela se aninhou ainda mais em meu colo e eu lhe dei uma palmada na bunda. Estava usando um shortinho solto sem calcinha por baixo.
— Eu não vou roubar o seu irmão, Rachel. A gente pode dividir o Ralph. Ele é grandão… dá pra nós duas!
Claudia tinha entrado na brincadeira entre nós, os irmãos Vecchio. Assim como Kelly havia encrencado comigo, a minha namorada também sabia que enfrentaria certa resistência por parte da minha irmã caçula quando abrimos nosso relacionamento para a as duas famílias. Adolescentes costumavam ser chatas com mudanças e nós dois sabíamos disso.
— É isso mesmo, mano? — Rachel virou de bruços rapidamente e desviou os olhos de Claudia para os meus — Ela mal chegou e já quer ficar com metade dos meus bens?
Achei engraçado o tom bem-humorado que minha irmã resolveu usar naquela situação e quase senti um alívio por ela não apelar para os seus chiliques costumeiros quando se via contrariada. Pelo menos, ela estava levando na brincadeira.
— Não posso fazer nada, maninha — respondi, bem-humorado —, a Claudia tem um bom advogado. No nosso segundo encontro, ela conseguiu me arrancar doze mil Reais de conchavo com o tal doutor. Depois disso, eu aprendi que não dá pra brincar com essa gente!
Claudia gemeu ao meu lado e se esperneou, envergonhada. Ela sempre ficava sem graça quando eu me lembrava da maneira como ela tinha sido grosseira em nosso primeiro contato, no dia em que o seu carro acabou se chocando na traseira do meu por acidente e viemos a nos conhecer mais tarde. Na ocasião, a publicitária botou o advogado da sua agência Illuminare para me cobrar pelo prejuízo e eu fui obrigado a ceder à pressão.
— Ai, amor! Como você é mau! Vai me jogar isso na cara pra sempre, não é?
— Desculpa. Sou rancoroso.
Eu estava me divertindo, mas Rachel não estava entendendo nada. Ela se sentou ao meu lado e então, comecei a contar toda a história do acidente na Vila Mariana até o pedido de desculpas de Claudia via WhatsApp. Aquele tinha sido o começo de namoro mais improvável, e era incrível o quanto tínhamos nos dado tão bem depois disso. Era realmente coisa do destino.
A noite já começava a cair do lado de fora quando emendamos nosso terceiro filme seguido. Rachel ainda estava elétrica ao meu lado comentando as cenas de ação que assistíamos na tela, mas Claudia tinha caído no sono encostada no sofá. Dei um beijo em seu rosto tentando despertá-la, mas ela não queria acordar.
— A Cacau apagou mesmo. Vou carregar ela pro quarto, maninha. Já volto.
Subir as escadas com ela nos braços não foi uma tarefa fácil e só percebi isso quando comecei a ter que pegar fôlego para tentar chegar ao nosso dormitório. Deitei Claudia na cama com o máximo de delicadeza que consegui e a cobri com um lençol em seguida. A bichinha não moveu um músculo sequer.
Tadinha. Deve estar bem cansada da energia gasta na praia hoje, pensei, enquanto a olhava enternecido.
Fechei a porta, tornei a descer as escadas e me sentei ao lado de Rachel. Ela me olhou esquisito.
— Perdi muita coisa do filme?
Ajeitei uma almofada no colo e esperei uma resposta que não veio. O canal agora passava um intervalo comercial e senti a mão de Rachel tocar o meu ombro desnudo pela camisa regata que usava.
— Perdi o interesse no filme. Quero outra coisa agora.
Ela passou uma das pernas sobre a almofada em meu colo e a tirou do caminho. Jogou o travesseiro de lado e se sentou de frente para mim.
— Rachel… Rachel… o que está fazendo?
— Vamos aproveitar que a Claudia tá dormindo. Eu tô com saudades… vem, me pega!
Rachel segurou a minha mão e a colocou em sua bunda por atrás. Avançava em meu rosto tentando me beijar enquanto eu desviava e já era possível sentir o calor entre as suas pernas começando a queimar o meu colo.
— Rachel, aqui não! As meninas estão lá fora… elas vão entrar a qualquer minuto.
— Então vamos lá para o quarto — argumentou de maneira persuasiva —, não tem ninguém agora. Vem…
Ela começou a me puxar pelo braço enquanto descia do sofá. Ainda dava para ouvir as vozes de Kelly e Micaela conversando e rindo na piscina do lado de fora. Pareciam animadas e não faziam menção de querer sair do lugar tão cedo para a minha sorte.
— Rachel… é melhor a gente…
— Vem, maninho! Vem! Vai ser gostoso. Vem!
Eu acabei cedendo aos pedidos insistentes da minha meia-irmã ciente de que não ia conseguir conter o seu ímpeto juvenil por muito mais tempo a partir de então. Ela vinha atiçando os meus desejos mais reprimidos e doentios há alguns meses, e àquela altura dos fatos, nem com toda a minha força de vontade eu seria capaz de rejeitá-la. Eu tinha um histórico de envolvimento parental bastante vívido na memória e assim como não tinha resistido aos caprichos de Rarissa no passado, não podia resistir aos de Rachel.
Nós dois chegamos ao último quarto do corredor com bastante pressa. Fazia muito tempo que não nos permitíamos ficar a sós desde que ela havia me atacado, certa vez, no banheiro do meu apartamento na Vila Mariana, com a minha mãe a lavar louça na cozinha a menos de quatro metros de distância. Na ocasião, não tínhamos passado de apertos e tentativas frustradas de beijos. Ela parecia ainda mais alvoraçada aquele dia do que em São Paulo e começou a me agarrar tão logo passamos pela soleira da porta. Eu tinha certeza que estávamos prestes a vencer os limites socialmente aceitos de passadas de mão pelo corpo entre parentes e teríamos coisas mais quentes para recordar mais tarde.
— Pensa que não senti esse pauzão ficando duro embaixo da minha cabeça no sofá, é? — Ela estava me puxando para a cama de solteiro dentro do quarto de hóspedes. Me dava beijos na boca ao mesmo tempo que me agarrava. — Pensa que não sei que já tava doido me vendo ali na sua frente de shortinho mostrando as coxas?
— Foi de propósito que não colocou calcinha por baixo, né, sua safadinha?
Rachel se virou de costas com nós dois a meio metro de distância da cama. Se deitou de bruços, mexeu o quadril em minha direção, depois, me olhou sorridente por cima do ombro direito.
— Eu conversei sobre você com a Rarissa várias vezes. Eu te conheço. Eu sei bem o que te deixa com tesão. Agora vem e tira a minha roupa, tira. Vem me comer de verdade!
Eu já tinha chegado até ali e não estava mais a fim de conter os meus próprios desejos. Ataquei Rachel sem qualquer culpa. Desci o seu shortinho pelas coxas e comecei a passar a língua em sua bunda. Era pequena, mas possuía uma curva charmosa que a deixava empinada. Me fartei dela olhando de perto a marquinha mais clara de biquíni em sua pele bronzeada. Apliquei beijos e lambidas lhe arrancando gemidinhos excitados e não parei de apertar a área macia com as mãos. Abri as duas bandas com os dedos assim que a senti favorável e comecei a lamber também o seu buraquinho. A garota delirou:
— Humm, maninho. Chupa o meu cuzinho, chupa!
Eu não fazia ideia o quão experiente sexualmente a minha irmã havia se tornado morando a maior parte do tempo longe dos meus olhos, com a sua família em Florianópolis, mas ali em cima daquela cama, ela não pareceu nem um pouco acanhada em me deixar saborear cada parte do seu corpo adolescente. Assim que se arrepiou inteira com as carícias anais, flexionou uma das pernas, ainda de costas, para me servir melhor a sua genitália. Me deixou estender as lambidas até a sua vagina inteiramente depilada e foi então que eu percebi que ela já estava inebriantemente umedecida.
— Nossa, maninha! Que delícia a sua xaninha. Tava guardando pra mim, tava?
— Tava. Guardando ela todinha só pra ti. Agora pode usar à vontade.
Eu virei Rachel de frente sobre a cama e então, ela afastou as pernas. A deixei colocar sobre meus ombros e ataquei aquela delícia peladinha com muito tesão. Não era a primeira vez que nos víamos sem roupa um na frente do outro em todo aquele tempo de convívio, mas era a primeira vez que tínhamos uma experiência tão íntima juntos. Passei a língua devagar em seu grelinho inchado, depois, intensifiquei o movimento aplicando sugadas precisas no sino. Conforme ela gemia como se estivesse miando, eu abri as pétalas da sua flor com os dedos e fiquei mexendo a língua lá dentro, sentindo o melzinho começar a verter.
— Não, para, maninho! Por favor não para! Tá muito bom!
Eu não tinha intensão de parar e fiquei ali até que a minha irmãzinha gozasse, fazendo muito barulho e se contorcendo toda em cima da cama. A deixei ofegante e foi pouco depois que decidi vencer o último obstáculo que faltava. Masturbei meu pênis o exibindo já duro a ela, que disse:
— Ai, Deus! Que grosso! Vai meter ele todo em mim?
— Vou sim, sua safadinha. Você me provocou, agora vai ter que levar na bucetinha.
— Ai, maninho… será que cabe? Será que não vai doer?
Ela estava fazendo a maior cara de devassa, encenando, se fingindo de donzela em perigo. Levantei as suas pernas e voltei a colocá-la sobre meus ombros. Encaixei a cabecinha na entrada rosada e empurrei devagar para dentro. Ela fechou os olhos e soltou um ofego.
— Ai, maninho… que tesão! Mete ele todo!
Empurrei mais um pouco, deslizou gostoso. Dei um beijo na perna lisinha de Rachel, ela me olhou com carência. Voltou a pedir:
— Pode enfiar tudo. Eu tô pegando fogo!
Tirei e voltei a enfiar. Uma. Duas. Quinze vezes. Rachel delirou recebendo com muita vontade o meu pau entre as pernas. Aquela xotinha se acostumou rápido à minha espessura e nem apresentou resistência. A cada intervalo para que ela gozasse, eu tirava de dentro para apreciar o suco escorrendo de seu interior e então, voltava a lhe penetrar, a deixando ainda mais enlouquecida.
Naqueles quase quarenta minutos de sexo, eu até me esqueci que havia mais gente na casa e fiquei inebriado pelo cheiro delicioso que exalava da bucetinha molhada e proibida de Rachel. O sexo incestuoso nunca tinha sido tão prazeroso.
