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Cap.03

Natália Narrando:

Depois que todas as aulas acabaram eu e Luiza pegamos um táxi por que o Luiz não apareceu. Não sei e não quero saber o que adiantou ele estava fazendo para ter evaporado e deixado a gente na mão.

- Bom dia meninas. - Ouço a voz de minha mãe.

- Bom dia mãe - Falo.

- Bom dia Amanda. - Luiza fala e eu escuto um grunido, era Sandy.

Corro de pressa até o exterior da casa e Luiz estava tentando segurar Max e Sandy que estavam completamente nervosos.

- Max da o exemplo por favor, Sandy você também. - Luiz fala e eu corro até ele para ajudá-lo.

- Calma garota, calma Max. - Falo e eles ficam com um grunido baixo.

- O que houve aqui, Luiz? - Pergunto.

- Eu e o Gustavo vinhemos até aqui para fazer o trabalho e a Sandy colocou tanta força nas grades do espaço deles dois que acabou se rompendo e atacou o Gustavo e o Max à seguiu.

Assim que Luiz falou esse nome meu coração congelou, me virei rapitamente procurando o tal Gustavo e me desequilíbrei e quase ia caindo mais o mesmo veio até mim.

- Você está bem, Natália? - Ele perguntou.

- Vou ficar bem se você tirar suas mãos imundas de cima de mim. - Falo e Sandy late, um latido alto que fez doer meus ouvidos.

- Essa cachorra continua a mesma, super parecida com a dona. - Gustavo fala com um sorriso cínico e eu soltei a mesma.

- Sandy, faça bom proveito. - Falo friamente.

- Você não vai fazer isso vai? - Gustavo perguntou com uma cara assustada, dando um passo para trás.

- Sandy não merece se sujar com bosta. - Falo e saio. - EU DEVO TER CORTADO O APLIQUE DE MARIA MADALENA, PELO AMOR DO MEU SANTO JANEQUINE. - Grito o mais alto que posso.

- O que foi que aconteceu lá? O que foi aquilo? - Luiza perguntou sem entender absolutamente nada correndo atrás de mim.

Eu não estava preparada para falar sobre o passado, mas primeiro vejo ela e agora ele? Será possível que até aqui eles vão me perseguir? Eu quero paz na minha vida.

- Esteja no meu quarto daqui a um minuto e eu lhe conto tudo. - Falo e subo as escadas rapidamente. Eu não podia mais esconder nada, pelo menos não para a Luiza.

Me deitei na cama, e em seguida Luiza entrou no quarto me olhando atentamente, então eu dei início a essa longa história.

- E foi isso o que aconteceu. - Falo cabisbaixa.

- Essa Renata é uma vagabunda e esse Gustavo é um filho da PU... da mãe dele. - Luiza fala e sai correndo porta à fora.

- LUIZA MEDEIROS O QUE VOCÊ VAI FAZER? - Grito para que ela possa me ouvir. Saio correndo atrás dela também.

- Cara, me da água. - Ouço a voz do Gustavo.

- Pode deixar que eu pego para ele, Luiz. - Luiza fala e eu já fico preocupada.

- Olha aqui sua água. - Luiza fala entrando na sala.

- Obrigado gatinha. - Gustavo fala e antes que ele pegue a água, Luiza joga a jarra de água todinha em cima dele.

- Isso é por você ter feito o que fez com a Nat, agora eu estou lhe avisando, FIQUE BEM LONGE DA MINHA IRMÃ SE NÃO QUISER PERDER SEUS AMIGUINHOS. - Luiza fala e já começa a ficar vermelha de tanta raiva.

- Você tá louca, moreninha? - Gustavo pergunta.

- Luiza por favor se contenha. - Falo.

- Depois do que ele fez com você? Nunca! Luiz por favor quando terminar o trabalho com esse mal caráter, animal, infeliz, mal amado, nunca mais o convide para entrar dentro desta casa. NUNCA MAIS, ta me ouvindo? - Luiza fala extressaderrema.

- Luiza calma, Gustavo já terminamos o trabalho mesmo, mas me diz uma coisa oque você fez pra Nat? - Luiz pergunta.

- Acho que eu peguei a melhor amiga dela namorando com ela. - Gustavo fala na maior cara de pau e só vejo um vuto dando um soco em Gustavo e o memso cai no chão.

- Acho que isso ae vai ficar roxo. - Luiz fala.

- Cê ta louco cara? - Gustavo fala. - Só fez isso por causa da irmãzinha trouxa? - Gustavo pergunta cínico e Luiz pula em cima dele e lhe dar vários socos e também recebe, mas acho que Gustavo tá mais lascado.

- PAREM AGORA! - Luiza grita e os meninos param.

- Nunca mais fale dela assim. - Luiz fala.

- E o que você é dela, cara? - Gustavo pergunta.

- Sou o que você nunca deu valor por ser, namorado. Sou o namorado dela, agora saia de minha casa. - Luiz fala de uma vez e empurra Gustavo para fora de casa.

- Meu Deus! O que foi isso? - Luiza pergunta assustada e começa a rir.

- Oh meu Deus, Luiz venha comigo, vamos cuidar desses ferimentos. - Falo e o levo até à cozinha, lá tem uma caixa de primeiro socorros.

- Não precisava fazer aquilo por mim, não precisava ter se machucado. - Falo limpando os ferimentos dele.

- Eu faria aquilo e muito mais, Natália. Por que você ainda não percebeu que eu estou louco por você? - Luiz fala e meu coração para de funcionar.

Ele coloca sua mão em minha face e coloca uma mexa de cabelo atrás da minha orelha, me afasto rapidamente indo até a caixa de primeiros socorros. Luiz desce na banqueta, e em um movimento rápido me puxa pela cintura selando nossos lábios.

E naquele momento, mesmo se eu quisesse eu não poderia mais me afastar dele, o beijo dele me inebriou de uma forma inexplicável.

- Farei tudo por você e por nós. - Luiz fala me fazendo ficar sem palavras.

- Bom, já terminei. Tenho que ir e obrigada por me defender. - Falo e corro escada à cima e me tranco em meu quarto, me jogando na cama em seguida.

ELE ME BEIJOU!

BEIJAMOS!

Minha nossa senhora dos sete piripaques, ele me beijou, ele se declarou. Ai meu coração.

Oque eu faço agora?

Sub: Deixa rolar, boba.

Eu não quero passar por tudo aquilo de novo, não quero ter que me humilhar, ter que amar alguém e acabar sendo magoada.

Sub: O cara te defendeu, bateu no infeliz do Gustavo por você, apanhou também, se declarou e você quer mais o que?

Nem eu sei o que eu quero, como que vou te dizer?

{...}

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