capitulo 5
Tudo havia acontecido rapido de mas,como meu mundo aparentemente tão normal derrepente foi destruido por um forte vendaval?e que forte hem,agora este vendaval que havia vindo sabe la de onde e a obrigado a se casar mesmo tendo o visto apenas uma vez na vida,vendaval que despedaçava pessoas sem o minimo remorso em sua sala e desaparecia com os corpos sabe-se la Deus o que havia feito deles,seguiram seu trajeto em silêncio,ela caindo de sono mas mesmo assim o pegou várias vezes a observando pelo retrovisor,tudo que ele havia lhe dito parecia ter saído de um filme,se tudo que ele havia lhe contado fosse realmente verdade seu pai escondia uma outra vida de sua família,e ela tinha a impressão que essa vida não era das mas correta,com a cabeça cheia de problemas acabou pegando no sono no banco super confortável da Ferrari.
Quando acordou estava deitada em sua cama,sem saber quanto tempo havia dormido procurou pelo celular e não o encontrou em lugar algum,a fixa mas uma vez caiu quando ela olhou para as roupas que vestia,no pé da cama não viu bingo e seu coração apertou no peito, trocou de roupa imediatamente, pôs um shorts e uma camiseta e saiu pela casa decidida a saber o que ele havia feito do seu cachorro quando seu nariz foi invadido por um cheiro maravilhoso, caminhou devagar na ponta dos pés antes de chegar a cozinha, seu queixo caiu ao ver a cena em sua cozinha,ele estava ao fogão com uma espátula em mãos e atacava a frigideira como se estivesse lutando com uma espada,outras panelas também fervilhavam em seu fogão e o cheiro que vinha delas era delicioso não pode negar.
A mesa estava repleta de sacolas de supermercado por cada centímetro,talvez essa fosse a mas espantosa das visões que havia tido nas últimas horas,o cara simplesmente entrava na sua casa,picava todo mundo,obrigava ela a se casar e agora fazia compras normalmente e preparava o almoço,quase sorriu com tamanha maluquice,ficou ali de pé ainda mas impressionada ainda quando ele saiu do fogão para apanhar os temperos cortados na tábua e sua camisa branca aberta abriu um pouco mas com o movimento e ela pode ver seu peito e abdômen eram repleto de tatuagens,cada cor viva,cada detalhe, tão rápido quanto as viu e ele também a avistou em seu esconderijo,lhe dando as costas ele voltou ao fogão e fechou cada botões da camisa,ainda atordoada com o que tinha visto foi surpreendida quando ele tirando de uma das sacolas um pacote do que parecia ser ração, abriu e o pôs na vasilha de bingo que como de costume veio abanando o rabo e saltitando,com um carinho na cabeça do animal ele disse.
- Ele está bem!- seus olhos marejados pelas lágrimas foi até seu animal de estimação, quase murmurou ao senhor ling ling um obrigada,mas seria de mas já que ainda não estava gostando nada da situação na qual ele havia lhe posto,um silêncio desconfortável surgiu entre eles e quanto agachados perto de bingo ambos não diziam nada,para desfarçar ele levantou-se em seguida e caminhou pela sala conjugada e no chão ou parede, não havia nenhuma prova do que ali havia acontecido isso era fato.
- Como fez isto?- pergunto quase para si mesma,se surpedeu quando ele respondeu tão próximo a ela.
- Achei que se sentiria mas confortável se tudo estivesse como antes.-como antes ele havia respondido, nada mas seria como antes disso tinha certeza.
- Nada será como antes!- rebateu
- Não precisa ser!- ele disse ainda mas próximo dela, não virou pôs sabia dar de cara com ele, não sabia ter estrutura o suficiente para encara-lo.- o que importa é que sobreviveu a eles.
- Sobrevivi a eles para estar presa a você!- virou ficando de cara com o peito músculoso,vendo o quanto era baixa e não o conseguiria o olhar nos olhos sem erguer o queixo e ficar a ponta dos pés,ele pôs um dedo muito em seu queixo e o levantou para que ela o encarasse,seu rosto era uma máscara de sentimentos ele escondia muito bem o que sentia e isso a inrritava muito pôs a deixava muito intrigada por nunca saber no que ele estava pensando,por um tempo que pareceu curto de mas ele disse.
- Com certeza sou sua melhor opção!-ele não soltou seu queixo e continuaram ali,até que em misto de força e de volta a realidade se afastou dele indo dar atenção a comida que parecia tão atrativa a ela quanto o cara mas lindo da história que agora era seu marido,ele continuou de pé ali e quando se abriu o armário tirando de lá um prato e um kit de tigelinhas brancas e dois pauzinhos, entregando o prato a ela ele tinha um sorrisinho convencido no rosto que odiei com todas as minhas forças.- Espero que goste!- foi o que disse ao encher as malditas tigelinha com arroz branco,uma espécie de folhas que achava ser salada e frango frito em cubinhos, sentou-se a mesa e comceçou a comer,eu estava pasma de mas até para me servir,ele notou quando eu paralisada o observava comer,com um meio sorriso de parar o trânsito ele disse mas para provoca-la do que com a intenção de ajudá-la,pelo menos foi o que ela entendeu.- quer que eu a sirva?- saindo do meu estado de patetice extrema disse seca.
- Não!muito obrigada.- afastando as sacolas que ocupavam a mesa me sentei o mas distante possível dele,seus olhar observando cada movimento meu queimava minha pele de modo que pensei ir comer em outro lugar só para ficar o mas longe possivel,irritada com a situação completou.- acho bom por essa casa em ordem,preciso sair logo mas,afinal tenho uma vida e você não vai pagar minhas contas então eu como uma pobre mas trabalhadora preciso ganhar dinheiro trabalhando dignamente,ele descontraído mastigava o alimento,droga!até comendo o cara era puro charme,me recriminei pelo pensamento,ele fez uma longa pausa e quanto eu furiosa atacava o prato entre garfadas de puro ódio.
- você não precisa trabalhar!é arriscado!- ele disse tirando com os pauzinhos uma boa quantidade de arroz e pondo na boca,parei uma garfada no meio caminho da boca, tamanha ousadia.
- O que?- perguntei enquanto ele calmamente almoçava e eu nem mesmo conseguia por um pedaço do bendito almoço na boca.
- Foi o que ouviu! você não precisa trabalhar,já cuidei de tudo pra você,não precisa se preocupar com nada,eu providênciarei tudo o que precisar.- como se fosse a coisa mas natural do mundo um estranho invadir sua casa,sua vida e ainda por cima força-la a se casar com a desculpa de uma dívida com seu pai que tinha sumido no mundo,e agora a proíbia de trabalhar simplesmente por sua maluquice de ter alguém querendo mata-la por sabe Deus o que seu pai teria feito.
