Capítulo.07
23 de Novembro...
ALISSA NARRANDO
Acordei no dia seguinte com uma dor de cabeça horrível, certeza que era ressaca do dia anterior. Estava virada, desde da noite do dia 21, Paloma estava certa, o que diabos eu estava fazendo com a minha vida? Tudo por causa da desilusão que sofri por aquele crápula. Caramba, eu mereço mais do que sofrer por ele.
Me levantei com muito custo, fui até o banheiro e tomei uma ducha gelada, sai vestindo um biquíni e colocando um vestido saltinho por cima, estava morrendo de fome, precisava comer algo imediatamente. Olhei se Nyara ainda estava respirando, confirmando que ela estava viva então segui meu rumo, Paloma também não estava no quarto, ou ela já tinha saído, ou estava com aquele bofe que ela conheceu. Eu voto na segunda opção, espero que ela esteja se divertindo.
Entrei no elevador encontrando Otávio lá, meu coração errou uma batida e eu tentei sair, mas as portas já haviam se fechado. Droga!
— Está fugindo de mim, Alissa?
— Não. — Digo. — Eu só não esperava te encontrar, depois de eu ter sido acusada de ser sua amante, e logo depois bebi todas e fui parar nos braços da minha amiga que me esculachou.
— Desculpe por aquele mal entendido, Alissa. Aquela mulher é minha ex noiva...
— Não precisa me explicar nada, Otávio.
— Mas eu quero, então por favor só me escute. — Ele diz e então eu me calo. — Ela não aceita que tudo tenha acabado depois de ter me traído, com quem achava que era seu irmão.
— Incesto? — Pergunto boquiaberta.
— Não, Jennifer é filha única, descobri isso da pior forma quando tive que informar aos pais dela que não teria mais casamento.
— Eu sinto muito, Otávio. — Digo. — Mas mesmo assim, fiquei como uma boba no meio daquela confusão. Sei que não tinha nenhuma obrigação de me dizer sobre seu passado, mas me deixar passar por aquela humilhação ontem a noite foi cruel.
— Me desculpe, Alissa. Não imaginaria que fosse tão traumático para você.
— Otávio, a seis meses descobri que eu não era a única na vida do meu ex namorado, que acabará de me pedir em casamento. Ele tinha uma esposa na qual era casado a sete anos, e tinha uma noite na qual tinha cinco anos de relacionamento. Ser acusada como amante, quando a pouco tempo fui traída da pior forma, foi demais para mim. E não acho que possamos continuar isso que temos, seja lá o que for.
— Eu sinto muito por isso, Alissa. Mas, pelo amor, não seja tão drástica. Vamos curtir o momento, por favor. Nos dois passamos por muitas coisas no passado, e merecemos um momento de paz e felicidade, não acha?
— Não nos conhecemos a muito tempo, Otávio. Não fale bobagens.
— Não são bobagens, meu pai sempre falava para eu e meus irmãos, que não é sobre tempo, e sim sobre conexão.
— Otávio...
— Só diga que vai viver esse sentimento comigo, nem que seja só por o tempo que estiver aqui.
— Okay, Otávio. — Digo me dando por vencida. Com isso ele me abraça me rodopiando no ar. — Por favor, não seja bobo, me coloque no chão.
— Desculpe, não consigo me conter quando a alegria toma conta. — Ele diz me beijando, me impedindo de falar qualquer coisa. Apenas correspondo, sem me privar de sentir isso, que é tão bom.
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PALOMA NARRANDO
Acordei com os raios solares entrando no quarto onde estava. Demorei um instante para conseguir abrir o olho por causa da claridade, e quando o fiz, senti a sensação maravilhosa da noite passada me atingir em cheio. Olhei para o lado da cama, e lá estava Oliver, dormindo serenamente, olhar seu peito subindo e descendo com sua respiração leve e sua boca carnuda bem ali na minha frente, me fazia ter lapsos de memória da noite anterior, fazendo todo meu corpo se acender novamente. Soltei um gemido com a sensação que me atingiu e como num passe de mágica, coloquei minha mão na minha intimidade para poder me aliviar.
Estava quase lá, mas não era tão bom como se Oliver estivesse dentro de mim, me fodendo gostoso e falando coisas obscenas no meu ouvido.
— O que pensa que está fazendo, Paloma. — Oliver pergunta me olhando com um olhar indecifrável.
— Estou me masturbando. — Digo como se fosse o óbvio. Oliver pega minhas mãos e colocam acima da cabeça segurando-as firmemente, com o joelho ele se apoia na cama ainda por cima de meu corpo nu.
— Paloma, não se atreva a fazer isso sozinha. Quando você tem a mim, para satisfazê-la. Não cometa tal ato novamente.
— Você estava dormindo não queria acorda-lo.
— Não seja boba. Mesmo que eu estivesse sob uma chuva de pedras, ou que um vulcão estivesse perto de acordar. Em qualquer momento que quiser gozar, é só me pedir, que farei com todo o prazer do mundo. — Ele diz e então faz uma trilha de beijos até a minha boceta, então abocanha ela, chupando-a e lambeando-a, me levando ao céus em poucos minutos.
— Oliver... — Ele não me responde continua me chupando, e agora penetra dois dedos em minha boceta enxarcada. — Eu vou gozar!
Dito isso me desmancho em sua boca, gemendo alto agarrada em seus cabelos puxando-o. Ele lambe minha boceta inteira, agora sensível, me causando espasmos.
— Já te disse que te gostoso é maravilhoso, Paloma? — Meu nome soa tão sexy na sua voz rouca. Posso gozar novamente só dele pedir com essa voz autoritariamente gostosa. — O gato comeu sua língua?
— A língua não, mas acaba de beber todo o meu mel. — Digo petulante. Ele me vira de quatro, dando um tapa bem forte na minha bunda. — Humm...
— Geme desse jeito mais uma vez, que eu não deixo mais você sair desse quarto. — Ele diz e da outro tava forte em minha bunda.
— Humm... — Gemo descaradamente, quase implorando para que ele me foda nesta mesma posição.
— Garota petulante. — Ele diz me penetrando sem aviso prévio. Gemi ainda mais alto com seu pau enorme e grosso na minha boceta enxarcada.
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