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Capítulo.02

NYARA NARRANDO

Entrei no quarto encontrando três camas de solteiro e as malas na frente de cada cama. Alissa veio logo atrás de mim.

— O que aconteceu com os outros quartos? — Pergunto.

— A moça disse que houve um problema na reserva e só tinha um quarto disponível, aí eles colocaram as três camas de solteiro. — Paloma diz saindo do banheiro de roupão.

— Eu sou a próxima. — Alissa diz correndo para o banheiro.

Me deito na cama olhando oara o teto, escutando Paloma falar fone dançar muito e beber até cair, apenas concordo com um "aham".  A verdade é que meus pensamentos estava naquele homem gostoso. Que pedaço de mau caminho, meu Deus.

— Que cara é essa, Nyara?

— Ela conheceu um tremendo de um gostoso. — Alissa diz saindo do banheiro.

— Cala a boca, Alissa. — Digo entrando no banheiro.

Se depender dessas meninas qualquer um fica doidinho da cabeça, ou com vergonha. Elas não gem pregas na língua e falam besteira na frente de qualquer um. Tomei um banho relaxante de banheira e quando saí do banheiro as meninas não estavam mais, olhei minha roupa em cima da cama junto a um bilhete.

"Garota, fomos para o bar, você demora mil anos no banho, queremos aproveitar ao máximo, te encontramos lá. Beijão! — Paloma e Alissa"

Elas estão é com um fogo descomunal, querem transar com o primeiro homem que aparecer na frente delas. Querendo ou não, eu sou a mais tranquilo das três, por mais que Kaio tenha fedido com meus pensamentos eu ainda quero viver um amor.

Vesti o vestido  que era todo revestido de brilho prata? Coloquei o salto, me maquiei e soltei os cabelos, me olhei no espelho vendo uma mulher diferente, mais ousada e disposta a beijar muito na boca essa noite e por todos os dias da minha estadia aqui, nem que seja com um completo estranho.

As portas do elevador se abriram mostrando um Ottis muito bem vestido, dessa vez com a camisa abotoada. Quando nossos olhos se encontraram, um sorriso brotou naqueles lábios carnudos, que diga-se de passagem aparentam ser muito gostosos.

— Boa noite! — Sorrio.

— Boa noite, senhorita. Duas vezes no mesmo dia, chego a desconfiar que está me seguindo. — Ele diz soltando uma risada gostosa.

— Longe de mim. — Digo rindo.

— Preparada para a noite de hoje?

— Quer a verdade?

— Por favor.  Sinceridade é tudo.

— Eu só vim nessa viagem para fugir dos meus problemas, as meninas vieram em busca de aventura, eu por outro lado quero paz.

— Entendo. —  Ele faz uma pausa. — Não pensa em ter uma aventura?

— Ah, Ottis. Para falar a verdade, eu ainda sonho com meu príncipe encantado, com o cara que vai me fazer voar sem me tirar do chão.

— Ainda não encontro ele?

— Não. O último virou sapo. — Digo soltando uma risada de nervoso.

As portas do elevador se abrem e alguns hóspedes entram, fazendo os próximos segundos, que antes estava em um diálogo legal, agora um terrível silêncio. As portas se abriram de novo e Ottis saiu, antes que as portas se fechassem, ele se virou e me lançou uma piscadela, fazendo todo o meu corpo arrepiar. Juro que minha vontade naquele momento era pular fora daquele elevador e me atracar nos braços de Ottis, e beijar aquela boca que a cada vez que o encontro parece me chamar para poder prová-la.

●●●

Paloma Narrando

Estávamos há uma hora e meia esperando Nyara. Alissa cansou e se jogou já pista de dança com um carinha que acabará de conhecer, e eu fiquei sentada na cadeira tomando o meu drink, quando ele acabou me levantei e fui até o bar.

A verdade é que eu estava velha oara toda essa farra, estava tentando acompanhar as meninas, mas tudo que eu queria era uma cama, um bom livro e uma taça de vinho.

— O que vai querer, moça? — O bar men pergunta com uma voz de molhar qualquer calcinha.

— Um martine. — Respondo tentando tirar minha atenção de seu corpo magnífico.

— Por conta da casa. — Ele diz colocando o copo na minha frente.

— Imagina. — Digo pegando minha carteira.

— Moça bonita não paga. — Ele diz dando uma piscadela e saindo para atender outra pessoa.

Solto uma risada bebericando meu mwrtine, quando Nyara senta ao meu lado suspirando, pega meu martine e bebe em um só gole.

— Eu preciso transar. — Ela diz colocando o copo no balcão. — Mas não é com qualquer um, tem que ser cima aquele gostoso.

— Você está bem? — Pergunro arqueando uma sobrancelha.

— Não. O que eu falo para o homem que eu quero?

— Oi, estou subindo pelas paredes. Me fode! — Digo séria, Nyara me olha assustada, então dou risada e ela me acompanha.

— Por um instante achei que estava falando sério. — Ela diz rindo.

— Eu também, por um momento quis me candidatar a vaga. — O bar men diz, é eu posso apostar que devo estar mais vermelha que um tomate.

— Eu já estou de saída, com licença. — Nyara diz e sai de perto se nós. Ela simplesmente me deixou sozinha com esse gostoso do caralho, depois do que ele falou.

Sub: Ele não vai te morder, a não ser que você peça, óbvio.

Isso só me faz pensar no meu pedido de Natal, quando ainda estávamos dentro do avião.

"Desejo um homem gostoso, inteligente e muito interessante, para me foder gostoso enquanto essa viagem durar."

E agora, cá estou eu, de frente para um tremendo gostoso, que acabou de colocar todas as cartas na mesa e está sim, afim de mim.

Conselho da noite, cuidado com o que você deseja dentro de um avião abaixo de chuvas de estrelas cadentes.

— O gato comeu tua língua, moça bonita?

— Oi! Não, eu só fiquei sem palavras.

— Só precisa dizer que aceita jantar comigo amanhã a noite. — Ele diz, indo direto ao ponto.

— Não vai trabalhar?

— Não, eu não trabalho aqui. Só estou quebrando um galho para um amigo que ficou doente. — Ele diz me entregando outro martine.

— Amanhã a noite então. — Digo pegando minha bolsa, tirando o meu cartão de dentro e entregando para ele.

— Paloma Karazaki. — Ele diz. — Eu sou Oliver Kamai.

— Prazer. — Digo me levantando. — Tenho que ir.

Saio de lá lá esperar que me responda. Tirei meus saltos e resolvi dar uma volta na praia, sentir a brisa do mar me faria bem. Quando cheguei na praia me sentei já areia vendo as ondas vir e ir, aquele vento já começará a ficar frio.

— Também gosto de vir aqui, sentir essa brisa me acalma. — Oliver diz sentando ao meu lado. — Não estou te seguindo. — Ele diz levantando as mãos em rendição.

— Não tinha pensado nisso. — Após falar meu queixo tremeu de frio. Imediatamente Oliver tirou seu sobretudo e colocou por cima dos meus ombros. — Obrigada!

Da mesma forma que durante o dia o calor era insuportável, as noites também eram insuportavelmente frias.

— Disponha. — Ele estava muito próximo a mim. Eu podia sentir sua respiração quente fungando meu nariz, se ele me beijasse eu juro que não negaria. — Eu queria fazer uma coisa desde a hora que te vi entrar no bar. — Ele diz colocando uma mão na minha nuca e me puxando para mais perto e selando nossos lábios, a outra mão ele pousou na minha cintura apertando-a me fazendo arrepiar por inteiro.

— Oliver...— Chamo sua atenção parando o beijo e ele me olha atentamente. — Creio que tenha visto minha companheira. — Digo apontando para minha prótese.

— Paloma, pelo amor de Deus, não ligo para estética, você é linda. — Ele diz me beijando novamente sem me dar espaço para falar algo.

O beijo foi se intensificando, as mãos dele exploravam todo meu corpo, me fazendo arfar. Em segundos estávamos deitados em uma canga que eu não sabia como surgiu ali, Oliver estava explorando minha boceta com a boca, e eu gemia cada vez mais alto, não estava me importando em ser presa por atentado ao pudor, pelo menos a praia estava completamente deserta, óbvio que se tivesse alguém eu jamais teria permitido que um beijo chegasse a algo tão extremo.

Meu vestido subiu acima do meu umbigo, a brisa gelada batia no meu corpo me fazendo arrepiar. Oliver subiu sua mão por baixo do meu vestido e apertou meu seio direito, gemi ao sentir ao mão gelada de encontro com minha pele quente. Ele subiu, beijando minha pele nua, até chegar na minha boca, e me beijou vorazmente, em questão de segundos senti seu pau me penetrando com cuidado, ele fazia movimentos precisos e lentos, ele sabia o que estava fazendo, fazia como agir e como me deixar ainda mais molhada.

— Gostosa. — Ele sussurrou em meu ouvido. Seus movimentos foram ficando cada vez mais rápidos, minhas pernas passaram a tremer, e eu sabia que estava próxima ao meu ápice. Quando ele tirou seu pau de dentro de mim, e deu mais uma entocada, explodi em um orgasmo maravilhoso, agarrei ele, apertando-o, cravando minhas unhas por cima de sua camisa de tecido fino.

Nos segundos seguintes ele saiu de dentro de mim, gemendo enquanto gozava, ele olhou no fundo dos meus olhos e sorriu, seu rosto soado, e seu cabelo grudado em sua testa lhe traziam um charme único, eu ainda estava em êxtase com o orgasmo maravilhoso que ele me proporcionou na areia da praia.

Sub: Não era aventura que você queria? Aí está sua aventura de Natal.

{...}

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