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Agnelo
Depois de quatro meses viajando pela Europa curtindo a vida e gastando dinheiro atoa, procurando das melhores mulheres aos melhores vinhos, retorno ao meu lar, a Inglaterra, a pedido do meu amigo Julian, ele informou-me do nascimento de sua filhinha e eu quis prestigiar dessa alegria com ele. Nunca vi um homem tão feliz naquela maternidade igual hoje cedo quando vi meu amigo, ele estava emocionado e sorrindo atoa, não é para menos, ele tem tudo que qualquer homem de bem poderia querer, uma bela mulher, fiel e agora uma família. Sinto não ser um homem de bem.
Dirigindo a noite pela estrada, após sair de um bar no qual tomei alguns copinhos de whisky, vejo o painel do carro acender informando a falta de gasolina, por sorte avisto um posto de gasolina próximo, mas no momento em que eu parei o carro, meus olhos avistaram uma certa pessoa, não fazia do meu feitio lembrar de mulher nenhuma, mas aquela eu sabia que já tinha pegado, estava sozinha ali no meio do nada, procurei ao redor para ver se tinha um carro ou alguém esperando mas não tinha nada. Quando aproximei o olhar, lembrei-me imediatamente, Olívia, era ela sim, a amiga de Eloíse.
Quando me aproximei dela, a moça começou a andar rápido para o outro lado da rua, estava agindo estranho, meu trabalho sempre me deu um faro especial para tudo. Talvez ela tivesse em perigo, eu não tinha motivo nenhum para ajudá-la, era um safado mas não um monstro.
Quando chamei-a, ela pareceu mais nervosa do que nunca, estar tão perto olhando aquele rosto, me trouxe as lembranças do dia em que ela se jogou para mim dentro do meu carro e que eu fodi a boceta pequena e deliciosa dela. Mas o que? Desde quando eu lembrava das minhas transas passadas? Porra.
Insisti para que ela aceitasse minha ajuda, eu não podia deixá-la ali a mercê de qualquer coisa, era uma mulher linda e jovem andando sozinha em uma avenida deserta. Talvez fosse mais do que isso, fosse a vontade de experimentá-la novamente, ela fora tão boa que ali naquele momento eu só conseguia pensar em toma-la novamente.
Agora a contragosto dentro do meu carro, observo-a inquieta, exatamente igual aquele dia. Porra eu sou mesmo uma safado filho da puta, só consigo pensar em como ela é gostosa, sua saia acima dos joelhos deixam a mostra sua bela coxa, meu pau está totalmente duro dentro da calça, faço de tudo para que ela não note, não ainda. Mas sem pensar em nada, faço uma breve pergunta que tenho certeza, irá fazê-la lembrar-se também.
"Você se lembra da última vez que esteve dentro desse carro?" Indago e olho para ela que de repente fica petrificada e com o rosto vermelho.
"C-claro." Ela responde e da um sorriso sem graça, olho novamente para suas coxas e ela as aperta uma na outra.
"Ainda não entendo o que deu em você aquele dia " Falo calmamente.
"Eu estava com vontade de transar com você, muita... Então aproveitei o momento a sós. Simples!" Ela solta rapidamente e eu sinto meu pau se contrair.
"Eu quero transar com você agora, quero aproveitar o momento a sós, é simples... Você topa?" Entrego o jogo e então ela me olha surpresa.
"O que?!" Ela pergunta com os olhos arregalados.
