6•. A VISITA DE MEUS PAIS!
Cedinho, acordei Era um dia livre da faculdade, já estava quase terminando.
Ia demorar só mais um ano, mais estava terminando.
Minha companhia toca.
Cabelo bagunçado em cima do rosto, um pé com, uma meia, outro só a metade.
Levantei-me arrastando, abrir a porta.
Era Meu pai e minha mãe.
Nossa, caí de joelho no chão chorando.
De susto, porque Era muito tempo longe deles, minha tia já tava fora há uns três dias.
Nossa aquele abraço foi de milhões.
Mamãe tava mais jovem, linda. Minha coroa.
Meu pai, até sangue nas bochechas já tinha.
Papai tava morrendo de saudades de vocês.
Aquele almoço caprichado mames caprichou.
Lógico que não poderia deixar de apresentar Roger ao meu pai e a minha mãe.
Logo que liguei para Roger ele veio correndo.
Quando chegou contando todas as maravilhas que eu tinha acompanhado ele fazer!
Papai; lógico se interessou, pois era o que ele fazia onde ele estava realizando o tratamento, ou seja, ele era voluntário no hospital.
Eles vieram para mim comunicar que estava de volta;
a antiga cidade e também para nossa velha casa
Pois o tratamento de papai já estava chegando ao final! Só precisava de mais dois meses para completar e estava voltando para casa.
Mais eu precisava, ainda ficar um ano.
Para terminar a faculdade, mais uma vez o destino estava;
me deixando triste, mas não fraquejei, continuei a minha trajetória
seguindo com meus estudos: voltando à visita de meus pais foi ótimo
A gente passeou, conversou muitas coisas. Que se passaram quando estávamos ausente um do outro dá, nossas vidas.
Eu os levei no Orfanato.
Para conhecer.
Conheceram suliva, ela ficou muito feliz em conhecer Meus pais.
Fizemos, uma visita pela aquelas ruas, onde Aquelas pessoas estão.
Ali vivendo sem nenhum Qualidade de vida.
Papai, ficou fascinando com toda ação que Roger Fazia:
Mas eu ainda precisava levar eles em outro lugar.
Eu tinha certeza que meu pai ia gostar bastante, mas do que os outros que eu já tinha levado ele.
Mas aquele dia eu tava se finalizando e todos estavam bastante cansados.
Fomos para casa, a gente pediu uma pipoca, assistimos um bom filme ali mesmo na sala, todos dormiram.
No outro dia eu precisava entregar alguns trabalhos na faculdade.
Então tive que deixar os dois sozinhos;
Eles não são muito de reclamar.
Foi para a faculdade para realizar os trabalhos.
Quando estava voltando para casa;
Quando desci do carro, um rapaz ótimo me atacou, pegou a minha bolsa e saiu correndo.
Naquele exato momento fiquei olhando aquele garoto correndo com a minha bolsa, e Fiquei imaginando como pode escolher uma vida desta, enquanto tem outras opções para sobreviver.
Mas no outro lado do sinal havia uma viatura e os policiais viram a hora que ele pegou a minha bolsa e saiu correndo.
Os policiais gritou para ele parar e ele não parou e a população que estava na calçada Começou a correr atrás dele também.
Quando conseguir pegar alguns começou a espancar, maltratar dele.
Eu me aproximei e o rapaz como a bolsa dele e me entregou.
Está tudo bem com você moça? Ele lhe machucou?
— Está tudo bem sim! Ele não me machucou não.
O policial perguntou para ele quantos anos ele tinha.
Ele respondeu estar com 17 quase 18.
Policial algemou ele para levar:
Quando ele se levantou, olhei no olho dele e perguntei para ele.
Qual o motivo que ele fazia aquilo?
Ele falou estar com a mãe doente.
E que a mãe precisava muito de medicamentos se não ia morrer.
Perguntei para ele o que ela tinha, ele me respondeu que ela estava com câncer na garganta.
O policial rapidamente retrucou, ele;
RAM: todos eles falam a mesma coisa que algum parente está doente.
Inventa muitas desculpas para não ser preso.
Perguntei para o policial se a gente poderia ir até a casa dele.
Policial era legal.
Sim, podemos!
Mas não adiantará Muito nós não encontraremos a casa dele e não tem ninguém doente lá você vai ver moça!
E seguimos.
Ele falou que a casa dele ficava no setor em uma favela.
Quando o carro ia passando naquelas ruas dá para ver crianças menores traficando.
Confesso que moro alguns tempos — nessa cidade, mas nunca havia visto tanta.
Pessoas passando necessidade igual vi aquele dia.
“Até que” se aproximamos de uma casinha ficava bem na encosta de um barranco de esgoto.
Era uma casinha que havia caído algum pedaço das paredes estavam colocado
Pedaço de papelão; para cobrir as brechas.
De longe a gente avistou ela sentada na cadeira!
O pescoço daquela senhora estava tão;
Como posso dizer, a situação dela era bastante crítica, pois já tinha criado ferida.
A casa por ser um barraquinho Estava bastante limpa e organizada.
Quando ela viu o garoto descendo da viatura, ela ficou apavorada.
Do lado tinha um irmãozinho.
Que ficava em casa enquanto ele saía para realizar os corre.
E ele já veio em direção a gente gritando por favor solte o meu mano.
Ele estava apenas querendo buscar comida para nós, pois hoje faz 4 dias que não temos nada para comer.
Posso provar a vocês por favor:
Vem até aqui!
E o garotinho foi pegando em minha mão, e na mão do policial e nos puxando para uma mesa.
Improvisada com pedaço de cerâmica apoiada por um tronco de madeira.
O que a gente conseguiu ver em cima daquela mesa era só um meio pacote de sal.
E uma vasilha velha meio furada com um pouco de água do lado.
Então seu policial!isso foi o que a gente.
Comeu hoje.
A minha mãe não comeu, pois quando ela coloca água salgada na boca;
ela fala que a garganta dela dói por isso meu mano
Saiu hoje para a rua para ver se encontrava algo que ela pudesse comer.
Quando a gente olhou para o canto O garoto estava sentado no chão algemado chorando.
Um dos policiais não se conteve também se desmanchando em lágrimas tirou as algemas do garoto.
E pediu que ele entrasse na viatura.
Saíram os dois.
Demorou em média 40 minutos, o policial chegou com um garoto com muitas coisas.
Pois ele o levou em um mercado e comprou bastante comida para ele e o irmão.
Quando eles chegaram, o outro policial falou que ia está passando no posto de saúde principal daquela favela
Para ver o que podia fazer a respeito da senhora.
Eu também me propus ajudá-lo.
E perguntei para os garotos se eles queriam ir para o orfanato.
Pois o estado que a mãe deles se encontrava provavelmente quando o pessoal da saúde chegasse!
Eles iam internar ela, pois o estado dela estava bastante avançado.
No momento o pequeno ficou meio redio sem aceitar a situação.
Mas o mais velho;
se abaixou e perguntou a ele se ele queria ficar ali naquela casa sozinho, pois a mamãe precisava fazer um tratamento e ela ia demorar para voltar e ele também precisava sair para a rua para comprar as coisas, foi a desculpa que ele deu para ele.
Então o pequenininho inocentemente aceitou.
Perguntei para os policiais se depois à gente podia retornar até aquela casa para poder buscá-lo os dois garotos.
Eles me garantiu que sim!
Naquela mesma tarde o pessoal do hospital foi buscar a senhora.
Os garotos também foram encaminhados para o orfanato!
Cheguei em casa tarde.
Meus Pais já tinha jantado;
tavão assistindo TV!
Contei toda história para o meu pai. Ele
Ficou bastante comovido, pois, ele entende muito do assunto.
Se passaram alguns dias e decidi ir visitar aquela senhora no hospital.
Quando cheguei lá, o médico me informou a situação dela.
Falou que ela estava Simplesmente, esperando o dia e a hora.
Pois no caso dela. Já não podia se fazer nada.
Pois estava bastante avançado a doença.
Não estava mais somente na garganta, já tinha descido para o estômago.
Preferi não ir até o Quarto. Onde ela estava para não ver.
Pois aquela situação Era bastante constrangedora.
De lá fui para a faculdade.
No final da tarde estava retornando para casa quando o meu telefone toca.
Era um daqueles policiais daquele dia.
Pedindo que eu fosse até o orfanato pegar os garotos para levar.
Ao hospital, pois a mãe havia falecido.
Ah… Mais, como. Eu Poderia fazer isso:
Se um dos garotos. Era bastante pequenino ainda criança, como eu ia dar essa notícia a eles?
Mas chamei Roger para me acompanhar.
E ele foi comigo!
Liguei para os meus pais para avisar o que estava acontecendo.
Lógico que meu pai sem hesitar falou que também ia comigo para me dar uma força e se fosse preciso conversar com os garotos;
Então fui até o orfanato, quando cheguei lá o mais velho vem minha direção!
Já chorando e falou; minha mãe morreu? Né?
Só sacudir a cabeça confirmando.
Aceitei em numa cadeira ali, e fiquei.
Ele foi arrumar o irmãozinho para podermos ir para o velório.
Quando o pequenininho me enxergou. Correu E me abraçou chorando:
E me perguntando porque Deus era tão malvado!
Deixei; Roger explicar para ele.
Por favor, pequeno Não fale isso, Deus é bondoso e grandioso.
Nas nossas vidas, com coisas que acontece mesmo!
Não é porque ele quer, e sim porque já era para ser assim.
E ele foi explicando detalhadamente para o pequeno, e ele foi se acalmando mais.
Seguimos viagem, chegamos lá papai já estava.
Foi um funeral tenso, mas no final de tudo havia uma tia!
Uma irmã da senhora, até pensei que ela ia se propor a cuidar das crianças.
Mas ela não se prontificou a nada, mas pelo jeito o mais velho também não fazia muita questão.
No final do enterro.
Um deles veio até mim e perguntou?
Se eu podia sempre visitá-lo no orfanato.
E garantir que sim Afinal era de praxe todo final de semana eu ir visitar.
Eles retornaram ao Orfanato:
Nossa eu estava bastante exausta aquele dia.
No outro dia, Meus Pais foram Embora.
O tempo voou, e o ano finalizado.
Estava chegando o grande dia, e tão esperada Formação.
E claro que esta data, meus pais, não poderia ficar de fora
Mandei o convite para Eles, para que eles pudessem prestigiar
Esse dia tão importante em minha vida.
Mandei por correio o convite.
E fiquei aguardando ansiosamente a chegada deles;
Afinal já tinha um ano que não havia eles, então;
Estava bastante ansiosa.
