~ Capítulo.05 ~
Andrey Moreira
Estava tentando colocando Júlia para correr, para que eu pudesse pegar meu amigo e levá-lo embora. O homem estava apagado.
Vi um furacão de mulher surgir, furiosa, pronta para matar um, não sabia quem era, mas queria muito saber.
— Seu cretino. — Ela se dirige ao meu amigo apagado.
—Calma moça, o cretino ai tá apagado por causa da bebida. — Digo e ele olha ele.
— Quem é essa, Andrey? — Júlia se entromente. — Você está maluca, garota? — Ela vai apanhar, já estou até vendo.
—Não! Ainda não estou louca, e você não gostaria de me ver louca, então, não se meta na minha conversa, porque o meu assunto é com esse imbecil aqui. — Júlia se cala. —
Pena que esse imbecil está apagado, porque eu queria ter o prazer de esbofetear essa cara de égua. — Ela diz é eu não consigo conter a risada.
—Desculpa, mas você fala muito engraçado. — Digo.
— Já que esse idiota está apagado, você pode dá o recado. Fala pra ele deixar minha amiga em paz, desistir desse casamento, porque se eu souber que ele anda comendo qualquer vagabunda, eu juro que vou fazer ele se arrepender de ter nascido homem, minha amiga não é vaca para está com chifre, então mande ele tomar jeito na vida, idiota. — Ela diz e sai de perto de nós, mas para e olha pra trás. — Recado dado, desista do casamento.
— Moça espera aí. — Digo.
— O que quer?
— Como é seu nome?
— O que te interessa?
— Para que eu possa dizer quem mandou o recado.
— Loara. Amiga de Ana Maria, a noiva dele.
— Creio que você e ela estavam aqui, e provavelmente sua amiga viu algo, mas eu quero que saiba que o babaca aqui está apagado de tão bêbado que está, e que essa maluca desqualificada que vive correndo atrás dele. Era secretária e foi demitida hoje, porque isso.
— Que seja, mas o recado está dado.
— Loara, eu e você sabemos que esse noivado não pode ser desfeito, então por favor, não seja tola. — Dito, levo uma linda bofetada no rosto.
— Vou te mostrar quem é o tolo. Nos dois sabemos que Arthur tem o poder de acabar com toda essa merda, ele tem o poder de deixar minha amiga em paz. — Ela diz e se vai.
Ô tapa doce esse em? Meu rosto está ardendo, que mulher mais estressada. Essa delícia é amiga de Ana Maria, com esse casamento creio que vou ver muito esse furacão de mulher.
— Julia, já chega, Arthur te demitiu, vai embora porra, ele vai se casar e não quer mais nada com você. — Digo. Apoio o braço de meu amigo no meu ombro, e levo ele para fora da boate.
— Arthur não vai me deixar em paz, eu faço que aquela noiva dele nunca irá fazer, eu satisfaço os desejos mais sombrios dele. — Ela diz.
—Ô mulher, eu estou de volta à cidade, e não vou deixar você se aproximar. Sua maluca!
Coloquei Arthur dentro do carro, e segui para a casa do mesmo. Essa Júlia vai infernizar a vida dele e da pobre noiva, eu tenho pena.
Eu sei muito bem o que Arthur faz, e o que ele já fez, mas infelizmente isso não é algo que ele se orgulhe, e sim algo que lhe foi passado, de forma traumática. Meu amigo tem que melhorar muito, mas essa mulher perto dele só vai acabar com foda sanidade que ele tem.
Sinto muita pena da pobre moça, a noiva dele. Ela terá que ter muito jogo de cintura, mas talvez ela seja a pessoa certa e consiga curar os traumas de Arthur.
— Eu acho que estou bêbado. — Arthur diz com a voz embargada, quase não entendi.
— Você acha? Eu tenho certeza. — Digo rindo. — É meu amigo, aquela maluca da Júlia vai ser um pedra no sapato. — Digo, não escuto sua resposta e olho para ele. O mesmo está capotado.
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