Capítulo 1
A secretária dá-lhe prazer
Noa estaciona o carro em frente à casa da amiga da mãe, olha para a entrada e vê a pilha de balões coloridos bem arrumados que fazem parte da decoração da residência, o que o leva a desviar o olhar.
— Mãe, vai demorar muito aqui? — Anna olha para o filho com os olhos bem abertos, enquanto segura a filha pequena, Lúcia, nos braços.
— Não vais ficar? — Não, tenho de ir.
— Tenho de ir, não vou ficar nessa festa de raparigas.
— É a filha da minha amiga, não posso simplesmente chegar e ir embora.
— Vou mandar um motorista buscar-vos as duas.
O jovem olha para a mãe com um ar frio, esta nega e acaba por descer do carro. Ele caminhou até à entrada, onde a sua amiga o esperava com a filha Violeta nos braços.
Noa olha para a entrada da casa e vê a pequena menina que a amiga da sua mãe trazia nos braços, vestida com um vestido rosa. Era o primeiro aniversário daquela bebé, por isso convidaram a Lúcia e a mãe dela para a festa.
Olha para ela por mais um momento e, sem sequer cumprimentar ninguém, liga o carro e sai.
Ele não se importava com as festas que a mãe costumava frequentar com a irmã; tinha coisas mais importantes com que se preocupar.
[...]
Noa revisa alguns documentos que a secretária deixou na sua mesa. Tinha de resolver a grande demanda que um dos seus melhores clientes apresentava. Franze o sobrolho ao perceber que o assunto era complicado.
Soltou o ar e atirou os documentos para cima da mesa.
— Droga! Porque é que ele tem de se meter em tantos problemas?
Girou a cadeira e esfregou a ponta do nariz. Estava exausto de tanto trabalho e os seus malditos clientes não faziam outra coisa senão meter-se em confusões cada vez piores.
Nesse momento, ouve alguém bater à porta do seu escritório.
— Entre... — ouve o som de saltos altos enquanto contempla a grande cidade. — Parece muito tenso, Sr. Coleman — ouve ele, sentindo mãos delicadas a deslizarem-lhe pelos ombros, o que o leva a fechar os olhos por um momento.
— Talvez!
Aquela mulher massageia-lhe os ombros suavemente e, aos poucos, começa a deslizar para dentro do seu casaco, inclinando-se para ele até a bochecha dela repousar contra a sua face e ele sentir um beijo casto na pele.
— Não gostaria que eu aliviasse as suas dores? — Ele sente como ela leva a mão até ao seu pénis e o aperta ligeiramente.
— Ah! Isso seria muito bom.
A mulher sorri, introduz a mão por baixo das calças de Noa e toca no seu pénis ereto, segurando-o delicadamente pela base, arrancando-lhe um gemido de prazer.
— Oh, sim! Gosto do que fazes — diz ele, com as mãos estendidas no apoio de braço da cadeira, enquanto se deixa acariciar por aquela mulher.
— Gostas? — ouve-a sussurrar-lhe ao ouvido, o que acelera o seu desejo.
— Sim, continua, se começaste, tens de terminar.
A mulher começa a beijar-lhe o pescoço, mas ele afasta-se e ela percebe que ele não quer ser beijado. Ela contorna a cadeira e coloca-se diante dele. Noa abre os olhos e observa a secretária a levantar a saia.
Mantém o olhar fixo na cintura para baixo, observando-a a afastar a roupa interior e os lábios da vagina, o que o leva a morder os lábios. Ele segura-a pelos quadris enquanto ela tira o seu pénis.
Uma vez fora, massageia-o um pouco, fazendo com que Noa tenha ainda mais vontade de o penetrar.
— Chupa-o um pouco.
Ela inclina-se com um largo sorriso e acaba por o colocar na boca, descendo o mais que pode e conseguindo enfiar-lhe o pénis todo. Noa solta o ar contido ao sentir aquela mulher a engolir o seu pénis por completo.
— Oh! Porra, que bom boquete! — exclama ele, inclinando a cabeça para trás enquanto desfruta daquela chupada, lambendo os lábios secos enquanto ouve o som do pénis a ser chupado. "Vamos, continua assim, não pares", diz ele, colocando a mão na nuca dela e ajudando-a a engolir mais o seu pénis, até ouvi-la engasgar um pouco.
A secretária chupa o pénis de Noa com força, movendo a língua à sua volta de uma forma deliciosa e relaxante. Até que ele a afasta, segura-a pela cintura e aproxima-a do seu corpo, sentando-a abruptamente no seu colo, enquanto segura o pénis pela base e o conduz até à entrada da vagina dela.
Não tira os olhos do pénis e da vagina daquela mulher, observando como a cabeça do pénis vai entrando no corpo dela, até a empurrar com força e o enfiar completamente.
— Ah! Chefe, como está agressivo esta tarde — ela ofegou, sorrindo para ele, enquanto começava a mover a cintura contra a pélvis dele.
Ele coloca as mãos nos ombros dela, aproxima o rosto para a beijar, mas ela agarra-lhe o pescoço e afasta-o, ajudando-o a mover os quadris contra o pénis dele.
— Vamos, oh! Mova esses quadris — ele ofegava com a voz rouca.
"Ah! Ah! Ah!" A secretária começa a ofegar sem parar, fecha os olhos e coloca uma mão sobre a do seu chefe, que estava no seu pescoço a apertá-la com força. — Ah! Chefe, está a apertar-me forte.
— Mas você gosta disso.
— Ah! — Sim, claro que adoro, chefe — geme ela, sorrindo.
Ele baixa o olhar e continua a observar como o seu pénis se perde dentro da vagina daquela rapariga, franze o sobrolho ao sentir que está prestes a ejacular, aperta um pouco mais o pescoço daquela mulher, ouvindo-a a ofegar sem parar.
O CEO solta o ar contido pouco antes de retirar o pénis e atirá-lo como um míssil contra o corpo dela.
— Aaahh! Ah! — geme, enquanto vê o seu sémen a espalhar-se pelo corpo dela. Aperta de baixo para cima, para espremer os restos de sémen do corpo dela, até deixar de sair. Caramba, que alívio!
Inclina a cabeça para trás e sente a secretária a acariciar-lhe a bochecha, o que o leva a abrir os olhos e a pedir-lhe que se levante.
— Obrigado por isso, foste incrível como sempre, mas nós os dois precisamos de continuar a trabalhar.
— Claro!
A jovem levanta-se e caminha rapidamente até à porta. Noa dirige-se à casa de banho para se limpar e continuar a trabalhar naquela porcaria de processo.
[...]
Ao cair da noite, o escritório de Noa estava na penumbra, mas ele continuava a ler o caso com cuidado. Não era por nada, mas ele era o melhor advogado de Nova Iorque e não podia deixar o seu cliente na mão.
Tinha de ganhar aquele maldito caso, ou a sua reputação iria por água abaixo. Ele franze o sobrolho e inclina o corpo para trás enquanto continua a ler.
Nesse momento, a porta do escritório abre-se e a secretária entra.
— Senhor, estou a sair, precisa de alguma coisa antes de eu ir?
— Amanhã preciso que chegue mais cedo, vou precisar de alguns documentos dos arquivos que já foram registados há algum tempo.
— Claro, senhor Coleman. Boa noite.
Ele voltou a olhar para os seus papéis e continuou a ler e a sublinhar temas importantes que lhe seriam úteis para a defesa do seu cliente.
Após várias horas de estudo, sorriu ao perceber que tinha muito material para ganhar aquele caso. Era apenas uma questão de paciência. Deixou os documentos em cima da secretária e, nesse momento, o telefone tocou.
— Estou.
— Sr. Coleman, um dos seus clientes está aqui em baixo. Devo mandá-lo subir?
— Sim.
Tinha de ser aquele filho da puta. Estava sempre a testar a sua paciência. Claro, ele fazia isso porque estava com medo de ser preso.
Ao abrir-se a porta do escritório, Noah sorriu e levantou-se para cumprimentar o seu cliente, que não parecia nada tranquilo.
— O que o traz aqui? Já é muito tarde para visitas.
— Queria saber como está com tudo isto. O julgamento é amanhã e estou realmente preocupado. Não consegui dormir nada.
— Deveria dormir — diz ele, recolhendo os documentos. — É para isso que me paga uma fortuna: para eu me preocupar com tudo.
— Sim, mas este caso é muito importante, Noa.
O Noa arrumou tudo em pastas. O que ele tinha reunido era suficiente para ganhar aquele caso multimilionário. Seria um grande dia quando ganhasse o caso.
— Não se preocupe com nada, vamos ganhar. Quando é que eu perdi um caso em todos estes anos de trabalho? — disse o CEO, enquanto recolhia as suas coisas. O seu cliente, muito nervoso, andava de um lado para o outro no escritório. Não era de admirar, se o maldito era culpado de tudo.
— Nunca. Foi por isso que o contratei, apesar de me estar a custar uma fortuna.
— Mas vai poupar uma fortuna e evitar a prisão, o que há para lamentar?
O CEO dirige-se para a saída, seguido pelo seu cliente. No caminho, Noa acendeu um cigarro e ofereceu um ao seu cliente, mas este recusou.
— Noa, se não ganhar, eu...
— Não vai perder. Além disso, não me convém que perca, pois não terá como me pagar o que me deve. Tenha fé em mim — diz ele, dando uma tragada no cigarro e expelindo depois a fumaça.
— O caso é complicado, eu sei.
— O caso é uma verdadeira porcaria, o mais difícil com que já me deparei, mas não será nada impossível para mim.
Vou derrotar aquela advogada maldita.
O cliente concorda, enquanto junta as mãos nervosamente. Já não aguenta mais a angústia; se não ganhar amanhã, acabará na prisão.
— Não faça nenhuma estupidez esta noite — diz Noa, antes de ligar o alarme de segurança do carro. — Deixe que eu cuido de tudo e chegue cedo ao julgamento, entendeu? — acrescenta, antes de entrar no carro.
— Sim, sim, farei o que me pede.
— Muito bem.
A Noa entra no carro, buzina e arranca, deixando o cliente para trás. Ela olha para ele pelo espelho retrovisor e abana a cabeça negativamente.
Que idiota! Olha só, cair tão baixo.
Ela dá outra tragada no cigarro enquanto conduz com uma mão só, quando o seu telemóvel toca. Ao ver o número, revira os olhos, não sabendo o que era pior: o seu cliente idiota ou uma chamada da sua mãe.
— Mãe! Que surpresa receber uma chamada tua.
Já não ligas e também não nos visitas.
— Sou um homem ocupado, como sabe, mãe. O que queres?
— A Lucia vai fazer anos, lembra-se? — Ele concorda e continua a revirar os olhos.
— Sim, sim, eu sei, daqui a uma semana, não sou idiota.
— É este fim de semana, Noah. Como podes esquecer?
O CEO suspira e abana a cabeça. A sua mãe era chata com essa coisa da família. O aniversário dos 18 anos da irmã dele não era um acontecimento importante, era apenas um aniversário normal.
— Espero que venhas. Ela perguntou muito por ti. Já lá vão cinco anos desde que te vimos, Noa.
— Eu irei! Tudo bem, não se preocupe, estarei lá.
— Tem a certeza?
— Dou a minha palavra, mãe, estarei no aniversário da Lúcia.
O julgamento era amanhã e, depois disso, teria mais dois dias para viajar até Boston. Tudo estava bem. Só faltava ganhar o maldito julgamento, caso contrário, tudo se prolongaria e ele não poderia comparecer ao aniversário da sua única irmã.
— Não devias ter tido um bebé 21 anos depois, sabes que foi um erro, mãe.
— Não! Como podes dizer coisas tão horríveis? — A mãe repreendeu-o e ele sorriu e negou.
— Adeus, mãe, vejo-te no sábado.
— Não...
O CEO desligou o telemóvel e dirigiu-se para casa para tentar descansar um pouco.
Olá, minhas belas, começamos o ano com uma nova história: capítulos diários.
