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Seu prazer ou meu prazer? Não, nosso prazer!

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Scpp Pereira
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9.0
Notas

Resumo

Teremos vários contos, cada um mais intenso que o outro, sem pudor, sem timidez, histórias com muitos detalhes, a verdade nu@ e cru@, muita intimid@de, muita pegada quente, sem preconceito. Aproveite para usar sua imaginação e principalmente para pôr em prática suas fantasias, procure alguém que esteja disposto a vivê-las com você, busque a reciprocidade, não cobre o que você não oferece, dê para poder receber. Amor, paixão e tesão são coisas diferentes, mas se conseguir uni-las, será de muito proveito, pois imagina ter tudo isso em uma única pessoa? E principalmente que esteja disposto a dividir tudo isso junto contigo? Há seria bom né? Então busque alguém que te queira desse jeitinho. Aproveite cada conto desse livro.

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Conto 1

Ao acaso

Estava em uma festa de amigos, quando vi uma linda mulher, mas ela parecia deslocada, estava sentada, enquanto todos estavam dançando. Cheguei e puxei assunto, ela me deu abertura e não perdi tempo.

Peguei ela e dei um beijo de deixar qualquer uma sem noção até do seu nome, sorri com ela mole nos meus braços, a mina ficou toda entregue com um beijo, não gosto de preliminares, mas vou fazer essa mulher implorar pelo meu pau dentro dela igual uma cadela no cio.

Comecei outro beijo, só que mais lento, quando ela foi me dando passagem, aumentei a intensidade, de calmo fui pra um beijo selvagem, aqueles que as mãos passeiam pelo corpo todo, mano quando passei as mãos em seus peitos, ela suspirou contra minha boca, senti os biquinhos bem rígidos nas minhas mãos, apertei não muito forte, porém com intensidade para ela sentir uma leve alteração no toque, fui descendo os lábios para o pescoço dela e as mãos levei até a sua bunda, ali apertei com força, tenho certeza que ficou a marca dos meus dedos na anca dela, voltei beijar a boca e desabotoei o shortinho, não tirei, apenas enfiei as mãos na parte de trás e quase gozei só de vê que a puta estava com um fio dental, todo enfiado naquele rabetão e já logo me imaginei comendo ali, ela de quatro e enfiando com muita força meu pau naquele buraquinho que deve ser muito apertado, tenho certeza que ela nunca deu esse rabo pra ninguém, mais hoje ela vai me dar gosto.

Não aguentei e puxei ela para um canto mais escuro, e quando vi já estávamos em um quartinho, continuei os beijos.

Quando vejo que ela estava bem mais relaxada, fui passando meu dedo no ânus e massageando, ela começou a rebolar na minha mãe e enfiei meu dedo no cuzinho, meu pau babou na mesma hora, continuei beijando ela e coloquei dois dedos no ânus dela e a mandada travou, só que como continuei beijando-a, não movimentei meus dedos, depois que vi que ela estava mais relaxada voltei a movimentar meus dedos, não demorou muito sentir ela começa a tremer as pernas, continuei até ela gozar bem gostoso, a segurei para não caí, pois estávamos encostado na parede, botei ela no sofá e comecei a tortura, tirei sua blusa e ela estava com aqueles sutiã todo de renda, num tom de verde bem claro, dava pra vê os bicos dos peitos, pois eles eram bem pretos, tirei o sutiã e já cai de boca em um e com a mão fui brincando com o outro, ela estava quase tendo outro orgasmo, parei e ela me olhou feio. Troquei o seio na boca e continuei meu trabalho, quando ela estava bem molinha eu parei e tirei seu short e dei um boa olhada na sua calcinha, era praticamente transparente, mano essa mina vai me matar sem nem enfiar meu pau nele, puta que pariu, tirei a calcinha dela e já estava babando, a calcinha dela estava toda babada, ela já tinha gozado.

Passei minha mão por cima e me coloquei entre suas pernas e comecei a chupar bem gostoso, sou fã de chupar uma buceta, basta lavar tá nova, mais como disse, vou maltratar essa filha da puta, comecei enfiando minha língua em seu buraco quente, fodi a bucetinha dela com minha língua por algumas vezes, subir minha língua para seu ponto do prazer, ali sim acabei com ela, fazia movimentos circulares e chupava e mordiscava, não demorou muito ela já estava gritando, pedindo mais, e gozou bem gostoso, como sou bem filho da puta e queria ver ela implorando, não deixei ela recuperar o fôlego, continuei chupando e acrescentei meus dedos na vagina dela, quando ela estava quase gozando, com minha outra mão coloquei no cuzinho dela e a fiz ter um orgasmo duplo, ela gritava cada vez mais alto, ainda bem que o som estava bem alto, tirei minhas mãos dela e ela começou a choramingar, pedindo pra ser comida como a putinha que era, ela começou a me beijar e tirar minha calça, não queria que ela me chupasse, então fui maltratando e ela implorando para ser comida, meu pau estava todo babado, só perguntei com a voz rouca de tesão, se ela tomar os remédios certinho, não quero filho agora, ela só balançou a cabeça em confirmação, fui passando meu pau na sua entrada bem molhada e ela estava rebolando, aí tirei e ela implorou mais uma vez, ela estava deitada de barriga pra cima, me enfiei na bucetinha dela de uma vez e sem dó, ela gemeu quando enfiei até às bolas, foi só socadão, não consegui segurar muito tempo e gozei urrando igual um bicho, continuei nos socadão até ela gozar no meu pau, a virei no sofá de quatro e soquei com tudo, ela estava se recuperando do último orgasmo, enquanto socava, puxava os cabelos dela e beijava o pescoço e mordiscava a orelha dela, dei dois tapas na bunda dela, ela gozou lindamente no pau do nego aqui, já fui pegando um lubrificante e preparando o cuzinho para receber meu pau, como sei que não é igual aos dedos, tenho que ter cuidado, não falei que seria meu pau no cuzinho dela, como já tinha enfiados os dedos, não sei se ela achou que seria os dedos novamente, enquanto preparava o cu dela para me receber, fui masturbando ela, a mina rebolava como uma verdadeira puta, eu gosto das que na cama são nossas putas sem muita frescura, deixei ela bem relaxada e fui colocando meu pau, sentir que ela travou e me olhou, perguntei bem no ouvido dela, nunca deu o cuzinho cachorra? Ela negou, falei pra ela ficar calma, pois hoje eu entraria ali e que ela ia gozar com meu pau dentro do cuzinho e eu encheria ele de porra e depois a bucetinha, ela relaxou um pouco e comecei a masturbar ela, fui me enfiando e quando entrei a metade, parei e continuei masturbando, depois enfiei tudo, e esperei ela se acostumar, e continuei masturbando, a mina começou a rebolar e eu comecei o vai e vem bem devagar, até que ouvi ela pedindo pra ir com força, ela falou me come de verdade, nessa hora meu controle foi pro inferno, voltei a masturbar ela pra ela gozar pois já estava quase gozando, quando ela gozou, eu gozei também, soquei mais um pouco e tirei meu pau vendo minha porra escorrer do cu e buceta dela, que visão, me joguei ao seu lado no sofá.

Passou um tempo e me recuperei, passei um lenço no meu pau, ela que me deu para me limpar, falou que sempre anda com lenços umedecidos na bolsa, limpei bem a rola e puxei ela para o meu colo, me enfiei na buceta dela, não precisava de lubrificante, ainda tinha porra nela, metia de baixo pra cima, até ela começa a sentar gostoso, ela rebolava gostoso, ela subia e descia com maestria, coloquei a boca no seio dela e com uma mão dava atenção para o outro, com a mão livre fui até o clitóris e comecei a masturbar, não demorou ela estava gozando, peguei cintura dela com as duas mãos e ajudei ela a continuar sentando, ou melhor, galopando, ela gozou mais uma vez e eu derramei mais um pouco da minha porra dentro dela, nos recuperamos, nos limpamos e vestimos nossas roupas, só aí lembrei que não tinha perguntado o nome dela.

_ Que loucura, nem sabemos o nome um do outro. Me diz teu nome e teu telefone. Me chamo Paulo.

_ Paulo, que prazer. Me chamo Fernanda, me da seu telefone que salvo meu número, quem sabe não nos vemos mais vezes.

Ela colocou o número e eu para ter certeza, liguei para ela poder adicionar o meu número.

Essa foi a melhor foda ao acaso da minha vida.