CAPÍTULO 05
RENZO ALTIERI
De longe, avisto os grandes portões com o letreiro dourado da mansão Altieri. Sinto meu peito se aquecer. Um calor estranho. Um alívio silencioso. Um orgulho que me consome devagar. Estou de volta… mas agora, com ela. A mulher que mudou tudo. A mulher que me fez querer ter uma casa ao invés de fortalezas. Lar, ao invés de esconderijo.
Olho para baixo e a vejo adormecida em meus braços. Meu anjo. Dorme tranquila, os longos cílios descansando sobre a pele pálida, a boca entreaberta, os cabelos brancos macios espalhados sobre meu braço. A aliança brilha no dedo dela como uma marca sagrada, uma promessa.
Foram quase três horas de viagem. Já está anoitecendo. O céu assume tons alaranjados misturados ao roxo profundo. Do lado de fora, pela janela do Bentley, vejo Loki acompanhando nossa escolta. O lobo corre como uma sombra ao nosso redor — incansável, vigilante, feroz.
O carro desacelera e entra na propriedade, seguindo o caminho de palmeiras iluminadas. O coração bate com mais força. Essa casa... Essa mansão… é diferente de todas as que construí antes. Não é uma fortaleza de guerra. Não é um esconderijo para monstros. É dela. Pensada por ela. Para ela.
Feita de janelas de vidro com sistema de proteção ultratecnológico. Claridade controlada. Inteligência artificial integrada. Nada aqui vai machucar minha mulher. Não enquanto eu respirar.
Inclino o rosto para ela.
— Meu anjo... chegamos.
Ela resmunga baixinho. Se mexe nos meus braços como uma gatinha preguiçosa. Os olhos se abrem devagar. E então ela sorri. Porra... aquele sorriso.
— Chegamos. — repito, sentindo meu peito estremecer.
Ela olha ao redor encantada.
— Uau... é linda.
— Vamos. — digo ao sair primeiro, abrindo a porta.
Estendo a mão esquerda, a desfigurada, onde a aliança brilha com força. Ela segura sem hesitar. Aperta com força. Como se dissesse que está comigo, que não tem medo. Minha garganta fecha. Sorrio por baixo da máscara.
A porta da frente se abre. Matteo está ali, como sempre, pronto. Entramos.
O interior em branco e dourado reluz sob as luzes quentes. Sofisticação e pureza. É como se o ambiente tivesse sido moldado pelo próprio toque dela.
— Eu amei. — ela diz, os olhos azuis e lilás brilhando enquanto contempla a sala.
— Fico feliz que tenha gostado, meu anjo. Tudo aqui foi pensado em você.
Ela me olha. E aquele olhar… me desarma inteiro. Amor. Emoção. Luz.
— Amanhã podemos fazer um tour pela casa.
— Eu vou amar. — ela diz, sorrindo.
Subimos a escada juntos. A cada lance, o nervosismo aumenta. A insegurança me corrói em silêncio. E se ela se assustar comigo? E se… ela fugir?
Chegamos ao fim do corredor. A última porta. Nosso quarto.
Paro. Viro-me devagar.
— Prometa que não vai correr de mim. — peço, acariciando a pequena mão dela com meu polegar.
Ela sorri, doce, amável.
— Não vou a lugar nenhum, garotão. — Ela abre a porta e entra.
Entro atrás dela e a observo enquanto admira o quarto.
— Nada de preto? — ela pergunta, franzindo as sobrancelhas.
Solto uma risada baixa por trás da máscara.
— A única coisa preta que verá nessa casa são Loki, minhas roupas, sapatos e minha máscara, esposa.
Fecho a porta. Tranco. E caminho até ela.
— Está pronta, meu anjo?
— Estou. — ela responde, firme.
— Sente-se na cama, esposa. — ordeno com a voz rouca.
Ela obedece. Ando até o canto e apoio minha bengala. Tiro a luva da mão direita, deixando-a cair no chão. Meus olhos cravam nos dela. Quero ver tudo. Cada reação.
Começo a desabotoar o terno. Jogo no chão. A camisa preta vem logo depois. Minhas cicatrizes ficam à mostra. As marcas. A dor. O que me fez quem sou. Vejo os olhos dela acompanhando cada centímetro. Tiro os sapatos. Depois a calça. A cueca. Fico nu. Só a máscara resta. E meu pau… duro, pulsando, latejando de desejo por ela.
Minhas mãos tremem. Levo até a máscara. Fecho os olhos. Respiro fundo. E tiro.
— Abra os olhos, amor. — ela ordena.
Obedeço.
E ali está ela. Me olhando sem medo. Sem pena. Sem nojo. Apenas… amor. Desejo. Luxúria.
Porra.
Ela se levanta devagar. Se aproxima. Toca meu peito. Os dedos delicados passeiam pelas cicatrizes como se fossem linhas sagradas. Cada toque dela queima.
Então sua mão chega ao meu rosto. Ela o toca… inteiro. Sem hesitação.
— Você é lindo, garotão. — ela sussurra.
E então se ergue na ponta dos pés… e me beija.
Minha mente apaga. Seguro a cintura dela com força, puxando contra mim. O gosto da boca dela é de morango, pecado e salvação. Enrosco minha língua na dela, exploro, devoro, exijo.
Ela geme contra minha boca. Um som abafado, doce e provocante. Meu pau pulsa violento entre nós. Pressiono o corpo dela contra o meu com brutalidade.
Quando me afasto, ela está de olhos fechados, os lábios inchados. A respiração acelerada.
Minha esposa. Minha.
Ela abre os olhos e, sem dizer uma palavra, virou de costas para mim, me entregando a visão do seu corpo pequeno e frágil vestido em branco. Meu peito roncou com um desejo bruto e primitivo.
Com a ponta dos dedos, puxei o zíper do vestido, expondo a pele imaculada da minha esposa. Passei a mão pelo ombro fino dela, deixando o tecido escorregar devagar, descendo por aquele corpo de porcelana até os pés ainda calçados com os saltos.
Ela tirou o short nude que usava por baixo, revelando uma bunda empinada coberta apenas por uma fina calcinha branca enfiada no meio das nádegas. Um fio dental miserável que parecia ter sido feito para me provocar.
Minha mão a puxou com força contra mim e, puta merda, Bianca rebolou no meu pau com um instinto que me fez rosnar no ouvido dela.
Passei as mãos pela barriga lisinha dela, subindo até alcançar os seios pequenos e duros como pedras. Apertei, sentindo ela gemer baixinho, toda entregue.
Desci uma das mãos até a boceta coberta pela calcinha. Bastou encostar para sentir a umidade encharcando o tecido. Sem paciência para merdas, rasguei a calcinha com um puxão brusco, arrancando um grito manhoso dela que fez meu pau latejar.
Minhas mãos voltaram ao trabalho. Uma apertava e acariciava os seios pequenos, perfeitos, enquanto a outra se movia direto para a bocetinha dela.
— Molhadinha, esposa... — murmurei no ouvido dela, passando os dedos lentamente pela umidade quente.
Ela rebolava contra mim, gemendo cada vez mais alto, enquanto eu esfregava o clitóris dela com movimentos precisos. Bianca jogou a cabeça para o lado, me dando acesso ao pescoço delicado. Mordi de leve, marcando a minha mulher.
— Abre mais essas pernas pro teu marido, meu anjo. — ordenei com a voz baixa, rouca de desejo.
Ela obedeceu de imediato. Eu enfiei um dedo na bocetinha quente e molhada dela, e senti quando bati na resistência do hímen. A porra da prova da pureza dela. Cada rebolada que ela dava, a bocetinha sugava meu dedo, implorando por mais. O aperto era tão forte, tão fodidamente delicioso, que eu sabia... ela ia gozar.
Agarrei o pescoço dela com a mão esquerda, dominando, enquanto continuava fodendo ela com meu dedo, sentindo o suquinho dela escorrer pela minha mão.
— Eu vou gozar... — ela gritou.
A boceta dela se contraiu violentamente, e então ela esguichou. Um jato forte que molhou minha mão inteira e o chão. Puta que pariu.
— Puta que pariu, Bianca... — rosnei, pressionando o corpo dela ainda mais contra o meu, embriagado pelo cheiro, pela visão, pelo som dela gozando para mim.
Ela se contorcia nos meus braços, gemendo alto, totalmente fora de si. Quando ela finalmente desabou, tirei o dedo de dentro dela e a virei para mim.
Bianca estava deslumbrante.
Peito arfando, rosto corado, olhos azuis e lilás misturados brilhando de desejo e entrega.
Meu olhar desceu pelo corpo pequeno e nu dela, me prendendo nos seios pequenos, de bicos rosados, tão perfeitos que parecia um castigo divino.
Minha voz saiu mais como um comando:
— Vá para a cama.
Ela se sentou, retirou os saltos lentamente, e ficou me olhando, tão obediente, tão minha.
— Agora, mostra essa bocetinha para mim. — pedi, quase implorando, a voz quebrada pelo desejo brutal.
Sem hesitar, Bianca abriu as pernas, expondo a bocetinha branca, rosada e toda melada. Puta merda... uma verdadeira ninfetinha feita só para mim.
Aquela boceta era o paraíso que eu nunca pensei merecer.
Me aproximei, subindo na cama. Me posicionei entre as coxas abertas dela, cobrindo o corpo pequeno com o meu.
Bianca me enlaçou pelo pescoço, puxando-me para um beijo desesperado, carente, faminto. Meu pau, duro e latejando, pressionava direto contra a bocetinha molhada.
Sem perder tempo, me endireitei e posicionei a cabeça do meu pau na entradinha apertada dela.
Ela me puxou, e eu senti meu pau sendo engolido com dificuldade.
Apertada pra caralho.
— Caralho... — rosnei entre dentes, empurrando devagar, sentindo a resistência.
Tão fodidamente apertada que eu tinha que me controlar para não rasgá-la de uma vez.
— Céus! — ela gemeu, a voz embargada.
Olhei para ela. Os olhos azuis e lilás estavam cheios de lágrimas.
— Quer que eu pare? — perguntei, minha voz rouca de preocupação.
— Não... — ela choramingou, gemendo de desejo.
Porra! Quando ouvi isso, dei uma estocada curta e firme, rompendo o hímen dela e entrando todo dentro daquela bocetinha quente e apertada. Ela gritou alto, e eu me mantive parado, deixando ela se acostumar ao meu tamanho.
A sensação dela me envolvendo, quente, úmida e pulsante, era quase sobrenatural.
— Quer devagar ou forte? — perguntei, olhando nos olhos dela.
— Forte... — ela gemeu, me matando ali mesmo.
— É a sua primeira vez — falei, movendo-me devagar, lutando contra o instinto de apossá-la por completo. — Não quero que se machuque.
— Você não vai me machucar... Por favor, amor... — ela implorou, beijando meu peito.
Foda-se.
Meus olhos cravaram nos dela, vendo a entrega completa, e aí não existiu mais volta.
Beijei-a com força enquanto começava a estocar fundo e forte. Minha esposa abriu ainda mais as pernas para mim, para me receber mais fundo.
Abocanhei um dos seios pequenos, chupando com força, marcando-a como minha enquanto minhas estocadas ficavam cada vez mais violentas.
— Renzo... Ah... — ela miava embaixo de mim, perfeita, deliciosa.
Fodi ela com força, cada estocada fazendo seu corpo se arquear, seus gritos me alimentando.
Segurei o pescoço dela levemente, dominando, enquanto minha pélvis se chocava contra a dela num ritmo selvagem.
— Putinha gostosa do caralho... — grunhi. — Olha como essa bocetinha é gulosinha... Porra...
O som dos nossos corpos se chocando era música para os meus ouvidos.
Quanto mais ela gemia meu nome, mais brutal eu me tornava.
Senti a boceta dela começar a apertar meu pau de um jeito insano.
— Goza gostoso, minha putinha... — rosnei, estocando ainda mais fundo.
E então ela gozou, esguichando de novo, molhando todo meu pau e a cama.
Eu perdi o controle.
Movimentei-me ainda mais rápido, mais fundo, olhando para a visão surreal dela esguichando para mim. Socando fundo, senti minha porra subindo e jorrei dentro dela, enchendo a bocetinha apertada até a última gota enquanto ela ainda se espremia ao meu redor.
Fiquei ali, enterrado nela, arfando como um animal, com meu coração batendo tão forte que parecia que ia explodir.
Minha cabeça girava, meu corpo inteiro latejava de prazer e fome por ela. Minha esposa... minha pequena porra de anjo com uma boceta que parecia feita só pra mim. Ainda enterrado nela, senti o corpo de Bianca estremecer contra o meu, arfando, com as pernas trêmulas ao redor da minha cintura.
Porra...
Eu precisava de mais.
Agarrei a cintura pequena dela com força, sentindo os ossinhos frágeis debaixo das minhas mãos grandes.
Tirei meu pau devagar, ouvindo o gemido manhoso dela, e a virei de bruços com brutalidade. Minha mulher... toda minha.
Empurrei a cabeça dela de leve contra o colchão, fazendo os cabelos brancos dela se espalharem como um raio de luz sobre os lençóis. Ela ofegava, o corpo se rendendo, mas ao mesmo tempo se arqueando, implorando silenciosamente por mais.
— De quatro pra mim, anjo... — rosnei com a voz rouca, cravada de desejo.
Bianca obedeceu sem hesitar, ficando de joelhos e apoiando os cotovelos no colchão. A bunda dela empinada, perfeita, se oferecia pra mim como a tentação mais fodida do inferno.
Me ajoelhei atrás dela, passando a palma da mão pelo caminho da coluna até a bunda redonda e firme.
Espalmei a bunda dela, abrindo as bandas pra ver a boceta pequena, vermelha e inchada, ainda latejando da gozada anterior.
Porra... que visão.
A cabeça do meu pau latejou. Passei a glande na entrada melada dela, só para sujar ainda mais o local com a mistura da nossa porra.
— Olha só pra essa bocetinha, Bianca... — murmurei, minha voz grave de tesão. — Meu maldito paraíso.
Segurei a cintura dela com uma das mãos, firme, possessivo, e me posicionei de novo.
Sem aviso, empurrei meu pau pra dentro dela com brutalidade, fazendo minha esposa gritar alto, a voz se perdendo no quarto.
— Isso... grita pra mim, meu anjo... — rosnei puxando a cintura dela contra mim.
Comecei a socar dentro dela sem misericórdia.
Estocadas profundas, brutas, fazendo o corpo dela balançar a cada entrada minha. O som da pele batendo, da boceta molhada sendo fodida com força, era música pros meus ouvidos.
Ela arqueava a coluna, empinava ainda mais a bunda pra mim, gemendo, suplicando por mais.
— Putinha gulosa... olha só como você engole meu pau... — falei entre os dentes, socando mais fundo, mais rápido.
Segurei seus quadris com as duas mãos agora, puxando ela contra cada estocada minha, como se quisesse cravar meu pau até o fundo da alma dela.
Bianca gemia alto, misturando o meu nome com palavras desconexas. O cheiro dela, o calor, a sensação da bocetinha sugando cada centímetro de mim me deixava à beira da loucura.
Não satisfeito, inclinei meu corpo sobre o dela, levando uma mão à frente pra puxar seus cabelos brancos, obrigando-a a erguer a cabeça.
— Essa boceta é minha, entendeu, meu anjo? — rosnei no ouvido dela. — Sempre foi minha.
— T-tua... — ela gemeu, rebolando contra mim, pedindo mais.
Porra, aquilo me fez perder o último resquício de sanidade. Cravei os dentes no ombro dela, mordendo forte enquanto socava com toda a brutalidade acumulada dos últimos dias, semanas, da porra de três anos esperando por ela.
Bianca se desfazia debaixo de mim. Eu sentia, sabia.
A boceta dela começou a tremer, a sugar com força, tentando me prender lá dentro. Senti o corpo dela endurecer e então...
Porra!
Ela gozou de novo, esguichando forte, molhando meu pau, minhas coxas, o colchão. Um gemido rasgado saiu da garganta dela, alto, desesperado.
— Dio, Bianca... — grunhi, enterrando ainda mais fundo.
Ela mal teve tempo de respirar e eu continuei, implacável, batendo contra ela com estocadas violentas. Minha esposa... minha pequena ninfeta, minha porra de obsessão.
Agarrei sua garganta levemente por trás, sentindo sua pulsação disparada sob meus dedos enquanto a fodia selvagemente.
O barulho de nossos corpos se chocando ecoava, misturado aos gemidos, à respiração entrecortada dela, ao estalar das estocadas que soavam como tapas.
— Goza pra mim de novo, meu anjo... — ordenei com a voz rouca.
Senti o corpo dela todo vibrar debaixo de mim, e então ela explodiu em outro orgasmo, gritando meu nome como se fosse uma oração suja.
Eu não aguentei mais.
Segurei sua cintura com força, cravei os dentes na curva de seu pescoço e dei as estocadas finais, brutais, possessivas, derramando tudo dentro dela.
Porra... Nunca tinha gozado assim na vida. Dentro dela... tão fundo que parecia que nossos corpos tinham se tornado um só.
Fiquei ali, enterrado nela, meu corpo colado ao dela, sentindo o coração dela batendo acelerado contra o colchão. Minhas mãos acariciaram a pele suada e quente da minha esposa, deslizando pela cintura dela com uma ternura brutal.
Minha mulher. Minha porra de vida.
Beijei a curva da coluna dela, sem sair de dentro, sentindo o calor e o cheiro dela me embriagarem.
— Sei que fui bruto... — murmurei contra a pele dela. — Mas você é minha...
— Eu amo você.
Fiquei ali, abraçando ela de quatro, como um animal que marca o que é dele.
E ela... Minha pequena esposa, se entregava a mim até a última gota.
