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capítulo 5

Queria passar um tempo as sós com aquele Deus grego que está entrando nós meus sonhos mais travessos.

Acordei mais cedo possível quer dizer quase não dormir essa noite, estava ansiosa para ir a vila com ele. Tomo um banho e passo meu hidratante por todo o corpo, visto um vestido soltinho e calço uma bota que vai até meus joelhos, prefiro não passar perfume por que fica muito enjoativo dentro do carro. Desci e meus tios já estavam tomando café da manhã com o meu primo, comi só uma fruta e logo meu tio avisou que o Conrado já estava chegando, esperei sentada a mesa com eles. A Paula chegou para tirar a mesa do café da manhã e senti os olhos dela em mim, por uma fracção de segundo senti ela me olhar com muita raiva, e digamos que ela tem que ficar mesmo, não sou o tipo que gosta do Homem alheio, mais senti que eles não tem um relacionamento muito fixo, então por que não tentar a sorte?

—Bom dia. Ele diz atrás de mim, meus tios o comprimento então me levanto

Viro devagar e por um momento aquela postura dele de Durão vacila e seus olhos passeiam por todo meu corpo, senti minhas pernas falhar pela primeira vez

—Vamos senhorita Cooper, está um pouco nublado, e as estradas fica muito ruim quando chove. Ele diz já indo para a porta

—Pérola leve um casaco pode chover, sabe que fica resfriada fácil. Minha tia diz

—Iremos voltar antes disso tia. Digo e vou para fora, realmente está nublado, mais voltaremos antes por que o Conrado disse que a estrada fica muito ruim então ele vai se apressar.

Entrei no carro e ele nem se quer me olhou, durante o caminho procurei algo para puxar assunto mais nada me veio a mente, me senti perdida ao seu lado, não sabia nada sobre ele a não ser a mãe que morreu ou que largou a faculdade... isso será um bom começo.

—Minha tia comentou que você fazia faculdade. Digo e ele enfim me olha de relance

—Sim, mais tranquei. Fico novamente sem ter o que falar

Se passa alguns segundos até eu resolver puxar assunto novamente

—E você estava cursando o que? Pergunto e dessa vez ele não me olha

—Estava fazendo odontologia. Diz por fim e então resolvo não fazer mais perguntas o restante do caminho fomos calados não sabia o que falar, ele por o visto não queria conversar comigo então o silencio é a melhor conversa que nos dois poderíamos ter por hora.

ele estaciona o carro então olhou para mim 

—Vou comprar os matérias ali ao lado, a senhorita pode ir ate o mercado do senhor Diego ali ao lado, daqui a pouco nos encontramos aqui pode ser. Faço que sim com a cabeça

Então ele sai do carro me deixando ali sentindo seu cheiro amadeirado, olho ele caminhar com aquele porte atlético e forte, não pude deixar de sentir algo entre as pernas, por incrível que pareca eu ainda sou virgem, não que eu não tive oportunidade, mais nunca achei alguém para eu querer chegar a tal ponto, eu pegava alguns rapazes da faculdade mais nenhum me fez ter tal vontade de entregar minha virgindade para um deles.

Sai do carro e fui para o mercadinho na esquina, logico que eu não queria nada , mais tive de comprar alguma coisa para a mentirar não ficar tao estampada na cara. Estava prestes a sair do mercadinho quando um trovão muito forte ecoou por toda a vila imagino eu. As gotas de chuva começaram a fazer barulho ao tocar na telha, não sabia se o Conrado já estava no carro então não tinha como eu ir ou me molharia toda, esperei por alguns minutos e a chuva só aumentava mais.  

—Sente-se senhorita, com essa chuva não tem como ir a lugar algum, as estradas ficam interditadas, os rios se enchem de água e algumas arvores cai por o caminho, então acho que talvez você não consiga ir embora hoje. Ele diz e entra pra dentro, suponho que seja a casa dele ao fundo. 

Vejo o Conrado entrar no mercadinho, o mesmo esta ensopado, ele olha para mim e por um momento seus olhos vai para a pequena sacola que esta em minhas mãos, ele achou que eu não compraria nada. 

—Você esta bem? sua pergunta soa preocupado 

—Sim, só me assustei como trovão mais estou bem, obrigada. Digo e ele me olha, não consigo me desfazer do seu olhar, meus olhos estavam fixos nos seus.

—Liguei para alguns fazendeiros próximo a fazenda, eles disseram que esta tudo tranquilo e que podemos ir. faço que sim com a cabeça então saímos do mercadinho, nos corremos ate o carro que por sorte estava perto então entramos, ele ligou o carro e seguimos para casa, estava distraída, quando ele freou de vez.

—O que ouve? pergunto então olho para afrente, uma arvore esta caída no meio da estrada, bem que aquele senhor falou que poderia acontecer, pelo jeito isso não é novidade aqui na região.

—Droga, essa arvore só vai ser tirada amanha ou depois. Ele diz batendo no volante 

—Temos que voltar e procurar um lugar para dormir, ainda esta chovendo muito. Digo e ele não responde nada, ficamos um tempo em silencio ate ele por o carro para funcionar e dar ré, voltamos pra cidade e ele nem se quem olhava para mim, como se eu fosse culpada de alguma coisa, eu estava me sentindo muito incomodada com aquela situação ate que resolvi falar

—Eu posso saber qual seu problema comigo, você mal mente fala comigo, e agora estou me sentindo culpada por a porcaria da arvore ter caído na droga da estrada. solto tudo de uma vez e ele me olha, por alguns segundos ficamos assim sem falara nada apenas nos olhando, talvez ele estivesse procurado as palavras certas para me dizer ou então não tivesse as palavras na cabeça. 

—Não tenho nada contra você. Diz virando os olhos para a estrada 

—Há, por favor eu não sou cega muito menos louca, então me fala logo o que tem contra mim. Falo alto e o mesmo parece me olhar com raiva, fico um pouco apreensiva 

—Você quer mesmo saber? faço que sim com a cabeça então ele sorrir sem humor —Pois bem senhorita Cooper, pra começar você é uma pessoa muito arrogante e esnobe, por causa de qualquer milhões na conta não quer dizer que a pessoa tem que tratar as pessoas com desprezo, ou com inferioridade, por mais humilde que a pessoa seja, por mais fraco de condição, isso é umas das coisas que me faz ter certeza que eu não queria fazer faculdade, entre meio as pessoas soberbas e pra mim inferiores por se achar melhor do que os outros, isso não é um ponto forte que possa ser destacado em uma pessoa, e sim um ponto fraco. se era isso que queria saber então já sabe. Fico sem saber o que falar então prefiro permanecer calada, se é isso que ele acha de mim, se é essa imagem que ele tem de mim então pronto. Ele também não falou mais nada, virei meu rosto e encostei a cabeça da janela, não percebi que uma lagrima escorria dos meus olhos, quando ela tocou meu queixo tratei de secar ela rapidamente. chegamos novamente a vila ele estacionou em uma casa onde tinha escrito pousada da tia Joana.

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