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Capitulo 5 Matteo

Matteo

Contra vontade sigo para empresa, pelo fato que ainda paga minhas contas, tomara que a Ellen nem apareça por lá, porque minha paciência com ela estar no limite.

Antes de chegar à empresa. Sr. Henrique me pede para busca alguns documentos que são muito importantes para apresentar na reunião de hoje.

Sigo para o endereço que ele me passou, assim que chego à recepção, a moça pede que eu espere, pois, irá buscar o documento.

Fico esperando enquanto isso fico distraído mexendo no celular... quando escuto uma voz familiar... Quando olho em direção da voz paraliso aquele olhar marcante, mas não parece a mesma, estar mais magra, com um olhar triste e abatida, não tenho coragem de ir até lá falar com ela, e tirar satisfações apenas acompanho com olhar ela indo em direção ao elevador assim que ela entra que vira, nossos olhos se encontram, não falamos nada apenas fico hipnotizado um ao outro, sou desperto pela recepcionista me chamando...

— Sr. Matteo aqui estar a documentações desculpa a demora. _ela fala toda educada, eu apenas aceno e volto para meu carro, com aquele olhar martelando em minha mente! Por que não consegui falar com ela para tirar toda a história a limpo? Será que ela estar trabalhando aqui? O porquê estava com aquelas roupas estranhas? Muitas perguntas em minha mente, mas nenhuma resposta eu deveria ter a seguido para falar com ela... é melhor não!

Segui para empresa com minha cabeça fervilhando, tento esquecer ela, já deve ter casado com aquele babaca do Alex.

Chego a minha sala, deixo minhas coisas, pegou a documentos e sigo para sala do Sr. Henrique, antes de entra ouço a voz da Ellen chorando no telefone deve estar no viva voz, pois do corredor dá para ouvir em detalhes, dizendo que o namoro não estar dando nada certo, e que teria que ajuda lá a me conquista, e o pior que ele ainda concorda com a louca, meu celular começa a tocar e meu pai, me afasto da porta para atender...

— Pai, aconteceu algo?

— Não, filho! Só estou ligando para chamar você para irmos para nossa casa de praia, nesse final de semana e topa? Com toda família? _Ele fala todo empolgado.

— Poxa! Pai, vou ter que passar esse final de semana em família, estou cheio de trabalho, vamos deixar para próxima! _tento me livrar, pois, sei que não vai dar muito certo.

— Matteo, você não entendeu eu quero você neste final de semana na nossa casa de praia! Espero que você não me desaponte. _ ele agora fala com um tom de voz que usava para me repreender quando fazia alguma merda.

Ele nem deixa responder e desliga, porra tenho certeza de que os deixei preocupado ontem, com atitude da Ellen, agora mais essa! Como vou fazer para me livrar dessa louca?

Volto para sala do meu chefe, entrego os documentos ele me fala da reunião na hora do almoço, e deseja que eu esteja presente, afirmo que irei, e sigo para minha sala e começo me afunda no trabalho para ver se alivia esse meu estresse...

Sigo meu dia como automático, vou à reunião na hora do almoço, tento focar no assunto, mas minha cabeça volta ao passado...

Informo ao Sr. Henrique que preciso enviar alguns e-mails, assim ele me dispensa, mas não consigo focar no trabalho apenas vem as lembranças: A Eloisa me dizendo que eu nunca amei, que não presto que só igual a todos outros, um erro ter começado a namorar comigo e ir além e ter entregado o seu coração a quem não merecia! Mas para mim eu não entendia nada, mais quando fui tirar satisfação, Alex estava lá se fazendo de bom amigo, já lhe alertou que ele não prestava, ele estava a fim dela, mas ela não acreditou e ainda disse que eu estava com ciúmes daquele bosta, e foi assim que destruiu o único sentimento que sentia por ela o amor, por várias vezes tentei conversa, mas sem sucesso até que um amigo me falou que ela estava namorando o Alex e eu sofri, não tinha vergonha de mostrar meu sentimento por ela, minha mãe sempre falava que nós iria se casar e até eu mesmo cheguei acreditar, mas só bastou o babaca atravessar nosso caminho para desfazer esse desejo…

Sou desperto com o telefone da minha mesa tocando, atendo e secretaria do Sr. Henrique avisando que ele quer falar comigo.

Sigo até a sua sala assim que entro, Ellen está lá como não adivinhei.

— Sim, Sr. Henrique.

— Gostaria de ter uma conversa séria com você, acredito que já deixei você a vontade de mais! _Fala com seu tom sério.

— Pode falar estou ouvindo…_sei que tem o dedo da Ellen, e da conversa que ouvir, mas vamos ver até onde ele vai com essa louca.

— Sei que você ainda é novo, e estar trabalhando comigo já algum tempo, então não vejo ninguém melhor do que você, para me substituir um dia aqui na empresa, já que não tive um filho homem, sei o quanto do seu esforço quanto faz seu trabalho direito, o quanto você veste a camisa da empresa...

— Sim, e o que preciso fazer para estar no cargo? _Pergunto, mas já sabendo a resposta.

— Para você assumir a presidência, terá que se casar com minha filha quanto antes, assim você assume e tem o papel importante na empresa e na minha família. _Não disse ter o dedo dessa louca, mas essa eu não vou aceita mesmo.

— Sr. Henrique, me sinto honrado com seu pedido, mas creio que não vou poder exercer essas funções que o senhor deseja.

— Como Matteo? Pensei poderia confiar em você?

— Confiar em mim, pode sempre, mas não vou subir um cargo e ainda carrega sua filha, sei ser puro capricho da Ellen, que pediu ao senhor! Quero crescer na empresa por mérito e não por vantagem, me desculpe mais eu não aceito. E aproveitando que estamos todos reunidos vou deixar claro que eu não sinto nada por sua filha, que por mim, acabou tudo o que sei lá o que nós temos, peço desculpas se decepcionei o senhor, mas não consigo, mas levar adiante essa situação! _ Sinto ter tirado um peso enorme dos meus ombros.

— Você não pode falar com meu pai assim, e muito menos acabar comigo Matteo ficou louco? _Ellen grita jurando que vou ceder aos seus caprichos.

— Eu posso, e vou, e por mim já chegar, se o senhor quiser me demite pode ficar à vontade, mas essa proposta eu não aceito eu tenho meu valor meu caráter. _ não o deixo responder...

Saio da sala com muita raiva, como ele pode pensar dessa forma, depois de tanto me dedicar a essa empresa, eu não sou um objeto para tampar buraco ou fazer as vontades dessa louca mimada...

Sinto-me até aliviado por me livrar dela... Era o que eu achava.

— Como você ousa terminar comigo Matteo? Você tem outra só pode! _Ela fala histérica invadindo minha sala...

— Eu não tenho outra, e muito menos te devo alguma satisfação, agora por favor, saia da minha sala agora.

— Você estar esquecendo que somos noivos? E que eu sou dona dessa empresa? Mas como sou uma noiva ótima, vou te dizer que nós não terminamos ou você quer que eu faça uma visitinha a minha sogra querida, e conte como o filho dela realmente é?

Nessa hora eu perco a paciência e seguro em seus braços forte…

— Preste bem atenção, eu não gosto de você, o que tivemos foi só uma porra de um sexo casual, e outra você vai falar o quê? Que eu tirei sua virgindade que nunca existiu? Ou falar que te bati ou violentei? Ou vai inventar o monte de merda porque se for fique à vontade, mas desde que você suma da minha frente, já não suporto nem sua voz! Eu só saio dessa empresa quando seu pai me demitir estou me lixando se você é dona dela eu cansei de ser seu brinquedinho!

A solto e ela começa a chorar, pestanejar que isso não vai ficar assim, acabo perdendo a única paciência que ainda me restava, pego minha coisa e vou embora ver se ainda consigo ter um pouco de paz, o que eu fiz para merecer esse dia! Mas saio mais tranquilo com os ombros mais, leve, devido ter me livrado desse encosto chamado Ellen.

Mandou uma mensagem para Sr. Henrique que precisei sair, mas ele apenas responde com Ok, quando ver isso nem ele atura a filha que tem.

Acabo parando na praia tiro o meu palito e vou em direção a um quiosque peço uma água de coco e fico admirando aquele mar, e tentando relaxar fico ali me perco em lembranças, fazia tempo que não pensava nela, como deve estar a vida dela? Será que teríamos uma vida juntos felizes? O que a levou acabar com nosso namoro, queria que ela fosse clara?

Fico em meio a turbilhão de pensamento meu celular toca, vejo o nome da minha irmã na tela...

— Oi! Bia, que devo a honra dessa ligação? _sou direto, porque ela só sabe mandar mensagens, para mim.

— Dia difícil príncipe? _fico confuso como que ela acabou de falar. Não me canso de ouvir elas me chamando príncipe e como se tivesse me resgatando um pouco a cada pronúncia que elas fazem.

— Só um pouco… _Suspiro sinto um braço me envolvendo, é ela......

— Fazia tempo que não sentia um abraço assim! _Falo, pois é verdade estava precisando desse carinho, ela não fala nada apenas ficamos abraçados até o ciumento do cunhado aparecer...

—Tá! bom, chegar de seção de abraços, também quer o meu Príncipe? _ Ele fala com tom de deboche, e vem para o meu lado, mas empurro a Bia em direção a ele, ficamos ali rindo com as besteiras do meu cunhado, os conheço desde pequenos, então somo mais que cunhados e posso dizer amigos, sempre que preciso sempre desabafo com eles e meu pai.

Fico ali mais um pouco jogando conversa fora, eles tentam me convencer a ir para a casa deles que é aqui perto, mas decido ir para minha casa. Preciso desse momento para me encontrar e me preparar caso não tenha, mas emprego, já que não aceitei a proposta do meu chefe.Tenho certeza de que Bia vai contar para minha mãe, sobre estar sozinho e perdido em pensamentos e isso vai relatar uma reunião de família. Quer apostar?

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