Capitulo 2
Na manhã seguinte acordou cedo tomou um banho e saiu para resolver toda a papelada ainda naquela manhã,com exames em mãos e seus documentos pronto levou ao restaurante onde a gerente asiatica com um Portugues invejavel apenas com um leve sotaque a recebeu perguntando se teria disponibilidade para iniciar ainda aquela noite das 19 horas as 23.30,com o uniforme tradiconal em mãos experimentei para ver se o M ficaria bom e realmente ficou, afinal nunca tinha sido magra,era cheinha ate mas,lutava contra o peso mas enfim era
genetica os quadris largos e o restante avantajado,saiu dali naquela manhã pronta para iniciar seu trabalho aquela noite.
No exato horario foi apresentada a sua equipe, ela e mas quatro pessoas,manteriam a organização dos utensilios de cozinha limpos e o local organizado,o primeiro dia foi como em qualquer outro meio ramo, conheceu o ambiente,foram lhe passadas algumas coisas e assim foi aquele dia,como ainda não estavam em plena temporada o movimento estava normal,os dias mas agitados eram seus finais de semanas,com muito fluxo de pessoas,seu oficio mantinha sua mente ocupada durante a noite
Pôs semore tinha louças a serem lavadas, quando chegava em casa por volta da meia noite era o tempo de fazer um carinho em bingo,tomar um banho,comer um lanche e cair na cama, normalmente nem mesmo acordava durante a noite,suas pernas moídas por ficar o tempo todo em pé pediam uma boa massagem,pena que não tinha um namorado bonitão que fizesse grátis e tinha preguiça de pagar alguém,sorriu com o pensamento,quanto tempo não beijava alguém?dias,meses,anos,só o que lembrava era o último namorado que tinha antes de viajar e que sempre enchia sua cabeça de chifres por trabalhar de mas e não ter tempo para sair,ele pelo menos fazia sua parte saindo e se divertindo,talvez precisasse sair um pouco,como poderia desencalhar infornada dentro de casa,dizia sua mãe,ou ela por acaso pensava que seu príncipe encantado viria lhe fazer um pedido de casamento montado em um cavalo branco a porta do seu palácio,não seria uma má ideia romântico a moda antiga,talvez se esse homem realmente existisse fosse a salvação do cavalheirismo nós dias atuais,pensou com seus botões.
Era domingo as 22 horas em ponto e o local estava fervilhando,fechava sua primeira semana de trabalho e o lugar parecia a fila do bolsa família na lotérica, completamente cheio quando um dos funcionários veio.
- Ei você! você mesma moça! venha até aqui.- secando as mãos em um guardanapo caminhou até o rapaz.- a garçonete faltou justamente hoje,a gerente pediu para que possa atender até esse final de expediente, você e bonitinha ficará perfeita aqui.- entregou-lhe o uniforme preto com detalhes vermelho nas gola e punhos.- vá trocar-se, não tem segredo.
- Mas eu não sei nem por onde começar!- murmurou louca para voltar para seus pratos.
- será apenas por hoje!apenas cumprimente os ocidentais e os orientais faz uma pequena reverência, você sabe dos filmes,entregue o menu e anote os pedidos, você vai sobreviver a esta noite.- assim se viu de lavadora de pratos a garçonete temporaria,com as pernas tremendo que nem cara verde caminhou com o menu nas mãos com um sorriso que tinha certeza que mas parecia uma careta,o casal que havia acabado de chegar era realmente a personificação dos padrões de beleza,pateta se viu a observar,com certeza o homem mas perfeito de todos os tempos estava diante de seus olhos, não era o padrão brasileiro como estava tão acostumada a ver principalmente nas praias,este era alto,alto de modo que se sentiu como uma anã diante dele, não era magro de mas e nem bombado,tinha músculos no lugar certo e podia através de sua imaginação fértil imagina-lo por baixo daquele terno de corte perfeito que com certeza valhia uma fortuna já que o homem exalava poder e só faltava ter escrito na testa "mina de diamantes",seus cabelos lisos e negros penteados para trás de um jeito tão natural que ao seu sumples passar de mão causaria inveja aos outros homens,nunca havia visto com aqueles olhos que a terra um dia há de comer,um homem asiático tão bonito,bonito seria pouco,era um deus enviado lá dos cafundós para tirar a paz das pobres mulheres na terra,foi tirada do seu momento de adoração quando a loira com cara de Maria-gazolina perfeita de mas para ser natural,segura nos braços do deus asiático e a encarou dizendo atravez do olhar.-sai fora pobretona,esse aqui já é meu.com um boa noite para a siliconada e uma reverência desajeitada para o príncipe encantado ela perguntou o que gostariam e logo voltou com o menu lhes entregou e aguardou a escolha, com o bloquinho em mãos anotou o pedido da loira que fazia biquinho a todo momento para o homem a sua frente,estava quase que implorando para que escrevessem pra ela o nome do tal prato,com dificuldade anotou mesmo assim repetiu o processo com o deus do pecado,quase infartando quando ele lhe dirigiu a palavra em um português quase perfeito a não ser pelo leve sotaque que para seus ouvidos era apenas um dos seus incontáveis charmes,quase voando levou o pedido e se pôs a atender as mesas seguintes,sempre de canto de olho dava uma conferida se o bonitão ainda estava lá,em uma conversa digna do comércial da Friboi a loira tentava manter sua atenção,sorriu com a comparação,voltando ao planeta terra mas sem deixar de dar uma olhadinha de vez em quando ao paraíso, após a bebida e os pratos serem servidos trabalhei o restante da noite anotando os pedidos, ajudando o cliente a decidir os pratos, organizando as mesas, e utensílios,quase me lamentei quando voltei da cozinha e o vi saindo na companhia da mulher,com certeza terminariam a noite em um outro lugar,imaginou com dó, diferente dela que estaria sozinha tendo apenas bingo como companhia e os grilos na mata lá fora,esse talvez fosse o sinal que precisava para decidir arranjar um namorado,já estava paranóica a ponto de sentir atração por clientes bonitões que pareciam no seu local de trabalho, não poderia se culpar,afinal que mulher em seu juízo perfeito não babaria por tamanha perfeição,assim depois do expediente se foi para o lar doce lar,na sua rotina pacata de sempre, assim se passou a semana,voltou a sua função e nunca mas o viu,como veria se ficava na cozinha,sorriu realmente estava ficando louca,naquela noite quando voltada para casa seus olhos não poderiam deixar de reconhece-los encostado em seu carro preto que não pude deixar de notar o cavalinho da Ferrari ali, realmente o cara era podre de rico,e estava um tanto se arriscando ao andar por aí em seu carro pura ostentação enquanto observava o mar perdido em pensamentos,passou por ali e foi direto para casa,essa noite estava tão cansada que apenas tomou o banho, apagou as luzes e caiu em profundo sono se esquecendo de jantar.
