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Capítulo 1

"Olá, Jike." Todos disseram as palavras em uníssono, com a mesma voz baixa, enquanto me olhavam com o mesmo olhar apático. Nós só moramos aqui parte do tempo, não é?

Olho em volta para o círculo de indivíduos medíocres que me cercam e, basicamente, só quero sair daqui agora mesmo. São todos patéticos.

"Jike é o membro mais novo do nosso grupo esta noite..." E é aí que eu me desligo completamente, porque esse cara, com aquele corte de cabelo horrível, não sabe absolutamente nada sobre mim. Cada palavra que sai da boca monótona dele cai em meus ouvidos surdos.

Soltei um longo suspiro enquanto observava o círculo de decepções ao meu redor. Foi então que meus olhos se fixaram em uma decepção em particular, mais precisamente, em uma garota. Uma garota de cabelos negros como azeviche que apertava as coxas constantemente na minha frente.

Que diabos é isso?

Olho para os seus olhos redondos e safira. Bem, acho que são safira. Não me importo com a cor, porque o jeito que ela morde o lábio me diz que ela quer meu pau. Sim. O jeito que ela mordisca aquele lábio inferior carnudo, sem dúvida coberto por um rosa que me faz gozar, grita para mim: "Me fode!"

Não consigo evitar um sorriso sarcástico enquanto a encaro. Consigo ver seu corpo tremer na cadeira só de olhar para ela. Provavelmente está encharcada.

Oh, querida. Se você já está assim só com esse olhar, nem imagina o que o resto de mim poderia fazer com você.

Depois de alguns minutos a fazendo se contorcer sob meu olhar, chega a vez dela falar. Ela murmura nervosamente sobre o problema que a trouxe até aqui, mas não ouço uma palavra. Bem, consigo captar alguns detalhes importantes. Primeiro, o nome dela é Tabitha. Espera, deixa pra lá. Primeiro, ela é uma ex-viciada em sexo. Segundo, o nome dela é Tabitha.

A única maneira, se é que vou me lembrar, do nome dela é se eu pensar nela como Tabitha com maquiagem demais. Honestamente, nem vai importar, porque daqui a uns quarenta e cinco minutos, quando eu olhar para o relógio na parede, aqueles lábios rosados e carnudos vão estar em volta do meu pênis até eu gozar.

Eles continuam compartilhando suas histórias enquanto caminham em círculos. Compartilham suas histórias patéticas. Sobre suas vidas patéticas. Todo o suposto horror que os levou a esse ponto patético.

Aparentemente, sou a única aqui que não quer compartilhar toda a minha maldita história de vida. Passo a mão pelos cabelos com impaciência. Se não fosse uma ordem judicial, eu não estaria aqui. Jamais teria vindo a um lugar como este. Odeio lugares assim. Um lugar para conversar sobre seu vício desenfreado. Bem, no meu caso, vícios. Sim, vícios. No plural. Isso é proibido para mim.

Neste momento, eu preferiria me afogar em uma garrafa de uísque enquanto...

Caramba, qual é o nome dele?

Enfim, seja lá o que for, vai me deixar inconsciente. Ok, vamos ver, vai acabar em uns cinco minutos. Levanto o olhar para encontrar o dela. Ela está me olhando exatamente como eu imaginei. Sorrio para ela de novo, com um ar de superioridade, porque ela está salivando enquanto minha língua desliza lentamente entre meus lábios da maneira mais sedutora que consigo imaginar. A ação a faz se contorcer da cabeça aos pés.

Essa garota vai hiperventilar quando vir meu pau.

Depois do que parece uma eternidade, a reunião termina. Todos se levantam lentamente e se espreguiçam. Algumas pessoas ficam para conversar, mas eu só quero sair deste porão úmido e molhado agora mesmo. Dou uma olhada para... droga, qual é o nome dela? Maquiagem demais... Tabitha. Isso mesmo, Tabitha.

Ele me encara com aqueles olhos grandes e despreocupados. Inclino a cabeça em direção às escadas antes de subir. Não preciso olhar para ver se ele está me seguindo, porque sei perfeitamente que ele está logo atrás de mim.

Assim que cheguei lá em cima, olhei em volta. Onde diabos ficava o banheiro? "É por aqui", disse ela com sua voz sensual, aproximando-se de mim. Ela agarrou minha mão e praticamente me arrastou pelo corredor.

Assim que chegamos, ela irrompe pela porta e acende a luz do banheiro imundo, de tamanho médio. Detesto o cheiro de banheiros de igreja. Me viro, tranco a porta e, quando me viro novamente, Tabitha está de joelhos na minha frente.

"Você parece um assassino num saco", ela murmurou para si mesma enquanto começava a desabotoar meu cinto às pressas. Eu queria que não fosse algum tipo de feitiço vodu em forma de pênis, mas a essa altura, eu não ligava.

"Assassino na bolsa?" Não consigo conter o riso ao repetir suas palavras. "Você tem razão, porque eu sou." Rosno enquanto tiro meu pau duro como pedra da calça.

"Caramba!" ele exclama, e a ironia não me escapa, pois não há nada de particularmente sagrado no que está prestes a acontecer agora. "Jesus, você é tão incrível, Jike." Ele me olha com desejo, com seus olhos fortemente delineados.

Será que impressionei aquela viciada em sexo com o meu tamanho? Obrigada por inflar meu ego, querida. Não precisava mesmo. Meu ego já é enorme.

Ergo uma sobrancelha. - Vai ficar aí olhando para ele ou vai deixar eu foder essa sua boquinha linda? - Essa boquinha linda coberta com essa cor perfeita.

Seus olhos escurecem instantaneamente, como se eu lhe tivesse confiado uma tarefa que ela sempre desejou. Ela abre bem a boca e praticamente me devora como um aspirador de pó. Envolvo minhas mãos em sua peruca preta e inclino sua cabeça em minha direção. Estou quase a sufocando, mas ela parece não se importar. Não, ela obedece de bom grado, relaxando cada músculo da garganta e me recebendo por completo, como a profissional que sem dúvida é.

"Porra!" exclamo enquanto ela cospe na ponta do meu pau pulsante, me devorando novamente. Ela move a cabeça para cima e para baixo sobre mim, deslizando a mão no ritmo da boca.

Adoro essa cena. Sempre foi uma das minhas favoritas. Ver uma mulher me masturbando com a boca como se a vida dela dependesse disso. Simplesmente perfeito.
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