
Resumo
Descrição História de Dylan Dylan,Era um rapazinho que vivia no mundo de fantasias. Todas as noites sonhavam com todas as histórias, contadas pela sua mãe Todas as ela contava histórias diferentes para os irmãos deles mais ele adorava escutar. Mas tinha umas que ele se identificava e achava o máximo mas cada uma ele criava um contexto uma aventura diferente, da verdadeira história.
1•. Dês do Início
***História de Dylan ***


Dylan era um rapazinho muito feliz, dificilmente ficava triste.
O mundo para ele era fantástico.cheio de magia, fantasia, fábulas!curtia muito a sua casa, A mãe Helena linda de cabelos lisos caramelizados, grande ao ponto de fazer rudias na cabeça e muito misteriosa.
E o seu pai Elói, um homem calado muito misterioso sábio.
Eram seus 3 irmãos, Eduard, Mônica, Perla.
Família muita unida, porém!
Às vezes pareciam esconder algum segredo…
Desde muito pequeno a sua mãe TODAS as noites contavam Histórias.
À noite
E como Sempre era a mais esperada.
Helena contava perfeitamente a história.
E eles se sentir os personagens.
Quando amanhecia era uma, aventura par ele vivia cheios de fantasias.
Sonhava acordado, o seu jardim passou o ser o seu mundo de fantasias.

Na escola, não era muito de muitas amizades. Mas o que ele gostava mesmo era ficar em seu canto sossegado.
Porque tinha tempo, para viver as suas aventuras, e sossego. Era como colocar em ordem suas imaginações.
Às vezes, a mãe até orientava.
— Dylan, você anda muito distraído, tem que ficar mais atento, filho.
E ele sempre responde com sorriso de canto de boca feliz.
Ela, às vezes, cochichava;
— e falava
— E tão lindo ver meu filho, tão feliz, sorridente.
Como era quase Tradição, a sua mãe lê uma história a noite
Desde quando Dylan era Gerado, ela contava histórias.
Para ele, passando a mão, acariciando a sua barriga.

Ele era o mais velho, dos filhos.
É se divertia com as histórias e com o modo em que Ela interpretava todas elas.
Ele ficava observando a cada detalhe.
Seu irmãozinho Eduard, ele sempre acompanhava atenciosamente também a cada detalhe das histórias.
Mas também se divertia, como se comportava o seu irmão.
Quando mamãe lia história?
Dylan tinha sete anos e meios quando sua mãe contou a história, de Pinóquio.
(Pinóquio era um boneco de madeira, Pinóquio ganha vida.)
Alguns dias mais tarde, durante a noite, a Fada Azul foi visitar o boneco de madeira e ao dizer “Pimbinlimpimpim” lhe deu vida.
Pinóquio
Que era agora capaz de falar e andar, agradeceu imensamente a Fada Azul
O solitário Gipeto era um grande carpinteiro.
(O criador de Pinóquio)
Agora teria com quem conversar.
Ao acordar, Gipeto não conseguia acreditar no que acontecia e achou a princípio que estaria a sonhar.
Afinal se convenceu que se tratava mesmo realidade e agradeceu o destino, prometendo que Pinóquio seria seu Filho.
E assim Gipeto passou a tratar Pinóquio: como um filho.
Matriculou-o na escola assim que pode.
O travesso Pinóquio, no entanto, não gostava muito de estudar:
vão-me mandar para a escola e por bem ou por mal terei que estudar;
— E eu, para ser bem sincero com você, não tenho a menor vontade de estudar.
Divirto-me mais correndo atrás das borboletas e subindo nas árvores para apanhar os pássaros nos ninhos.

É na escola o boneco de madeira
E animado interage com crianças e percebe que não é bem um ser humano.
Essa história deu vida a vários fantasias na vida de Dylan
assim como na história de Pinóquio tinha um grilo falante, na vida de Dylan também existia uma borboleta, que ele conversava com ela.
Essa borboleta era linda, era roxa.
Olhos delineados pretos e traços largos!
Amarelo vivo.
Com as antenas bem longas de lá para cá, quando ele ouviu essa história de Pinóquio. Ele passou a seguir essa borboleta, ele sempre conversava com ela, ele dizia escutar ela falando com ele, ela tinha horas marcadas para estar no quintal da casa dele, o qual era enorme.
Sempre sentava nas mais belas flores do jardim.
O seu irmão Edward sempre ficava atento, prestando atenção.
É sempre que a borboleta chegava no jardim voava numa direção só.
Há qual era uma fontezinha instalada no quintal da casa deles.
E sempre que ele chegava naquele local correndo, atrás de Dylan
Ele e a borboleta já havia assumido.
E Edward sempre ficava encucado.
Sem saber para onde o irmão havia ido.
Por outro lado, Dylan e Ellen (foi o nome que ele deu à borboleta,) estavam sentados na beira de um rio enorme, o qual tinha vários peixes de todas as cores e tamanho que também falava…


Era um mundo fantástico, Dylan podia correr, falar com qualquer animal.
Ele criava asas!

Nele, ele sobrevoa sobre aquele rio batendo as asas, sentindo o vento no rosto suave e leve.
Aquele lugar era simplesmente fantástico, mágico.
Era sem Dúvida Uma viagem fantástica dele com Ellen.
Ellen ao passar para o outro lado sempre se transformava, numa linda fada.

Foi nesse paraíso que ele conheceu Orodóqio, uma pequena lasca de madeira.

Ele apelidou nesse nome, devido à história de Pinóquio.
Sempre ao teleportar para este paraíso. Encontro de ordóquio, eles juntos corria até à beira do lago, enorme que havia ali
e se apoiava na água!
E falava para Dylan subir nas costas dele:
E ali a aventura começava mais fantástica. Era como se fosse uma prancha deslizante com o lemos à deriva, o lago era enorme!
Mas existe uma curva que Ordóquio e Dylan nunca havia ido.
Parecia correnteza com redemoinho, a água puxava muito rápido para aquele lado.
Então sempre ordóquio dava a volta, e voltava para Terra firme novamente e molhados corria rolava.
Gargalhadas com todas as forças da alma gostosas, aquele momento era mágico.
Na grama, passado a mão nas plantas.
Deixando as folhas secas caí alguma, secas, pretas no chão, marrom, outra vermelha.
As flores lindas de todas as cores e na lava o perfume.
Ali existiam vários bichos, todos eles falavam de um deles.
Era senhor Coelho, também fazia parte dali.
Sempre pedia para brincar de esconda com eles.
Claro, ele gostava porque quanto mais aventura, mais era melhor.
Aquilo ali tudo era fantástico, todos os animais podiam correr, brincar com Dylan como se fossem humanos.
Mas, do outro lado da Realidade.
Estava Edward, o seu irmão ficava ali buscando saber para onde o irmão sumiu.
De repente, Dylan sempre saía de trás das flores, com um sorriso de dar inveja, e Edward sempre questionava!
— Onde você estava, meu irmão?
E ele respondia.
— No paraíso! Edward ficava curioso.
— Por que você não me leva, lá?
— Vamos, me leva! Hum…
Vai me levar?
— Não, não, não.
— Deixa eu ir com você, deixa maninho, deixa mais.
E ele respondia sorrindo.
— Tá bom, um dia vou te levar!
E ele voltava para a realidade, ia auxiliar nos afazeres de casa, quando terminava, procurava fazer as tarefas da escola.
Porque mais tarde tinha uma nova história, para ouvir sua mãe Helena.
Elena sempre teve cuidado de ver se eles sempre haviam machucado durante o dia.
Preparar a janta e, antes de todos jantarem, colocar todos para tomar banho.
Dylan ajudava Edward, e Helena ajudava Mônica e Perla.
Helena ainda penteava o cabelo de todos os quatro, mesmo Dylan, o mais velho, estando um rapazote.
Quando chegou a vez dele, ela achou uma lasquinha de madeira, no cabelo dele, ela ficou curiosa (e questionou).
— Onde você estava, filho? Ele, com voz de dengo, respondia.
— Estava por aí, mamãe, brincando, estava mais o ordóquio, ele é um amiguinho meu.
Ela não questionou porque pensava que esse amiguinho era humano.
Terminou a função dela ali.
Naquele exato momento. Ela tomou o seu banho após o banho tomado.
Foi para dentro do seu quarto e, de fora, ele escutava ela conversando, mas não sabia com quem.
Mas também ficaram calados, só observando, não disseram nada.
Chegou o momento de uma nova história, eles ficavam ansiosos, porque cada vez era uma história, nova e diferente uma da outra., Dylan como sempre, pegava o seu travesseiro.
Caçava um lugar na casa que fosse confortável, ventoso, forrava o chão e deitava sobre o travesseiro e ali começava uma nova aventura.
Edward se concentrava em cada página folheada e na expressão do seu irmão. Mônica e Pérola ficavam ansiosamente para ouvir, muita das vezes Mônica ficava até o meio da história e dormia, mas Pérola ficava até o final da história.
Mas, Dylan tinha um comportamento diferente.
De cada história! Não existia criança igual a Ele.
