ESTAVA AMANDO AQUELE OLHAR SEDUTOR E ESSE CHEIRO TÃO ÚNICO.
_ Com certeza não sou nem serei uma garota normal nunca, então achava mais que natural os homens me admirarem só que aquele filho de uma mãe me olhava como se quisesse me ter ali mesmo em cima da mesa, o desgraçado era lindo e me olhava de uma forma que me seduzia, cheguei a ficar toda molhada imaginando ele dentro de mim. Encerramos a reunião, assinamos o contrato e aí cada presente veio me cumprimentar ficando por último ele meu querido avô que não estava nada simpático mesmo depôs de termos conseguido um contrato milionário, vovô chegou primeiro até mim, me deu um beijo no rosto e falou.
_ Lhe espero para jantar as sete, não se atrase teremos convidados. Dessa vez vou deixar passar sua irresponsabilidade Melissa. Mas é sempre bom não abusar da sorte. E sua moto mandei confiscar.
_ Fiquei puta da vida, porra que droga, pior era que estava em público e não podia falar nada. O Levi jamais teria coragem de me entregar o Olavo então fez isso, mas eu vou ensinar uma liçãozinha a ele. A se vou pensei. Sorri educadamente sabendo que não estamos sozinhos e falei que seria um prazer encontrar vovô logo mais. Ele saiu então da sala me deixando ao lado daquele pedaço de tentação. O único que havia ficado na sala. Ele pegando sua pasta totalmente seguro de si sem tirar os olhos um instante sequer de mim, fez a volta na mesa e veio me cumprimentar. Quando chegou perto tocou minha mão estendida em forma de gentileza a ele, nesse momento nossos olhos estavam um no outro e uma corrente energética passeava vindo de meu corpo ao dele, o cara me olhava sem desviar o olhar um segundo sequer parecia que estava tendo um orgasmo ali com um simples toque de mãos, logo pensei que merda é essa, nunca homem nenhum foi capaz de me deixar assim. Aquele momento embora tenha sido segundos parecia uma eternidade, não aguentando mais porque minha vontade era de tirar a roupa ali mesmo e transar com um mero desconhecido tesudo da porra me contive e falei fria e calculista. Muito prazer Melissa Walton ele sorriu me respondendo.
_ O prazer é todo meu, Thomas Ferrer.
_ Puta que pariu então esse era o tal florista Italiano fodão que ninguém suportava. Delicioso e competente. O filho da mãe ainda segurava minha mão, até que falou.
_Adoraria ter lhe ajudado a fechar o fleche do vestido senhorita Melissa mas achei que poderia não conseguir me controlar e lhe roubar um beijo.
_ Lembrei então da bendita cena do elevador, então era você cavalheiro, me perdoe estava um pouco atrasada.
_ Não há de que, na verdade eu que deveria lhe agradecer pela linda visão.
_ Nossos corpos estavam bem próximos um do outro, nossos olhos não deixaram de se olhar um segundo sequer, e estava totalmente excitada com aquele homem me olhando assim embora apenas sua mão me tocasse era como se elas estivessem passeando por meu corpo inteiro. Quando de repente infelizmente fomos enterrompidos por meu querido guarda costas Levi.
_ Olá senhorita Melissa peço mil perdões, mas o senhor seu avô pediu que rebocassem sua moto, assim como o capacete e seus pertences pessoais.
_ Sim Levi, sem problemas, infelizmente já estava ciente dessa informação. Estarei indo para casa de metrô .
_ Mas senhorita estou com seu carro.
_ Vovô quer brigar Levi, então vamos ter uma ótima briga. Entregue as chaves do carro ao Olavo e peça para ele me esperar em casa. Agora agradeço por tudo, se puder me esperar lá embaixo já irei descer.
_ Claro senhorita, irei fazer agora mesmo como me ordenou.
_ Assim que Levi saiu da enorme sala de reuniões olhei para o cavalheiro que ainda mantinha seus olhos famintos em mim e perguntei, então onde estávamos? Ele chegou mais perto e falou baixinho ao meu ouvido.
_ Perdão senhorita Melissa, não puder deixar de ouvir que a sua moto foi confiscada posso te levar em casa?
_ Adoraria meu caro sócio, mas realmente preciso ir de metrô.
_ Tudo bem então. Me daria a honra de acompanhá-la até a recepção tendo em vista que também já está indo embora.
_ Claro Thomas. Vamos.
_ Saímos da sala de reuniões e chamamos o elevador que não demorou muito a chegar, entramos nele nossos olhos não saiam um do outro nem por um segundo sequer, não chamamos nenhum andar simplesmente ficamos nos olhando um desejo ardente nos consumindo, até que ele não aguentou mais e me beijou.
Suas mãos me tocavam loucamente, passeando por meu corpo enquanto uma estava em meus seios a outra ia de minhas pernas a minha bunda.
Estávamos nos consumindo em um desejo ardente e louco. O beijo era de tirar o fôlego, sua língua brincava com a minha. Porra Melissa o que você está fazendo? Eu queria aquele homem ali e agora, juro que minha vontade era de me entregar a ele sem nenhum pudor. Ele puxou a alça de meu vestido deixando meu seio rígido de tanto desejo, um desejo insano por aquele homem, logo ele estava me chupando me fazendo vê estrelas. Agora uma de suas mãos estava em minha nuca enquato que a outra agora estava sobre minha calcinha me tocando. Ele me olhou então e disse.
_ Eu te quero Melissa, você agora é minha, só minha. Por mim te teria agora mesmo.
_ Porém o elevador estava enlouquecidamente apitando. Porra, temos que ir. Ele colocou minha alça novamente ao lugar e apertou o botão fazendo o bendito elevador andar novamente. Quando chegamos a recepção Levi já me esperava. Ele me olhou ao falar apertando minha mão.
_ Foi um prazer a conhecer senhorita Melissa. Espero vê-la em breve.
_ Depositei um beijo educadamente em seu rosto surrudando ao seu ouvido, você nem imagina meu querido Thomas, o prazer foi todo meu.
Assim nos despedimos, seguindo cada um seu destino. Até que eles se cruzassem novamente. Levi estava a minha espera sem acreditar que realmente iríamos de metrô embora.
_ Então senhorita Melissa eu acho que realmente deveríamos de carro.
_ Estou irritada Levi, preciso de diversões, vamos. O metrô estava lotado de gente e sem sombra de dúvidas essa era uma coisa que adorava fazer estar em contato com gente, sentir os cheiros diversos a minha volta, o suor dos corpos, tudo isso me inspirava para novas fragrâncias, falando nisso o cheiro de Thomas não saia de minha cabeça. Estava subindo pelas paredes de vontade de me entregar aquele homem.
