
Resumo
Amore só precisava de um emprego. Mas ao entrar no luxuoso mundo de Dante Romano, seu novo chefe, ela descobre que ele não é apenas rico, frio e irresistível… ele também é um mafioso perigoso. Entre ameaças, desejo proibido e uma atração que nenhum dos dois consegue controlar, Amore se vê presa ao homem que deveria temer. Dante jurou nunca se envolver. Mas quando ela toca a parte mais sombria dele, ele percebe que talvez já seja tarde demais para deixá-la ir.
Capítulo 1
Seus dentes roçam meu maxilar enquanto ele grunhe baixinho. "Implore com mais elegância."
—Por favor, Dante… eu preciso disso. Quero que você me faça correr… por favor. —Minha voz falha, desesperada.
Finalmente, ela solta uma risadinha, um som sombrio e perigoso que envia uma onda de calor pelo meu estômago.
— Boa menina.
Sem aviso prévio, ele deixa minhas pernas escaparem de sua cintura. Mal tenho tempo de respirar antes que suas mãos agarrem minhas coxas, afastando-as enquanto ele se ajoelha à minha frente.
"Abra essas lindas pernas!", ele ordena, num tom que não admite contestação.
Então a boca dele está sobre mim.
Solto um suspiro, minhas mãos voando para seus cabelos enquanto sua língua roça meu clitóris, enviando ondas de prazer por todo o meu corpo. Ele geme contra mim, as vibrações fazendo meus joelhos ameaçarem ceder.
"Ah, caralho... sim", gemi, movendo meus quadris instintivamente.
Suas mãos apertam minhas coxas com mais força, me prensando contra a parede enquanto ele me devora como um homem faminto. Sua língua se move com uma precisão devastadora, alternando entre lambidas lentas e provocantes e investidas rápidas e implacáveis que me deixam tonta.
"Que bagunça!" ele rosna para mim. "Você é gostosa pra caralho."
Meus dedos puxam seus cabelos, meu corpo treme enquanto sinto o orgasmo se aproximando rápida e intensamente.
— Dante, eu vou...
"Ainda não", disse ela, afastando-se o suficiente para soprar ar fresco no meu clitóris pulsante. "Eu te aviso quando permitirem."
—Por favor, estou tão perto... —Eu gemo, movendo meus quadris.
"Você vai esperar." Sua língua entra novamente, e desta vez ele não se contém. O ritmo é brutal, implacável.
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Ela foi contratada para limpar a casa dele, não para partir seu coração.
Dante vive em um mundo de violência, poder e controle.
A palavra "amor" não combina com esse contexto, mas a doçura dela também não.
No entanto, algo em sua rebeldia silenciosa o atrai.
Segredos se acumulam, o perigo espreita e o amor se torna o jogo mais arriscado. AMOR
Eu estava sentada no escritório do meu chefe, suando e nervosa. Minha perna não parava de se mexer, um sinal claro da minha ansiedade. Olhei para o meu celular. Era:
A porta rangeu ao abrir atrás de mim e Enrique entrou, sentando-se em frente a mim.
Ele é meu chefe e eu sou a governanta dele. Bem, tecnicamente, a babá dos filhos dele. Mas eu faço todo tipo de trabalho.
"Você parece nervosa", disse Enrique, tirando-me dos meus pensamentos.
Dei-lhe um sorriso trêmulo.
"Tenho boas e más notícias", disse ele. "Por qual devo começar?"
"Primeiro as más notícias", respondi. "Sempre prefiro as boas notícias por último; isso ameniza o impacto."
—Estou indo embora—, disse Enrique.
"Espera, o quê? Por quê? Quando? Quer dizer... por quê?" gaguejei, tentando entender suas palavras. Enrique era meu chefe desde o ensino médio, quando comecei a trabalhar como babá.
Ele foi o melhor chefe que já tive. Agora ele está saindo, o que provavelmente significa que estou desempregado.
"Relaxe, meu amor. Respire", disse ele.
Respirei fundo. "Por que você está se mudando? E se você se mudar, isso significa que vou perder meu emprego?"
"É pessoal. E não, você não é", respondeu Enrique calmamente.
Franzi a testa. — Não entendo.
—Sim, estou de mudança. Mas a boa notícia é que você vai manter o emprego. Conversei com um velho amigo... ele está procurando uma governanta, digamos assim... E é aí que você entra.
"Então eu vou trabalhar para ele?", perguntei, incerto.
—Sim. Não se preocupe, já negociei tudo. Seu salário permanecerá o mesmo— acrescentou, levantando as mãos em sinal de rendição.
—Ah. —Olhei para o meu colo, tentando esconder minha tristeza.
—Sinto muito que tenha chegado a este ponto, Amore. De verdade. As crianças também estão tristes. Todos nós sentiremos sua falta.
"Quando você vai embora?", perguntei em voz baixa.
"Amanhã", disse ele, quase como se fosse uma pergunta para si mesmo.
"Ah... eu... eu não sei o que dizer." Pisquei rapidamente para conter as lágrimas.
"Eu sei que é repentino. Me desculpe", disse ele.
—Emm… Qual é o nome dela? — perguntei.
"Dante Romano. E aqui está o endereço dele." Ele me entregou um pequeno pedaço de papel. Guardei na mochila e me levantei. "Obrigado por tudo. Posso me despedir das crianças?"
—Claro. Eles estão na sala de jogos — disse ele.
Virei-me para sair. Coloquei a mão na maçaneta e então parei para me virar e olhá-lo uma última vez.
"Enrique? Você foi o melhor chefe de todos os tempos", eu disse.
Ele sorriu calorosamente, e eu retribuí o sorriso antes de ir embora.
—
Abri a porta do meu apartamento, entrei e me joguei no sofá. Alguns minutos depois, ouvi uma batida na porta.
Abri a porta e me deparei com minhas duas melhores amigas, Natasha e Mia, vestidas com vestidos muito sensuais.
Somos melhores amigas desde o ensino médio. Um castigo nos uniu e, desde então, somos inseparáveis.
"E então? Vocês não vão nos deixar entrar?", disse Nat, enquanto Mia me empurrava.
"Desculpe. Entre", eu disse, dando um passo para o lado.
Mia se jogou no sofá enquanto Nat foi direto para a geladeira.
"Por que você está vestida assim?", perguntei, sentando-me no sofá.
"Vamos festejar!" gritou Nat da cozinha, com uma coxa de frango na boca.
"Não estou com vontade", respondi, entediada.
"O que foi?" perguntou Mia, sentando-se ao meu lado.
Suspirei. "O Enrique vai se mudar. Isso significa que vou perder meu emprego. Bem... ele me disse que um velho amigo dele precisa de uma governanta e me recomendou, mas eu não quero um novo chefe. E se ele não for tão legal quanto o Enrique? E se ele for um velho esquisito? E se...?"
"Amore", interrompeu Nat, sentando-se ao meu lado. "Você vai ficar bem. Se Enrique confia nesse cara, ele definitivamente não é ruim."
"Sim", acrescentou Mia. "E se me permite perguntar, onde é o novo emprego?"
—Ah, sim. Enrique me deu um endereço. —Procurei na minha bolsa, que estava no chão, o pedaço de papel que ele havia me dado antes.
Assim que a encontrei, Mia a arrancou da minha mão.
