Cap 5 - Parte 2
Leandro e Amélia
Eu agarro a danada pelos cabelos e a trago para mim, me deliciando com aquela boca sem nenhum pudor
Ela, com aquele jeito toda molecada, dominando a situação, me permite que eu a guie, mas somente até o ponto que ela quer que eu esteja. Eu sei que não gosto de admitir, aliás, grito aos quatro cantos da terra que sou eu que domino a situação, que tenho todas as mulheres que quero na palma da minha mão, mas agora, estou aqui, completamente rendido aos beijos de uma mulher
A Amélia tem um poder tremendo sobre todo o meu ser e ela sabe bem disso
Aquele pijaminha todo transparente, com o tecido fino, não me deixava viajar em grandes ilusões não, eu tocava seu corpo por cima do tecido, mas sentia cada detalhe de sua pele, de tão fino que é composto
O meu desespero me fazia me perder ali, me desesperar, querer a mulher à todo custo, toda ela, ao mesmo tempo, mas ela me parou, queria que eu visse quem estava no comando
Olhou bem no fundo dos meus olhos, retirou minhas mãos do seu corpo e me fez sentar em sua cama
Eu nem me lembro em qual momento aminhamos para o seu quarto, em qual momento decidimos que seria aqui o nosso momento de cruzamento de corpos
Calada, sem dizer uma só palavra, ela me manteve ali, parado, olhando para ela, admirando seu corpo escultural. Eu vi o que ela tentava, vi o que ela queria, o momento pedia para que eu ficasse ali, esperando a sua atitude
Ela passou as suas mãos nos meus cabelos, depois, a ponta de seus dedos na minha boca, fez que ia dar um beijo na minha boca e se afastou novamente. Deu a volta em mim, sentou - se na cama, se arreganhou do jeito que eu gosto e me permitiu que, ali, eu tomasse o meu controle, ou pelo menos achasse que assim seria, então, eu fiz o que achei que devia fazer
Enquanto eu tirava minha roupa a diaba gostosa estava sentada na cama de pernas arreganhadas me dando a visão daquela boceta gostosa dela.
Ela me olha em desafio, eu poderia ouvir ela perguntando “se ainda demoraria mais”.
Leandro - AMELIA, AMELIA, você brinca com fogo.
A safada me olhou, abriu seus lábios vaginais e levou dois dedos para dentro, socando com força e a outra mão apertando seus seios com os dedos em formato de pinça.
Ela ficou ali, se masturbando para mim e eu aqui, tocando uma punheta pra ela, sem desviar nossos olhares.
Seu peito começou a subir e descer com mais rapidez, sua pele cada vez mais vermelha.
Amélia - Vem professor, vem me ensinar dessa arte do sexo que só você sabe me levar!!
Ela tirou os dedos de dentro dela, espalhou sua lubrificação nos seus seios e chupou os dedos, ela me chamou gemendo mais do que falando. Eu quase gozei com essa cena.
Como um felino andando para sua presa, cheguei perto dela exalando tesão, estava difícil controlar tudo o que se passava dentro de mim. A coloquei no meio da cama, subi em cima dela, prendi seus pulsos unidos com uma mão, acima da sua cabeça.
Lambi os meus lábios, olhando aquela cena, aquele corpo gostoso, aquela minha aluna que fodia com a minha cabeça, toda a minha mercê. Abaixei no ouvido dela:
Leandro - Eu vou te foder até lhe partir no meio. Eu vou deixar você três dias sem andar. Eu vou garantir que você nunca mais vá abrir a porta com essa roupa.
Ela arfou procurando meu toque, seu alívio. Seus seios vieram na minha direção, encaixei a cabecinha do pau na sua boceta e iniciei o meu processo de enlouquecê-la. Meu pau não saia do lugar, não deixei entrar mais, ela rebolava a fim de buscar seu alívio, mas eu estava muito puto.
Leandro - Não agora, eu vou te fazer gozar, mas não agora.
Chupei seus seios com força, lhe distribui marcas por todo o corpo. Virei-lhe de bruços ainda com as mãos presas e estapeei aquela bunda redonda arrebitada.
Cada tapa estalado que eu lhe dava, ela gemia me chamando meu nome.
Amélia - Leandro, por favor!!
Leandro - Por favor o que minha gostosa?
Amélia - Me fode!
Leandro - Não, ainda não.
Soltei suas mãos e ela levou para seu clitóris.
Leandro - Eu ainda não deixei. Levante-se, vem aqui e me chupa.
Na hora que ela se mexeu, sua lubrificação escorreu na sua perna, brilhando, acertei lhe um tapa na boceta que ela se tremeu inteira e meus dedos vieram todos lambuzados. Ela se sentou na beirada da cama para me chupar e eu vi quando passou sua língua nos lábios. Me deixando ainda mais com tesão.
Leandro - Sua safada, eu vou gozar na sua boca. As duas mãos em mim. Não quero você se tocando agora.
Os olhos dela brilharam e ela veio na minha direção abocanhando meu pau. Suas pernas roçando uma na outra, seu corpo rebolava na cama enquanto chupava meu pau.
Leandro - Isso Amélia, vai, continua assim... Hum, que delícia de boca quente da porra.
Não sei como ela fazia, mas era um boquete parafuso, um delicioso boquete parafuso. Rodava a cabeça em torno do meu pau e sugava minha glande. Não demorou muito, eu gozei, com ela apertando minhas bolas e me sugando inteiro.
Eu gozei na boca dela, gozei socando fundo na sua garganta sem dar chance para tirar. Meu gozo escorri pelos cantos da sua boca e meu pau pulsava cada vez mais, me sentia a ponto de bala, nem parecia que eu acabava de jorrar gozo na garganta dela.
Meu pau estava duro ainda, foi dolorido até gozar e continuar de pau duro, mas eu precisava foder essa garota. Precisava lhe ensinar uma boa lição.
Leandro - De 4, vamos.
Antes que ela virasse de 4, a peguei pelo braço beijando sua força, essa mulher me faz perder o limite. Beijava com necessidade, com força.
Ela ficou de 4 e eu meti sem dó. Meti com vontade, muita vontade. Saia completamente de dentro dela e voltava com força, repetidas vezes. Empurrando seu corpo para frente e eu puxava de volta pelas ancas que já estavam com as marcas da minha mão de tanta intensidade.
Amélia - Leandro, eu vou gozar.
Leandro - Não vai não, me espera.
Eu a levantei pelo pescoço, a virei para mim e tomei sua boca. Eu sufocava seu pescoço de leve, a beijava, metia forte. Ela apertava seus seios e tocava seu clitóris. Senti sua boceta me ordenhando, era uma delícia. Joguei ela na cama de forma bruta e gozei em toda a sua bunda, fazendo um desenho com meu pai.
Cai de boca naquela boceta que piscava e a deixei gozar.
Leandro - Goza Amélia, me dá tudo o que você tem.
Mal terminei a frase e senti seu gosto com força na minha boca. Suas pernas apertando minha cabeça e seu corpo em uma explosão frenética.
Leandro- Que boceta gostosa que você tem!
Falei deitando-me ao seu lado, dando um tapa no seu clitóris, que a fez gemer. Ela caiu do meu lado, derrotada. Talvez eu tenha pegado pesado com ela hoje.
- Que pau maravilhoso! Foi exatamente como eu queria que fosse
Eu não disse? Só achei mesmo que estava no controle, ela sempre, no meu inconsciente, me guiava para ser do seu jeito
* * *
Com minha respiração ainda ofegante, escutei meu telefone vibrar no bolso da calça e só aí me lembrei que nem isso a minha raiva por ter encontrado a Amélia toda na transparência, me fez preservar, porque joguei aquela peça com tudo no chão quando a única coisa que me importava era me livrar daquele pedaço de pano
E como sempre, o único amigo que gostava de me procurar naquela hora da noite pra choramingar
Leandro - Fala Thierry
Thierry - Eu estou enlouquecendo, não consigo parar de pensar naquele filha da puta, preciso pegar ele, acabar com essa loucura
Leandro - Calma cara, você vai assustar a Cecília
Thierry - E o pior é que ela não está nem u. pouco assustada cara, fica me dizendo que não pode parar a sua vida por conta de um louco que ela sabe que não vai conseguir chegar perto dela novamente, porra, ela confia tanto em mim, mas eu estou com medo, por incrível que pareça, medo de não conseguir proteger a minha mulher, de novo
Leandro - Relaxa cara, você é o delegado fodao, lembra? As coisas não são assim não é você me ligando praticamente de madrugada, querendo respostas para as suas perguntas, não vai adiantar nada. Faz o seguinte, relaxa, dorme um pouco e amanhã a gente conversa
Thierry - Dormir? Como é que você acha que eu vou conseguir dormir com essa porra toda na minha mente?
Leandro - Toma Dramin carai, só estou dizendo que você tem que descansar um pouco, senão não é ao você ué vai enlouquecer não, eu também vou
Não é que não seja importante para mim também, afinal, o Thierry é meu amigo, mas se ele não se acalmar, nada cai se resolver, aliás, aí sim que as coisas começam a acontecer
Depois de uns minutos a mais de conversa, ele se acalmou e eu desliguei o celular, voltando para dar atenção para a Amélia, que já estava prontinha ali, para maia uma foda louca
Ah, como eu gosto desta danada!
