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Cap 1

Obs.: Esta obra é continuação de Meu Delegado Obsessivo, o desfecho do livro um, então meus amores, por favor, confiram esta primeira obra também!!!

Por muitas vezes, a vida é feita de coisas improváveis, situações improváveis e inacreditáveis e, ultimamente, era isso que estava acontecendo comigo. Quando que eu iria pensar que, depois de ter caído igual a um patinho no conto do amor, por duas vezes, veja bem, DUAS VEZES, eu finalmente, encontraria a mulher da minha vida? E detalhe, viveria ao lado dela, e muito feliz.

Fora que jamais que eu pensei que faria um acordo com um dono de morro, tudo porque o meu coração não estava aceitando perder a minha mulher por um cuzão qualquer que se achava mais arreganhado que outros caras. Isso eu só fiz pela Cecília mesmo.

Claro que, como todo casal, nós tínhamos os nossos quebra paus, mesmo porque, a Cecília quando coloca uma coisa na cabeça, sem or, saí de baixo, mas na maioria das vezes, a gente é feliz sim

Eu continuei na minha delegacia... seguindo o meu dia a dia, tentando dar um pouco de sossego para a vida das pessoas

Hoje mesmo, o dia foi foda. Me apareceu aqui uma senhora, acho que o nome é Ana Claudia, se não me engano, acabada, pensa numa mulher acabada de tanto chorar, ainda vivendo o luto da filha, que tinha sido encontrada morta, em um matagal, com sinais de violência sexual

Essa é a parte mais difícil do meu serviço, olhar para essas mães e ter que falar que á vida é assim mesmo, que o crime existe, mas que eu vou tentar fazer de tudo para pegar o filha da puta que deu uma de louco e matou a menina só por causa de uma foda na violência

Do que adianta eu fazer um puta discurso se não consigo mais trazer a menina de volta com vida.

Esse era um dos dias difíceis, uma das coisas difíceis a serem feitas, mas era por isso que eu ganhava o meu ordenado do estado, tinha por obrigação resolver o problema

A menina se chamava Angélica, era do morro do Vidigal, aqui, como é uma delegacia de plantão e tem por responsabilidade, atender os polos, então vem muitas pessoas que moram em comunidades

Fiquei ali naquele caso a tarde inteira, tendo na minha cabeça o desespero da mãe, que sabia que não encontraria mais a filha tão amada, e o motivo do desencontro. A mulher já estava no luto, sem esperança, sabendo o que só coração de mãe decifra, a sua filha não iria mais volta

Acho que para uma mãe, essa é uma situação muito difícil, saber que a filhinha que tanto cuidou e se preocupo, amou, guardou em uma caixinha como se fosse a joia mais rara, simplesmente não voltaria mais, que um filha da puta de mente doentia não conseguiu segurar o tesão dentro da calça

Voltei pra casa naquele dia com a cabeça a mil, completamente distraído no trânsito.

Ultimamente esses casos tem se tornado cada vez mais comuns, alias, são os métodos, sim, os métodos que os cuzão usam, praticamente todos os casos que chegam na minha mão, tem ficado mais cruéis e brutais, como se as pessoas tivessem se esquecido do significado do amor ou do suportar .

Cheguei em casa já tarde, a casa estava só com a luz da cozinha acesa. Eu entrei com cuidado, porque aquilo significava que a Cecilia já estava dormindo, e por conta do horário, não tinha conseguido me esperar.

Fui para a cozinha, bebi um pouco de água e depois, comi a comida, fria mesmo, que ela me deixou, separada no forno e depois, fui para o quarto. A encontrei como uma camisola de malha cinza claro, com o desenho do Pluto na frente, ela dizia que amava esse personagem. A janela estava aberta, a luz do banheiro acesa, mas o que deixava o quarto iluminado era a luz da lua que batia bem no corpo dela

Eu chego perto, sento devagar, na beirada da cama, não fazendo movimentos bruscos, evitando acorda-la e paro ali, admirando a minha mulher, até mesmo pensando como eu fui merecer tanto depois de tanta merda, de tanta cagada, de tanto dedo pobre, como que o cara lá de cima decidiu me dar uma mulher uma tão maravilhosa assim

Não consigo evitar me lembrar da Letícia e da Gisele, e daí, agradecer ainda mais por

Deus ter tirado esses embustes de perto de mim, acho que se isso não tivesse acontecido, hoje eu estava era desfilando com uma puta galhada na cabeça, ou senão, acomodado numa vala embaixo de sete palmos

Falando nisso, ainda havia uma coisa que me preocupava muito, uma que tinha um nome, atendia por Rafael

O cuzão foi covarde, no momento em que viu que a casa dele tinha caído, que ele estava morto tanto para o dono do morro, como para mim, o delegado conhecido como fodão, na sua cola, o cara enfiou o rabo no meio das pernas e deu um perdido, na verdade, o filha da puta deve ter aberto um buraco na casa do caralho e fechado isso sim, porque eu não o encontrava de jeito nenhum,

Enfim, era um assunto que eu não podia deixar morrer, conheço muito bem esses caras com o ego ferido

Mas, voltando à minha Cecília . . .

Eu passo meus dedos, de leve, no corpo da minha gostosa e sinto ela se remexer, de leve, no colchão, mas ela não acorda e isso me dá uma Ideia. Devagar, eu seguro os seus braços e vou virando ela, porque a posição de bruços me impede de chegar ao meu objetivo e ela, mesmo com os olhos fechados, não me dando a certeza de que estava em completa consciência dos meus atos, se vira

Vejo que ela está sem calcinha, a danada tem esse costume, coloca a camisola infantil, mas não gosta de cobrir aquela boceta gostosa. Sabe o que é melhor, durante a noite, no remelexo do sono, a camisola vai subindo aos poucos, então, eu sempre acordo com aquela anca maravilhosa, empinada, lisinha, me convidando com gosto para um sexo matinal, que no caso, é sempre bem-vindo e a minha Cecília adora uma rapidinha ao acordar, ela sempre diz que esse é o jeito mais fácil de queimar as calorias do jantar, lógico que eu não reclamo, né

Já de frente pra mim, eu também abro as pernas dela, ainda devagar, com muito cuidado e encontro o meu lugar de alegria, lisinho, me mostrando que a Cecília se preocupou em fazer um depilação à cera durante o dia. O meu pau pulsa dentro dá minha calça Jeans, eu queria me atolar todinho nela, me esquecer dos problemas do dia, daquele rosto desesperado de mãe, pensar que no dia seguinte, tudo iria melhorar e somente a minha Cecilia poderia me dar isso, somente ela tinha a capacidade de me fazer esquecer

Com os meus dedos indicador e médio, toquei toda a extensão dos seus grandes lábios, e depois, com cautela, fui enfiando-os nos pequenos lábios e escutei um gemido tímido, foi ali que eu vi que a minha gostosa, em algum momento, tinha acordado, mas continuou com seus olhos fechados

Então, continuei

Abri bem as suas pernas, me acomodei no meio dela, desci o meu tronco e abocanhei aquela boceta gostosa, me deliciei naquele sabor delicioso, típico de Cecília. Eu rodeava a minha língua por toda a extremidade, subia e descia e brincava em seu clitóris. Ali foi onde dei mais atenção. Eu chupei, assoprei, dei pequenas mordidas e quando o seu corpo começou a procurar por mais contato, enfiei a minha língua no seu canal e voltei a lamber toda a extremidade da sua boceta. Os gemidos que eram tímidos, agora estavam perfeitamente me guiando e mostrando como eu deveria dançar aquela dança.

Enfiei um dedo no canal e iniciei o movimento de vai e vem, no mesmo ritmo da lambida. Depois, enfiei mais um dedo e daí não teve jeito mais dela manter a discrição. A Cecilia segurou forte o meu cabelo e levou a minha cabeça ainda mais de encontro à sua boceta, eu sentia o

seu mel escorrer cada vez mais, me mostrando que meu trabalho era perfeito

Saber que estava dando prazer a minha mulher me deixava ainda mais louco de vontade de socar todo o meu cacete nela, de fazer ela gritar para todo o mundo saber que a nossa foda era louca e perfeita, mas eu me segurei, queria proporcionar um orgasmo básico antes de me perder no corpo da Cecília

O descontrole me mostrava que ela estava próximo de gozar e eu intensifiquei os movimentos, a fodi com os meus dedos e com a minha boca e ela, levava o seu quadril ao meu encontro, me obrigando a soca-la ainda mais fundo, até que senti as suas paredes ainda mais úmidas e o seu

ritmo desacelerando e desacelerando, o que me mostrou que a minha Ceci tinha curtindo um belo de um orgasmo

Lambi todo o seu mel e parti de encontro com a sua boca, a fazendo sentir do seu próprio gosto

Thierry — Eu senti tanto a sua falta, tanto, preciso me atolar em você Ceci

Cecilia — Então vem, goza gostoso em mim .. mas ó, não esquece da camisinha hein, eu não quero ter uma surpresinha com cara de Thierry

Thierry – Urrum . . .

Eu disse já tirando a minha calça e mostrando para ela o meu estado, meu pau já estava dolorido, pedindo pela amor de Deus que ela se arreganhasse para mim e me ordenhasse com toda a força, eu precisava aliviar, precisava desesperadamente

Assim que fiquei nu, ela estendeu os seus braços, me convidando a me acomodar em seu corpo e sim, arreganhou ainda mais as suas pernas

Thierry - sempre pronta para mim hein gostosa

Cecilia - Se não for para você, vai ser para quem?

Eu fui de encontro ao seu corpo e sem muita cerimônia, me atolei nela. Eu não queria carinho, só me perder mesmo no corpo da minha mulher. A beijei com gosto, com força, lhe tirando o

fôlego e depois, quando precisamos procurar o ar, decidi mudar de posição, para ter mais acesso ao seu corpo

Subi com as minhas pernas, colocando elas dobradas, embaixo das dela, erguendo o seu quadril e fazendo com que a Cecília as rodeasse em minhas costas. O movimento me fez descer um pouco com o corpo, me deixando no rumo perfeito dos seus seios. Sem nenhuma dúvidas, eu abocanhei, primeiro o direito, mordendo e sugando forte, enquanto minha mão

desceu, até a sua boceta, encontrando o seu clitóris

O movimento é perfeito ... no mesmo tempo que soco forte a sua boceta, brinco com seus clitóris e sugo o seu seio, primeiro um, depois o outro

Ela me acompanha no movimento, fazendo forças nas pernas e me mantendo ainda mais junto dela. É até dificultoso manter os meus dedos em seu clitóris, mas eu não desisto, eu quero vê - la gritar de tanto prazer, se acabar no meu pau

Volto a dar atenção para a sua boca e agora, os gemidos ficam abafados em sua garganta. Soco cada vez mais forte, mais fundo, mais intenso, sentindo ela buscar pelo meu pau, vir ao meu encontro com força, puxando os meus cabelos e arranhando as minhas costas, num intercalado frenético

Eu a solto apenas para procurar os seus seios, mas depois volto para a sua boca

Sinto sua boceta me ordenhar, agora, ao invés dos meus dedos, ela faz aquele carinho especial no meu pau e daí, eu não aguento. Mais algumas estocadas, e me acabo ali, dentro da camisinha, mas imaginando estar me derramando na minha amada Cecilia

Só assim mesmo para deixar a sua boca em paz, a deixar livre

Caio exausto em seu corpo, mas não soltando o meu peso por completo, para não a machucar

Cecília — Uma bela foda de boa noite

Thierry – sim , uma bela foda

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