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CAPÍTULO 5

- Seu pai disse que está feliz por você estar indo a essa reunião, que isso marca sua vida adulta.

- Isso eu também estou...- sorrio de lado, pendendo a cabeça. - O que não deixaria ele feliz é saber sobre o Alessandro e como isso é um grande problema real agora, não de mentirinha. - coloco as peças de roupa na mala, tentando arrumar espaço na terceira.

- Não me sinto confortável em ver a minha filha indo embora contra a vontade dela. E mentir para o seu pai assim... Angelina, isso não é certo...

- Eu sei, mamãe. Nem eu estou muito confortável com isso mas se eu não for, Alessandro vai vir me buscar, ele mesmo disse, e você sabe que não seria nada bom e ia causar uma grande confusão. Então eu vou, e vou ver se consigo resolver...não estou com muitas esperanças...mas

tenho um pouquinho ainda. - faço sinal de quantidade com os dedos.

- Então escute bem o que vou te dizer, Angelina. - Usa aquela voz, a voz de quem vai me dar um belo de um aviso o qual eu não vou poder desobedecer. - Eu te criei com todo amor que existe no mundo e não importa quem é... Você tem dois meses para resolver essa bagunça, se não eu mesma vou te buscar. E vou com seu pai. - Meus olhos arregalam enquanto eu coço a cabeça incomodada, faço menção em dizer algo mas ela nega. - Não adianta dizer nada... Você saiu de dentro de mim e ninguém pode fazer mal a você. Não vai viver uma vida obrigada, eu fui clara? - encara séria.

Faço que sim com a cabeça.

- Vai ficar tudo bem. - tento acalma-la.

Não, não vai Angelina...a voizinha dentro de mim responde.

- Vai... Está avisada.- Vem pata me abraçar. - Eu vou sentir sua falta, vou ficar mal sem você.

- Não vamos ficar longe para sempre, mamãe. - sorrio abraçando ela forte. - Vou voltar pra você, para o papai e o Barry. Sempre vou. - prometo fazendo sinal com a mão aberta.

-Eu te amo muito, minha bebêzinha. - acaricia meu queixo.

- Eu também te amo, mamãe. Vou resolver isso, eu sou inteligente.

Que eu vou resolver, eu realmente vou... só não sei se da forma que eu quero. O importante é fazer isso sem trazer prejuízo para eles e para o meu futuro cargo.

- Deixa que eu faço sua mala, vai precisar de roupas quentes naquele país frio. - seca as lágrimas com a ponta dos dedos.

- Obrigada...por tudo. - respondo também emocionada.

[...]

Aceno para os meus pais pelo vídro do carro enquanto ele parte, sendo dirigido por Barry que vai me levar até o aeroporto.

- Como está se sentindo? - Ele pergunta, desviando o olhar levemente da direção para mim.

- Às vezes me sinto pronta, aí o sentimento vai embora...agora especificamente não sinto que estou.

- Não importa o que aconteça, se sentir que não quer estar lá e que precisa de ajuda. Me chama, eu estarei lá não importa o dia e nem o horário. E não vai ter russo nenhum que vá me impedir. - Segurando o volante, ele me olha com confiança e dá um leve sorriso no final sem mostrar os dentes. - Lembra do que eu te prometi anos atrás.

" estou te ensinando tudo que sei, e vou aprender mais apenas para passar para você, tudo para que não tenha que precisar de ninguém, mas no dia que precisar, vou usar até o que eu não deveria saber por você. "

Lembro das palavras, abro um sorriso e Assinto.

- Eu te amo. - digo a ele que novamente Sorri sem mostrar os dentes, ele toca na minha coxa e aperta meu joelho. Isso é um "eu também" silencioso.

_______________________________________

Quando saio do portão de embarque do aeroporto, olha envolta para a multidão de pessoas espalhadas, com malas, plaquinhas com o nome dos parentes, se abraçando, emaranhado e ao fundo, vejo Alessandro. Cerro os dentes, respirando fundo para me preparar para o que me espera, o caminho que faço em sua direção parece eterno, eu tento sorrir e uso a caixa que ele segura nas mãos como motivo pra isso. Acho que é um presente pra mim, eu adoro presentes, a melhor forma de dizer eu te amo. Mas...não quero que ele diga isso, nem sinta isso, não desse jeito.

Arrasto as malas com dificuldade.

- Eu disse que voltaria.- Abro os braços para recebe-lo em meu abraço, ele retribui, se afasta um passo e dá sorriso de lado, os dentes brancos alinhados.

-Você disse e é bom que tenha cumprido, mafiosos sem palavras não são muito bem aceitos no nosso meio. - Me entrega a caixa, e noto que é uma caixa de chocolate em formato de coração. - Eu ia comprar flores mas achei que isso iria te agradar bem mais. - Sorri incerto.

- São meus preferidos! - arranco a caixa da mão dele com brutalidade e coloco um na boca com pressa -

- Quer?...- pergunto quase de boca cheia.

- Não... Eu quero outra coisa. - Me puxa pela cintura, meu corpo batendo contra o seu e eu quase engasgo com o chocolate ainda na garganta pela surpresa da atitude. - Quero que me beije e mostre o quando sentiu minha falta. - Ordena com os lábios próximos ao meu ouvido.

- Aqui?...- olho envolta e engulo o chocolate a força, as partes que não derretem na boca com a saliva descem rasgando minha garganta de forma desconfortável.

- Agora! - manda impaciente. Ele não reage bem a rejeição, a hesitação... é o que mais me assusta.

Meio Hesitante tentando disfarçar isso, eu me aproximo, mas ao sentir seu cheiro e tocar seus lábios com os meus, acabo me rendendo completamente, e a intensidade de dias antes volta com força triplicada.

Ele guia o beijo de forma possessiva, submetendo a minha língua aos seus movimentos, o dando passagem, suas passando por meu corpo.

- Alessandro...- Murmuro em meio ao beijo. - Melhor irmos.- rio sem separar os lábios. - Isso está se tornando meio pornográfico...

- O que posso fazer se tenho a mulher mais gostosa do mundo em minhas mãos? - Suspira quando separamos os lábios, segurando minha sua cintura, ele me guia pelo caminho afora do aeroporto.

Eu não digo nada por todo trajeto pelo estacionamento, minha boca está em silêncio mas meus pensamentos gritam inúmeras perguntas.

- O que disse aos seus pais? - Pergunta ao abrir a porta do carro para mim, eu agradeço educadamente com a cabeça e me sento. Alessandro guarda minhas malas no porta malas.

Quando ele dá a volta no carro, tomando o lugar do motorista, o respondo.

- Que eu iria voltar para resolver esse negócio, do falso namoro e também aproveitar pra negociar mais uma carga vinda dos estados unidos .

- Hum... - sibila ao dar partida no carro. -A reunião com os americanos está marcada, eu mesmo liguei para eles... Você terá sua reunião, tenho certeza que vai se sair bem. - Sorri encorajador. - Agora o namoro falso...

- Minha mãe sabe de toda a verdade...mas o meu pai...não tive coragem de contar. Ele sente que tem algo errado, algo a mais mas não sabe exatamente o que é.

- Deve ser difícil encarar o fato de que a bonequinha dele agora cavalga no pau de um homem e geme loucamente. - Ri.

- aí meu Deus...- balanço a cabeça e acabo rindo de constrangimento.

- Você tem a boca mais suja que eu já vi.

- Não é mentira, é? - me olha ainda risonho.

Não posso fazer nada além de virar a cara, olhando para o vidro apertando a boca para não rir.

- Onde vamos?

- Quero te mostrar um lugar... Mas não era sobre o sexo que eu estava falando. Talvez devesse ligar para seu pai e dizer que o namoro de mentira não é de mentira.

Fico em silêncio e abaixo a cabeça.

- Esse silêncio que você faz toda vez que falo sobre nossa relação me irrita profundamente... Você sempre foi bocuda então diga o que está se passando na sua cabeça.

- Estou com uma dúvida...se eu não quiser ser sua, eu tenho essa opção? Eu acho que sei a resposta mas queria ouvir da sua boca. Quero confiar que você é a pessoa que eu confio e conheço e que vai dar espaço para os meus sentimentos...

Engole em seco, apertando o volante com força, as veias grossas de sua mão ficando saltadas.

- Eu quero dar espaço para seus sentimentos, não quero que seja um robô, quero que continue sendo a mulher por quem eu me apaixonei há muito tempo, mas não vou mentir... Não vou aceitar que queria ser de outro ou que queira só ficar sem compromisso comigo. Você é minha mas quero que goste de ser minha. Eu reprimi esses sentimentos por anos por não querer te obrigar, porém, você foi a minha sala, pediu para que eu tirasse a sua virgindade... Depois disso não sou capaz de te deixar ir.

Eu faço que sim com a cabeça.

- Tudo bem...e...como vamos ficar juntos? Eu vou ter que morar Aqui? Com certeza você não vai se prontificar a morar na irlanda.

Não estou com coragem de dizer que não quero nada disso, não seria inteligente da minha parte. Eu estou aqui com a única intenção de não causar danos e acalmar a situação, deixando o lado da minha família seguro, não importa o quê.

- Você tem que começar a quebrar esses pré-conceitos sobre mim só porque minha família tem um histórico terrível.Eu não sou o pior homem do mundo. Se eu pudesse sair daqui, eu iria morar onde você quisesse só pra te ver feliz, só que não posso e você sabe.

- E nem eu posso abandonar a irlanda. - defendo meu lado, não pode ser só o cargo dele que importa.

- A máfia O'neill tem representantes por todo mundo, você conseguiria comandar os negócios daqui sem problemas e aínda teria a máfia Salazar do lado de vocês como jamais tiveram.

Eu poderia usar o mesmo argumento se quisesse ele do meu lado na irlanda, mas eu não quero, e se eu usasse, não valeria de nada.

- Eu vou poder ir para o meu país sempre que precisar? - Pergunto o que mais interessa agora, depois de todas as negativas anteriores.

Ele fica em silêncio e isso me preocupa muito.

- Seus pais estão lá, não estão?

Seu corpo se retém, ele está em uma briga interna para tentar ter a mente aberta. Eu valorizo isso.

- Isso é um sim? - começo a abrir um mínimo sorriso pra ele com esperança.

- Vamos ter tempo para discutir sobre tudo isso. - Diz parando no local, e só agora eu noto como o percurso foi extremamente breve, estamos no centro. - Vamos subir. - diz saindo do carro e abrindo a porta para mim.

O sigo para dentro do prédio, passando pelo lobby e entramos no elevador, bato o salto no chão insistentente de ansiedade vendo ele subir até um dos últimos andares.

O elevador dá de cara para uma gigantesca e pesada porta de correr feita de madeira. Ele coloca uma senha e empurra, revelando uma enorme sala.

A decoração toda em branco, bege e gelo, o chão com carpete da mesma cor. Indo para o meio, vejo que se trata de um duplex, com uma extensa e alta escada que dá acesso para o andar de cima. É muito grande, o maior apartamento que já vi na vida.

- Esse será nossa apartamento. Achei que seria demais termos uma mansão se somos apenas namorados, por enquanto.

— É lindo...eu adorei. - dou um giro 360 para analisar cada móvel, detalhes, cor, iluminação. — mas...isso já é grande demais também.

- Você merece algo bem maior mas não tive tempo, pode redecorar se quiser. - Sorri diante minha satisfação, e me abraça por trás. - E para você não dizer que fui o mostro que te roubei da sua casa e te trouxe para ficar sozinha...fiquei sabendo que você se deu bem com a mulher do Eric, eles estão no andar de baixo. Ela pode te ajudar com o que você quiser.

Sorrio, o olhando ainda com ele atrás de mim por cima do ombro, e ao me virar de vez, passo os braços por seu pescoço e o beijo.

— Quero que seja feliz, mas feliz comigo. - me beija.

Eu não digo nada, Apenas acaricio seu rosto após o beijo. Não adiantaria dizer que não quero isso...eu tentei, e se eu insistir vai dar errado...vou apenas aceitar, já que ele está indo bem, está sendo tranquilo. Acho que posso aguentar isso, posso lutar contra essa sensação de incômodo que surge toda vez que me lembro quem ele realmente é, como eu sempre o vi e como sempre o tive.

Talvez seja só questão de costume.

[...]

- Já vi que tomou boa parte do closet. - entra no cômodo, abismado.

- Ah...se eu tenho que ficar aqui, é bom já organizar tudo. E eu nem trouxe todas as minhas roupas. - o olho sorrindo. - vou deixar um espaço pra você, eu prometo.

- Só não consigo entender como alguém tão pequeno tem tanta coisa pra usar. - Balança a cabeça rindo.

— Tenho quer ter roupa para todas as estações, eventos e datas. E aqui está tudo organizado por cor, marca e e estação. - passo a mão pelos cabides.

- Está na Rússia querida, aqui só tem inverno... Sinto muito.

-- Vai quê...existem raros dias de luz. - meu sorriso morre aos poucos.

- Alessandro...

- Hum? - sibila ainda olhando para toda a organização.

- Minha mãe me deu dois meses.... pra voltar.

Imediatamente me olha sério.

- E?...

- Se eu não voltar, ela vai vir com meu pai, me buscar...

um segundo de silêncio até que ele se aproxime.

- Isso, minha ruivinha... é problema seu, não meu.

- Eu...só não sei o que fazer. - Murmuro perdida.

- Foi você quem quis mentir pro seus pais, eu disse a verdade para os meus... Então resolva isso, porque se daqui a dois meses eles vierem para cá e quiserem te levar embora. - Passa a mão em meu rosto. - O problema vai ser torna meu... E você não vai gostar do jeito que eu vou resolver.

- Tudo bem...eu vou pensar no que fazer. - Assinto.

- Tenho certeza que sim, meu amor. Agora vamos conversar sobre outra coisa.

- Sobre o que?

- Desde que dormirmos juntos eu venho sendo diferente do que eu costumo, tenho pegado leve e ido devagar com você. mas...eu não gosto assim.

- Do que você gosta? Eu tenho que fazer do jeito que você gosta?

- Tem... Mas você vai gostar também assim, eu vejo o quando fica excitada quando eu te xingo ou quando pego mais forte. - diz puxando minha cintura de uma vez só. - Então vou mostrar o que eu quero de você.

- E se eu não for boa nisso? Eu nunca...fiz nada.

sorri com prazer ao ouvir minha frase, deleitando-se com cada palavra.

- Nisso que você é boa... Sua inexperiência me deixa louco. Você vai ser ótima, só tem que me obedecer. - Fica sério. - Tem que fazer tudo que eu mandar.

- Okay...pode me ensinar....- Abro minha mente.

- Errado... Você não autoriza, você pede a autorização. Eu quero que você se submeta a mim... Quero que entregue seu corpo para eu fazer o que eu quiser. Que seja minha submissa. Entende?

Faço que sim.

- Vamos as regras. - começa tirando meu casaco. - Quando estiver na rua ou em casa sozinha, pode se vestir como quiser. mas quando eu estiver em casa você vai usar o mínimo de roupa possível quero sempre admirar seu corpo e quero que meu acesso a você sempre seja rápido. - Digo desabotoando sua blusa.

- Certo...- concordo com a primeira regra.

- Quando eu quiser você vai abrir as pernas para mim... Sem motivos ou desculpas. Seja onde for, se eu quiser você apenas abre as pernas. - Passa para o zíper da minha saia, o descendo lentamente.

— E se eu...não quiser fazer essas coisas?

- Você sempre vai querer. Porque eu sou seu dono, e se eu quero, você quer. - Tira o sutiã, me despindo como uma boneca e eu apenas permito, sem me mover. - Desça dos saltos. - Ordena.

Retiro um pé de cada vez, ficando descalça no chão, e o encaro.

— só tem essas regras?

_ Vamos usar o sistema de pontuação... - me vira para si e segura meu pescoço nas mãos. - Você ainda é nova nisso mas com o tempo vai ser torna uma perfeita cadela. Minha cadela. - Me beijo sem tirar as mãos do meu pescoço, pressionando e causando um prazer estranho com a sensação, em seguida tira minha última peça, a calcinha. levando-me para a poltrona no canto do closet, em frete ao espelho, me virando e fazendo com que eu fique de quatro, minha buceta empinada e exposta para ele enfiar seus dois dedos, que é o que faz.

Eles entram e saem da minha carne molhada, pingando, fazendo pressão no fundo e me fazendo desejar por mais, por algo maior, por ele.

— Alessandro...- gemo seu nome enquanto seus dedos vão aumentando a pressão, minha buceta apertando seus dedos.

- Mestre... Sempre deve me chamar assim quando estivemos na cama. Se errar vai ficar dois dias sem falar, com a boca tapada. - Retira os dedos de mim, causando uma quebra do prazer e uma frustração imediata, e segue para fora do closet, eu não me mexo, continuo no mesmo lugar na mesma posição, até com voltando uma uma maleta preta.

— Fique de joelhos.

Me ajoelho sem demora, o olhando de baixo ansiosa. A curiosidade é que me pega...e isso parece interessante.

Quando a maleta é aberta mostrando os itens, minha curiosidade fica ainda mais aguçada com o que vejo.

-- Nosso sistema de pontuação vai ser esse... - Mostra um um conjunto composto de uma tiara de orelhinhas fofas na cor rosa e branca, e um plug com rabinho no mesmo tom. - Toda vez que cumprir uma etapa do seu treinamento e ficar mais submissa vai ganhar um desses adereços, até se transforma na minha verdade cadela.

Ele diz cada palavra completamente possuído pela luxúria, um olhar visionário de alguém que sonha com este momento há muito tempo.

- Que fofo..- Me atrevo a tocar na tiara, acabando por coloca-la na cabeça sorrio para ele, achando interessante. - Gostou?

— Você não tem permissão para tocar em nada. - fico com o olhar murcho pela sinceridade da sua raiva. - Toda vez que se comportar mal vou tirar um deles de você e você será punida.— Não toque! - diz severo.

-Vai me bater?

Já ouvi falar sobre esse tipo de relação, envolta nesses fetiches.

- Em todos os lugares, de todas as formas e com os mais diversos objetos. Quando ganhar sua colera vai significar que seu treinamento vai ter acabado. - Abre outra caixa, agora menor.

Faço um biquinho ponderando e processando a informação.

- E o que eu ganho com tudo isso? Te obedecendo e passando nessas etapas?

- Ganha muito prazer, ganha tudo que quiser de mim. - Diz contra meus olhos. - Mas se me desobedecer, Angelina...vai ganhar o pior e vai ser a pessoa mais infeliz dessa terra. - Seu aviso sombrio me faz arrepiar.

- Você escolhe.

- Por que quer fazer essas coisas comigo?

- Eu já disse é assim que eu gosto, assim que eu te quero. Quero se submeta, e aí está o meu prazer e o seu também. Agora silêncio, a cessão de perguntas acabou. Já que foi uma boa menina não me causando problemas em vir, você vai ganhar o rabo. - Diz puxando o plug.

Me encolho um pouco com medo dele colocar isso dentro de mim.

Sou colocada de quatro de volta na poltrona, meu bumbum empinado para ele que começo a colocar o gel no objeto.

— Ele vai fazer parte de você agora, toda vez que for te comer quero que use ele. simbolizando que está virando minha cachorrinha. - me reteso e mordo o lábio ao sentir seu dedo na entrada do meu ânus, lubrificando também a área antes de abrir espaço com o dedo e enfiar o objeto devagar.

- aaah...- gemo de dor sentido o objeto gelado tomar conta de mim, pegando seu próprio espaço no meu interior e alargando a área.

- Está vendo... Você está adorando. - desliza o dedo até minha buceta melada, subindo e descendo.

- O que vai fazer comigo agora? - pergunto ansiosa e excitada mesmo com dor, olhando ele se despir através do reflexo do espelho a minha frente.

Ele se posiciona atrás de mim, na minha entrada e entra de uma só vez.

Começa as estocadas duras e fortes com tamanha força que o plug começa a escapar de dentro de mim.

- Segure. - Ordeno sem parar, concentrado em punir minha buceta.

Faço o que ele manda, sentindo meu corpo impulsionar pra frente toda vez que ele entra em mim novamente, eu não me controlo ao gemer de prazer.

Meus cabelos são puxadas, levando meu pescoço para trás e o dando mais impulso.

-Porra... gostosa.

-Não pare...por favor, por favor...- sinto minha buceta se apertar envolta dele, de toda sua extensão e grossura até que eu goze.

Quando eu me recupero da sensação, minha mente só vaga por um lugar vazio, não consigo me mexer nem esboçar nada.

O que foi isso?...

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