VOVÔ VOCÊ SABE QUE AMO UM BOM BAILE.
_ Acordei morta de fome e minhas princesas também, levantei e acariciei Azazel. Meu menino você está tão lindo hoje. Vem com a mamãe. Vovô estava de longe me observando.
_ Minha neta você não tem medo de um dia virar comida desses bichos. Olha a fome desse animal.
_ Pelo menos seria uma boa morte vovô. E o senhor já decidiu onde será minha festa?
_ Minha neta já encerramos esse assunto não?
_ Não vovô, você sabe que amo festas de aniversário, amo os salões lotado de nossos inimigos, e aquela vontade louca de esfregar na cara deles quem somos.
_ isso é perigoso Sabrina. Vamos esperar passar as eleições querida, você sabe que a neta do presidente sempre será o principal alvo. Você é uma princesa Sabrina precisa se portar como tal.
_ E pra que temos homens vovô, por favor, falei fazendo uma cara de choro até que ele concordou com uma condição que seria me apresentar um príncipe nessa festa.
Queria tanto esse baile que concordei com sua ideia.
Archer traga os homens ou eles vão me contar a verdade ou irei alimentar meus bebês com muita fartura de carne, não é minhas crianças lindas. Archer nunca ficava calado.
_ Não sei como a princesa consegue confiar tanto nessas Panteras. E ainda mais sete. Um desafio a morte.
_ É só alimentar bem elas e sempre vão ser fiéis. Agora vá buscar os homens ou quer você mesmo virar comida para elas.
Logo Archer estava de volta com os homens, deixei que eles olhassem as Panteras sedentas de fome e depôs pedi que os levassem as masmorras.
Primeiro falei com um depôs com outro. Fui falando separadamente ouvindo o que cada um tinha a falar, por fim os joguei no tanque dos tubarões afinal aquele bando de idiotas não faziam ideia de quem havia sequestrado meu plebeu, mas, eu ia descobri de algum jeito.
_ Sabrina deixa essa história pra lá, quem sabe se você não descobrirá algo que não queira.
_ Tipo o quê? Que meu avô está metido nisso? Se você souber de algo e não me falar, sabe que vou te matar né.
_ Deus me livre. Mas, eu iria morrer de qualquer jeito se soubesse e te contasse.
_ Pense pelos dois lados, vovô ia contratar a Helena para te matar. Ele teria prazer em sentir o prazer dela em te matar, já eu ia amar te torturar, iria fazer pagar por todos os seus pecados antes de ir pro inferno.
_ Quem disse que eu vou pra lá, Deus me livre princesa.
_ Você bem acredita que vai pro céu, essa é boa. Depôs dessa vou até tomar meu banho de sais. E falando em Helena manda buscar ela, preciso começar os preparativos do baile. Ela irá me ajudar.
Voltei ao castelo junto de meus amores e fui alimentar eles. Depôs subi a meu quarto e tomei um banho relaxante. Esse dia carregava consigo uma certa nostalgia odiava ficar assim.
Amava vê o castelo cheio de gente. Muita bebida, muito glamour. Quando desci novamente meus filhos ainda estavam mortos de fome, joguei um monte de carne a cada um. E fiquei esperando que eles terminasse de comer para poder brincar um pouco com eles. Resolvi dar uma volta a cavalo fazia muito tempo que não saia por aí, estava com saudades de meu lindo plebeu, como eu queria você comigo meu lindo. Peguei meu cavalo mais arisco e fui andar pela floresta como sempre fazia, vovô odiava isso. Tudo para uma princesa do tráfico neta do senhor presidente era perigoso. Só que eu estava pouco me importando. Cavalguei até a hora do almoço e voltei para o castelo bem mais relaxada. Aproveitei para brincar com as Panteras que estavam loucas por uma boa diversão.
Meus meninos vocês estão ficando moles sabia, o que faço com vocês. Meu telefone tocou estava sem saco para atender, porém era Helena.
Alô dedinho nervoso. Você já está vindo linda?
_ Oi Sabrina, na verdade tenho um trabalho a fazer princesa, mas, prometo que vou o mais rápido possível. Agora preciso desligar estou indo encontrar com Alice.
_ Você não tem medo de que Dominic faça mal a essa moça? Você viu o que fizeram com o meu plebeu.
_ Se aquele ou qualquer outro infeliz tentar mexer com ela. Eu mato. E olha que amo fazer isso.
_ Tá bem então Helena, aproveita a foda.
_ Obrigada, pode deixar que vou aproveitar.
_ Meu Deus esse dia parece que nunca acaba. Fui até meu avô que estava em seu escritório em conversa com a arara azul. Aquela que comandava todo o tráfico. O que acontecia em nossa comunidade de criminosos era tudo de mentoria dela. Por um bom tempo tentei descobrir quem era a tal mulher, mas, já desisti. Muito misteriosa e não tenho paciência para ficar tentado desvendar mistérios.
Já sei, vou as compras, afinal não há nada melhor para acalmar uma mulher que gastar. Archer vamos sair prepare o carro vamos ao shopping.
_ Seu avô não vai gostar.
_ Não perguntei nada. Vamos.
